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Assistência Social
Porque o governo não financia as Comunidades Terapêuticas? 

Essas entidades, muitas ligadas a instituições religiosas, frequentemente impunham uma abordagem religiosa e moralizadora ao tratamento de dependentes químicos

Plenário da Alego | Foto: divulgação/Will Rosa
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Emendas Pix: Alego é um dos 18 poderes legislativos do País a usar modalidade  

O Estado, em 2023, autorizou R$ 479 milhões em diferentes tipos de emendas parlamentares

IMPUNIDADE
Entenda o porquê de alguns crimes serem facilmente tolerados pela Justiça

Julgamentos parecem durar uma eternidade quando as vítimas não têm dinheiro para pagar um bom advogado ou comprar alguém no júri

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Comurg será um grande de desafio para o próximo prefeito

Empresa-pública precisa passar por mudanças significativas após últimos escândalos

Oriente Médio
Conflito Irã x Israel: Demarcação de território ou preâmbulo de uma crise global?

Na noite do dia 13 de abril de 2024, drones e mísseis foram lançados pelo Irã com destino a Israel. Segundo o governo iraniano, a investida foi uma retaliação a um ataque israelense a um complexo diplomático iraniano na Síria.

20240227. Plenário vazio câmara vereadores de Goiânia. Foto Leoiran. Opcao
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Entenda o teatro dos apoios na Câmara Municipal de Goiânia

Muitos vereadores se dizem da base do prefeito, mas pretendem apoiar outros candidatos. O dilema é: vale a pena tentar trazê-los para perto e correr o risco de fortalecer o adversário?

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A história dos patriotas brasileiros que odeiam o Brasil

No Brasil, os “patriotas” se empenham em fazer gol contra, trabalhando ativamente contra a democracia de sua própria nação

Criminaliza tudo
Senado marca gol contra

Alheio à realidade social, Senado prioriza a disputa do poder político em detrimento da civilização

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Plano de Mobilidade Urbana vai resolver os problemas no trânsito de Goiânia?

Evelyn Soares, Arquiteta e Urbanista, Mestre pela UFG e professora da PUC, avalia quais medidas devem ser tomadas para que o projeto alcance sua efetividade na prática

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O Estado Democrático de Direito e a importância do banimento de conteúdos falsos nas eleições

Por Cynthia Pastor (editora do Jornal Opção Entorno)

Esta semana, um prefeito da região circunvizinha ao Distrito Federal, o Entorno, tornou-se vítima de uma “fake news”. Um vídeo “montado” que circulou nas redes sociais, o acusava de oferecer dinheiro a um pré-candidato para se juntar ao seu partido político. O prefeito ofendido moralmente, contudo, preferiu manter o sigilo do nome da pessoa supostamente envolvida na difamação. O imbróglio resultou em um boletim de ocorrência registrado na Delegacia de Novo Gama, onde o gestor executivo apresentou “prints” de sua tela de celular como prova.

É importante salientar que, com o avanço tecnológico, a utilização da Inteligência Artificial (IA) tem se tornado cada vez mais presente em diversos setores, incluindo o eleitoral. No entanto, é fundamental destacar a importância da regulamentação e fiscalização para garantir a integridade e transparência do processo democrático. Para tanto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reconheceu a potencialidade da IA e, em fevereiro de 2024, regulamentou seu uso em propagandas eleitorais. No entanto, a ministra Carmen Lúcia instaurou regras disciplinares adicionais para evitar abusos e garantir a lisura do pleito deste ano.

Segundo informações do TSE, ao alterar a Resolução nº 23.610/2019, que trata de propaganda eleitoral que envolve a Inteligência Artificial, haverá a proibição dos seguintes atos: deepfakes são proibidas; existirá a obrigação de aviso sobre o uso de IA na propaganda eleitoral; haverá restrição do uso de robôs para contato com o eleitor, além da responsabilização de conteúdos que contenham discurso de ódio, ideologias nazista e fascista, e colocar na fala de uma pessoa “algo que ela não disse”. No total são 12, as resoluções relatadas pela vice-presidente do TSE.

Tratam-se de regras essenciais para proteger o direito dos eleitores à informação confiável. Ao proibir deepfakes e exigir transparência sobre o uso de IA, o TSE garante que os eleitores não sejam enganados por conteúdo manipulado. A restrição de robôs e a responsabilização de discursos de ódio promovem um ambiente eleitoral livre de influências indevidas.

O advogado Caio Augusto Ferreira, membro da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/DF, explicou em entrevista ao Jornal Opção Entorno, que os partidos políticos e candidatos poderão fazer uso da inteligência virtual, mas precisarão informar explicitamente a utilização de conteúdo fabricado ou manipulado. A resolução dá ferramentas para que a Justiça Eleitoral tenha instrumentos eficazes de combate ao desvirtuamento nas propagandas eleitorais.

