Tocantins
Ela quer concorrer ao governo, mas no momento a única perspectiva é convencer o PT a ser vice em sua chapa e torcer para Lula conseguir se safar da Justiça e disputar a Presidência da República
Deputado Eli Borges (Pros) foi um dos parlamentares que cobrou coerência da administração municipal da capital quanto à elevação do IPTU
Presidente do partido em Palmas anuncia que será candidato a senador e informa que a sigla, que terá Carlos Amastha na cabeça de chapa na disputa ao governo estadual, busca outros nomes para completar a majoritária
Jesus Benevides de Sousa Filho foi condenado pelo crime de improbidade administrativa pela prática de nepotismo
Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi (PP), também esteve presente ao evento
Após três meses de audiências e reuniões em Brasília (DF), o coordenador-geral da Comissão da TO-500 (Travessia da Ilha do Bananal) e presidente estadual do PMDB, Derval de Paiva, acompanhado do engenheiro José Rubens Mazzaro, com o apoio do senador José Medeiros (Podemos/MT) planejam a arrancada final, visando a implantação definitiva da Rodovia TO 500. Nessas audiências e reuniões foram apresentados todos os detalhes do referido projeto, e confeccionado um exemplar da “NOTA TÉCNICA – 2017”, que detalha passo a passo as etapas já executadas. Segundo o engenheiro responsável pelo projeto, José Mazzaro, durante as audiências foram apresentados também os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Social, juntamente com o Projeto Básico de Engenharia da TO-500 e todos os Estudos de Logística de Transporte e de Desenvolvimento Regional de todo o Centro-Norte do País, atualizados para 2018. A meta é realizar várias audiências junto às comunidades indígenas. Segundo o engenheiro em uma reunião com o governador do Tocantins, Marcelo Miranda (MDB), ficou determinado que ele tomasse a frente de todas as audiências públicas junto à comunidade indígena. A audiência pública com os javaés será realizada no dia 22 de fevereiro em Formoso do Araguaia, e com os carajás, dia 24 de fevereiro, na Aldeia Santa Izabel. Serão convidados, além dos caciques e lideranças indígenas, representantes do Ministério Público Federal, Funai e Ibama, além de um representante do governo do Tocantins.
Em fase de pintura, terraplanagem do estacionamento e conclusão das instalações elétricas e rede lógica do prédio, espaço terá quatro pisos
Segundo os registros, durante o período das festividades, foram realizadas 1.567 abordagens
Ela foi socorrida e levada para o Hospital Municipal de Colinas
Vereador Lúcio Campelo questiona conceito de justiça social que o prefeito Amastha exerce e cobra investimentos na capital
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Ex-prefeito Raul Filho e prefeito Carlos Amastha: o segundo,
com menos tempo, arrecadou três vezes mais que o primeiro[/caption]
Professor da Universidade Federal do Tocantins (UFT) e especialista em Direito Urbanístico, João Bazzoli fez estudo sobre a evolução da arrecadação de Palmas com o IPTU, nos últimos 14 anos. A constatação é de que Carlos Amastha transformou a rubrica numa supermáquina de fazer di nheiro: a receita resultante do tributo, sem multas e juros, entre 2005 e 2012, na gestão Raul Filho (PR), foi de R$ 65.150. 512,10, enquanto o faturamento do colombiano, em apenas cinco anos de gestão, foi de R$ 213.416.100,00. A diferença é exorbitante: R$ 148.265,588,00, ou seja, o atual prefeito arrecadou 227,6% a mais, ou 3,27 vezes.
As informações estão em esclarecedora reportagem assinada por Wendy Almeida, publicada na quarta-feira, 7, no Blog CT. Reproduzimos parte inicial do texto:
Em 2003, a receita com IPTU em Palmas foi de apenas R$ 3.359.340,00. No ano passado, a arrecadação chegou a R$ 48.744.171,04. Em 14 anos, o Executivo palmense teve incremento de 1.351%. Isso sem incluir nos números as multas e juros por atraso, o faturamento da dívida ativa, deduções, além de multas, juros e atualização monetária da dívida ativa. Com a inclusão da receita desses encargos, a arrecadação total no governo Amastha chega a R$ 287,3 milhões.
Diferente da gestão atual, no governo do ex-prefeito Raul Filho a variação na arrecadação foi sempre crescente. Apesar de que, nos primeiros anos, o crescimento foi bem tímido. De 2005 para 2006 a receita do IPTU saiu de R$ 3.346.716,87, para 3.469.446,53 (+3.7%). Em 2007, saltou para R$ 3.974.463, 42 (+ 14,6%) e, em 2008, alcançou a casa dos R$ 4.401.323,52 (+10,7%).
