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Em uma democracia, é tolerável que um ex-presidente use sua força política para atacar uma investigação?

A PM de São Paulo estimou a presença de 750 mil pessoas, a Universidade de São Paulo (USP) calculou a presença de 185 mil manifestantes

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Transporte no Entorno precisa de atenção do Governo Federal e da ANTT, governadores já colocaram solução na mesa

Parece haver falta de vontade do governo federal e da ANTT em aceitar uma solução para o transporte do Entorno

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As pedras no caminho para a aliança da base em Goiânia

A base governista parece já ter feito o mais difícil — construir a candidatura — e agora se inquieta com os detalhes daquilo que seria mais fácil — encontrar o candidato

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A Câmara de Goiânia não é o Conselho de Segurança da ONU

Vereadores que estavam presentes protagonizaram um debate sobre a guerra entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza, e também da repercussão da fala do presidente Lula (PT), como se estivessem na ONU resolvendo o conflito internacional

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Fortalecendo o crime, sensação de impunidade adoece a sociedade

Em 2021, o governador Ronaldo Caiado defendeu que agressores de mulheres não devessem manter ou tomar posse em cargos do serviço público; a posição contrasta com a decisão da justiça ao permitir a permanência do prefeito de Iporá Naçoitan Leite acusado de atentar contra a vida da ex-mulher

Segurança Pública Mossoró
Fuga de presídio federal reforça que segurança pública será o foco das eleições 2026

Pela primeira vez na história, dois presos conseguiram escapar de um presídio de segurança máxima no Brasil; policias entram no 7º dia de busca pelos fugitivos

Lula fala demais ao comparar genocídio nazista com conflito em Gaza

Declaração de Lula gerou problemas diplomáticos e nacionais

Para este ano não houve planejamento

Eliminar completamente o mosquito Aedes aegypti do Brasil é uma tarefa extremamente desafiadora, mas não necessariamente impossível, porque a sua erradicação demandaria uma combinação de estratégias de controle do mosquito. 

Alguns países conseguiram reduzir significativamente a população de mosquitos através de programas de controle rigorosos, como a eliminação de criadouros, aplicação de inseticidas, uso de mosquitos geneticamente modificados e campanhas de conscientização da população.

No entanto, o Brasil, devido às suas dimensões territoriais vastas, variedade climática e desafios socioeconômicos, enfrenta dificuldades únicas no controle do Aedes aegypti. Apesar dos esforços contínuos das autoridades de saúde, a eliminação completa do mosquito ainda não foi alcançada.

O mosquito Aedes aegypti, que transmite o vírus da dengue, foi eliminado no Brasil na década de 1950 através de uma campanha de erradicação liderada pelo epidemiologista Oswaldo Cruz. No entanto, o programa foi descontinuado devido a questões políticas e de financiamento, permitindo que o Aedes se reintroduzisse e se espalhasse novamente pelo país.

Embora a erradicação total possa ser um objetivo difícil de alcançar, é possível reduzir significativamente a população de mosquitos e controlar as doenças que eles transmitem através de medidas de prevenção, vigilância e intervenção contínuas.

De acordo com o Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde, até o momento, em Goiás, são mais de 34 mil casos suspeitos e seis mortes confirmadas. Com esses e vários outros dados que vemos na imprensa todos os dias fica o medo e a impotência instalam um cenário desolador.

Eu posso estar limpando o meu quintal corretamente e cuidando das minhas plantas, mas se o meu vizinho não está, a sensação que fica é de impotência. Os números assustadores deste ano são discrepantes com os de 2023. 

Com o começo de um novo governo muita coisa foi prioridade, mas parece que não houve planejamento estratégico para o que é sempre presente no início de ano do brasileiro. Como isso foi acontecer?

A melhor notícia que podemos tem em meio a tantos casos de dengue é que agora temos uma vacina. Apesar de poucas doses e a vacinação estar progredindo lentamente existe um imunizante com eficácia comprovada. O únco alívio sobre a dengue até o momento.

A banalização do que é repugnante, absurdo e violento

O filme Zona de Interesse, com cinco indicações ao Oscar 2024 - incluindo de melhor filme - mostra quando o grotesco, o mal e o perverso é banalizado em um espaço ou lugar onde do ponto de vista de humanidade isso não seria aceito. A obra retrata a rotina de uma família nazista, um casal e quatro filhos, que moram ao lado do campo de concentração de Auschwitz. O pai, Rudolf Höss, é o diretor do campo, um empregão aos olhos da esposa, Hedwig Höss. 

O filme, que estreou nos cinemas esta semana, é um convite para fazer o próprio julgamento moral e traz uma relfexão muito atual diante da normalização de tantos absurdos vistos nos últimos quatro anos no Brasil e no mundo. 

Vivemos uma pandemia onde líderes mundiais ignoraram avidamente a existêcnia de um vírus, conseguiram enfiar na cabeça da população que aquilo foi uma conspiração global. 

Veja só. No início deste mês eu peguei um Uber para cobrir um evento no centro de Goiânia e conversando com a motorista sobre política e direita (as vezes caio nesses assuntos um tanto desagradáveis, mas é porque a cabeça do bolsonarista me intriga) ela me diz que “ o virus da Covid-19 foi implantado no Brasil para boicotar e prejudicar Bolsonaro e esse vírus não veio da China. Tudo partiu daqui”.