Portanto, o cenário eleitoral municipal de 2024 não prevê uma “terra sem lei” ou os “faroestes caboclos” a que muitos políticos estão habituados. Existem normas a serem seguidas, assim como um combate crucial à desinformação e à criação de fake news. Portanto, quem fizer uso da Inteligência Artificial, terá que fazê-lo de modo LÍCITO e seguindo a lei, no pleito que definirá cargos de prefeito, vice-prefeito e vereadores.

Mas a pergunta que não quer calar é: a quem interessam as fake news em menor ou maior proporção?

Seja na municipalidade ou no alto clero do poder, feito o questionamento acima, assistimos, atônitos, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), prescindir do PL das fake news. Indo totalmente na contramão de resoluções fundamentais e de um debate necessário para o andamento correto da democracia.

Este absoluto retrocesso dentro do Congresso Nacional, segundo alertam os articulistas de plantão, visa apenas beneficiar as ‘big techs’. Justificando-se, Lira avisou sobre a criação de um novo grupo de trabalho para debater a regulação das redes sociais, sendo que já existia um grupo de discussão há três anos na casa. “Estudar” o assunto, conforme afirmou sabiamente o jornalista político Ricardo Noblat, não passa de um velho truque de quem quer atrasar um processo dentro do Congresso Nacional.

O tema voltou à tona bombasticamente após a polêmica entre o proprietário do antigo Twitter, Elon Musk e o ministro Alexandre de Moraes, onde Musk sugeriu uma tentativa perversa de desafiar as nossas leis. A partir deste ponto, cabe um questionamento fundamental: Qual é o alcance da jurisdição brasileira sobre as plataformas digitais internacionais? A peleia dos dois levanta questões fundamentais sobre a soberania nacional e o Estado Democrático de Direito, uma vez que a Constituição Federal estabelece que qualquer pessoa ou entidade que atue no território nacional está sujeita às leis do país.

Em respeito ao ordenamento jurídico, pelo andar da carruagem, essa bomba cairá no colo do Supremo, para que este garanta o cumprimento da Constituição e das leis, de modo que “milícias digitais” e afins não se sintam à vontade para o cometimento de graves irregularidades por aqui.

análise
Cautela na escolha do vice reflete lição aprendida em Goiânia

Já posicionados para o pleito, pré-candidatos à Prefeitura de Goiânia agora têm a missão de escolher um, ou uma, vice que traga, além da base de apoio necessária, também a sintonia demandada pelo eleitorado

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STF reafirma que racismo não deve ser tolerado e precisa ser combatido

Por que, em 2024, o Supremo tem que fazer um julgamento para dizer aos policiais “não sejam racistas”?

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Por que Lula vetou parcialmente as saidinhas?

O presidente aprovou a proibição das saidinhas para casos de crimes severos e hediondos, mas rejeitou uma proibição total. O veto parcial mantém essas saídas sob restrições mais severas, mas proíbe a saída para condenados por crimes hediondos ou que envolvam grave ameaça.

Cruz, Mabel, Cardoso, Gayer, Accorsi e Mariano | Fotos: divulgação e Jornal Opção
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Saldo do período pós-filiação complica algumas pré-candidaturas a prefeito de Goiânia

Muitos que perderam o sono na semana passada por incertezas de estruturas partidárias para as pré-candidaturas seguem com receios de “sobrevidas” até as convenções

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Elon Musk não se atreve a atacar regime chinês e ditadura saudita

O bilionário com 'banca de fanfarrão', Elon Musk fez declarações carregadas de hipocrisia contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e contra o ministro Alexandre de Moraes no último final de semana. As declarações ameaçando reativar perfis bloqueados pela Justiça da rede social X (antigo Twitter) resultaram na inclusão dele como investigado no inquérito das milícias digitais.

Musk ainda retrucou as reações incitando o parlamento brasileiro a combater o que chamou de "poder de um ditador brutal" de Moraes. O dono da rede social deve saber que o Brasil não é os Estados Unidos e fica claro que ele também não conhece o Brasil.

Ao criticar decisões da Justiça brasileira, o bilionário, que brinca de seu 'deus', sabe que não tem muito a perder no Brasil. Ele coloca o argumento da liberdade como primário, mas nunca se viu ele criticando o regime comunista chinês.

Por outro lado, não podemos esquecer que ele é o dono da Tesla que fabrica carros elétricos. A maior montadora da marca fora dos Estados Unidos fica na China e ele nunca abriu a boca para criticar o regime chinês, que proíbe o uso da rede social X no país. Ele não se atreveria.

Outro regime ditatorial que Elon Musk não se atreve a atacar é a Arábia Saudita. O bilionário recebe muitos investimentos do país no X. O país chega a condenar pessoas a mais de 10 anos por posts que criticam o governo de Mohammad bin Salman.

Apenas esses dois fatos mostram o quanto o bilionário é hipócrita, que critica por criticar e que desconhece profundamente o mundo que ele vive. O maior empreendedor do mundo também é o homem mais babaca do mundo. 

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