No primeiro ano do segundo mandato do republicano (2009), a receita do IPTU da Capital teve um crescimento mais significativo, chegando a R$ 7.587.445,71, ou seja, um aumento de 72,3% em relação a 2008. Em 2010, a arrecadação continuou a crescer, passando para R$ 10.065.732,55 (+ 32,6%). Em 2011, o valor saltou para R$ 11.366.456,05 e, em 2012 chegou a R$ 20.938.927,54, ou seja, 84,2% a mais.
Em 2013, já na administração de Amastha, o Paço contabilizou R$ 24.431.902,83 em receita de IPTU. Nesse mesmo ano, o pessebista propôs a Revisão da Planta de Valores, o que aumentou o valor dos imóveis e consequentemente o imposto, gerando muita polêmica. Com o reajuste, a arrecadação teve um salto exorbitante, em 2014, de 101%; ou seja, R$ 49.151.990,39. O número representou a receita mais alta do período.
Nos dois anos seguintes, contudo, a arrecadação com o IPTU sofreu reduções: R$ 46.367.668,10, em 2015, e R$ 44.720.367,94, em 2016 (- 3,6%), o que pode ser explicado pelo aumento da inadimplência. A reação veio em 2017: R$ 48.744.171,04 (+ 8,9%). A cifra só não foi maior porque órgãos de controle e, posteriormente, a Justiça impediram as diversas tentativas do prefeito reajustar o imposto.
Presidente da Agência de Fomento do Estado, o ex-deputado emedebista enumera conquistas da gestão Marcelo Miranda e diz que, com a deflagração da campanha pela reeleição do governador, a população será devidamente informada dos avanços
Tocantins teve aumento de 42% na balança comercial, conforme Fieto
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Presidente do Sindicarnes, Oswaldo Stival: “Mercado da carne vai crescer este ano no Brasil”[/caption]
Mais um sinal de pujança da economia tocantinense foi mostrado pela Fieto na quarta-feira, 7. A economia estadual poderá ter, nos próximos dez anos, um acréscimo de R$ 15 bilhões com as cadeias produtivas do agronegócio de carne, arroz, piscicultura e silvicultura, soja e milho. O prognóstico é do professor da Universidade de São Paulo (USP) Marcos Fava Neves, proprietário da empresa Markestrat, contratada para a elaboração de um estudo sobre o tema, apresentado nesta quarta-feira, 7.
Fava analisou o mercado da carne, mostrando dados que indicam o Brasil como o segundo maior em produção de carne bovina no mundo e quarto em consumo. Ele assinalou que mesmo com histórico de perda de 8% na economia dos últimos dois anos, a perspectiva para este ano é que o Brasil volte a crescer e ganhar espaço nos mercados interno e externo.
Quem compartilha do otimismo é o presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado do Tocantins (Sindicarnes /TO), Oswaldo Stival, que viu no estudo, que considera “preciso e claro”, ferramentas para melhorar os resultados do segmento. Stival aponta como umas das possíveis alternativas para alcançar este crescimento a criação de uma Câmara Setorial da Carne no Estado com a participação de toda cadeia produtiva, Fieto e governo do estadual em atuação conjunta para fortalecer o segmento.
O estudo contempla a análise da viabilidade financeira do desenvolvimento da indústria local, a comparação da competitividade do Estado frente aos demais nestas áreas e a identificação de meios de fortalecimento destes setores por meio da transformação dos produtos. A contratação deu-se com recurso do Fundo de Desenvolvimento Econômico (CDE) e coordenação da Fieto.
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Presidente da Fieto, Roberto Pires: “Transformação dos insumos do agronegócio agrega valor”[/caption]
O presidente da Fieto, Roberto Pires, disse que a transformação dos insumos do agronegócio é a grande saída para empregar mais, agregar valor, sair dessa dependência do emprego público e viabilizar que o Tocantins se torne um eixo de desenvolvimento. Para isso, nós precisamos de informações consistentes e um modelo de atuação nestas cadeias que nós apontamos como prioritárias”, disse.
Pires acrescentou que o objetivo principal é apontar medidas para ampliar tanto a produção como a organização de estratégias que desenvolvam a indústria da transformação. “O estudo aponta os caminhos que nós temos que percorrer para a recuperação, haja vista que foi demonstrado que o Brasil e o mundo crescem em demanda pelo produto da carne e o Tocantins, de uns anos para cá, diminuiu sua produção e exportação”.
Partido defende candidatura do governador em uma aliança “dos que sempre lutaram pelo Tocantins” contra o projeto incerto do prefeito de Palmas