Depois de todo o sofrimento em quase três anos de pandemia, aquilo não é nada para algumas pessoas. Banalizaram o horror que todo um país e o mundo viveram. A veceralidade política em torno do assunto ignora o primordial, até este sábado, 17, foram 709.765 pessoas mortas no Brasil.. 

O descortinamento de um golpe de Estado no Brasil em pleno 2022/23 para impedir que um presidente eleito legítimamente tomasse posse foi banalizado. Agora se organiza uma manifestação (com todo o direito e garantia e a liberdade de expressão) para dar “apoio e voz” ao suposto líder de uma organização criminosa que tentou derrubar a República. 

Lideranças políticas eleitas pelo voto e que ao final das eleições de 2022 defenderam o resultados das urnas estão indo “dar apoio” ao ex-presidente. Banalizaram o inaceitável absurdo. 

Em Goiás, terra estranha, a cidade de Iporá completa o cenário abominável desta semana. Tristemente apelidada de Faixa de Gaza do Brasil, porque fica entre Israelânida e Palestina de Goiás, o prefeito da cidade (pasmem que ainda é prefeito) tentou matar a ex-mulher e o namorado dela com ao menos 15 tiros. Naçoitan Leite invadiu a casa dela com uma camionete e atirou contra o quarto do casal. O caso ganhou repercussão nacional. 

Na última sexta-feira, 16, Leite foi solto provisóriamente e vai poder reassumir a Prefeitura monitorado por uma tornozeleira eletrônica. Na chegada em casa ele foi recebido com festa, música alta e aplausos. Homens e mulheres estavam presentes na recepção. 

Se todo esse roteiro escancara a banalização do horror, da dor, da violência e da repugnância, o que mais seria. Tudo isso passou longe do conservadorismo e pisoteia a humanidade das pessoas, a legitimidade dos governos e a vulnerabilidade das minorias.

Segurança Pública
Lewandowski chega ao Ministério da Justiça com crise no sistema carcerário federal

A caso aconteceu no dia 14, quarta-feira, e no dia seguinte o ministro se pronunciou sobre as medidas tomadas para a recaptura dos fugitivos

Uma reflexão sobre as operações policiais contra ex-prefeitos goianos

Recentemente, ao menos duas ações judiciais tiveram como alvos Gustavo Mendanha (PRD), de Aparecida de Goiânia; e Jânio Darrot (MDB), de Trindade; e

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Por que Lula viaja mais que Bolsonaro?

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o mandatário brasileiro que mais realizou viagens diplomáticas enquanto Bolsonaro foi o que menos viajou

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Seria o Brasil um País de presidentes criminosos?

Bolsonaro e Lula, mesmo diferentes, tem algo em comum: os problemas com as autoridades

Jair Bolsonaro
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Bolsonaro preso? PL pode estar se preparando para a ‘bala de prata’

A tensão e o receio que pairam nos bastidores do Partido Liberal, o PL, desde a deflagração da operação Tempus Veritatis são inquietantes, quase palpáveis. Desde que a Polícia Federal (PF) prendeu Valdemar da Costa Neto (presidente do PL) e apreendeu o passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro - figura de maior destaque do partido -, além de o proibi-lo de fazer qualquer tipo de contato com os outros investigados na operação, a impressão que se tem é a de que os membros da legenda temem que Jair possa ser preso a qualquer momento. Nas entrelinhas, analisa este mero colunista, para eles não é mais uma questão de "se", mas de "quando".

O cenário onde os bolsonaristas já trabalham é o de que a PF expôs de vez qual o objetivo - a prisão de Jair Bolsonaro -, e, agora, parecem tentar colar o discurso que mais criticaram e fizeram troça à época da prisão de Lula da Silva: o de perseguido político.

Basta dar uma navegada pelos perfis de políticos, influenciadores e blogs bolsonaristas. Suas páginas estão inundadas de vídeos, manchetes e frases de efeito que levam a crer que a operação da PF, ratificada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF), não passa de um esquema persecutório com a intenção "prender Bolsonaro a todo custo".

Não será nenhuma surpresa se (ou quando?) o ex-presidente for preso e começarem a circular bandeiras e camisetas com a face de Jair e a frase "Bolsonaro Livre!", tal qual observado ao longo do período em que o atual presidente Lula esteve confinado.

Sim, o discurso pode colar. Mas a possível prisão de Bolsonaro não é o único fantasma que assombra o PL. A legenda teme que, se realmente comprovado um dos eixos de investigação da PF - o de que o PL usou da estrutura do partido para montar um "QG do golpe" - , a possibilidade de cassação da sigla (já pedida por um senador da República) passe a ganhar forma.

É claro, sabemos, é altamente improvável, diria quase impossível, que a legenda com a maior bancada da Câmara tenha seu registro cassado. No entanto, o argumento pode fazer com que o PL crie mais um "grito de guerra" para a militância bolsonarista.

De todo modo, o PL parece se preparar com tudo o que tem para o desfecho próximo da operação da Polícia Federal. Desfecho esse que, de um jeito ou de outro, não será nada agradável para a sigla que viveu seus dias de glória nas últimas eleições e que agora amarga com a possibilidade de até deixar de existir.

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