Amor à França (2): a poesia de Yves Bonnefoy

Amor à França (2): a poesia de Yves Bonnefoy

Corria célere o ano de 1989 – que coisas aconteciam que o tornaram um rio tão ligeiro, além da queda do Muro de Berlim e da revolta estudantil na China? -, a vida seguia seu curso e eu continuava meu aprendizado da língua francesa, estudando e lendo no idioma de Molière

Sob a luz de um anjo

Sob a luz de um anjo

O anjo de cada um de nós – seria o tema desta semana. O “insight” me aconteceu com a releitura de trechos do livro “Os Anjos Necessários”, de autoria de Robert Alter

Crônicas da América (final)

Crônicas da América (final)

De volta ao lar, depois de um mês pelos caminhos da América, encerro estas crônicas de viagem. Exausto, sob os efeitos da “síndrome de Stendhal”, recolho-me à doçura feminina, onde encontro a Beleza e o convite à sensibilidade e à conversão, pois elas nos faz seres melhores, pois como diz Adélia Prado: “mulher é desdobrável”

Crônicas da América (2)

Crônicas da América (2)

“Com o pé na estrada” não seria o mais apropriado para descrever as viagens intercontinentais, mas se aplica como expressão meio surrada, mas ainda válida para mostrar ao caminhante que quando se ganha mundo, dos pés vêm-nos as melhores metáforas da viagem.

Ode ao mestre Segismundo Spina

Ode ao mestre Segismundo Spina

Professor que dedicou a vida aos estudos e pesquisas nas áreas de Filologia e Literatura do Medievo e que se tornou “Emérito” por seu talento, sua vocação para ensinar e seu amor à Idade Média, Segismundo Spina é o homenageado nesta crônica

A alma do poeta e a eternidade

A alma do poeta e a eternidade

Deste que é considerado o maior poeta português pós-Fernando Pessoa, sabe pouco o leitor brasileiro, como de resto de toda a literatura de nossos conquistadores. Herberto Helder se impõe ao leitor que desejar romper “o isolamento”, este “desconhecimento mútuo” que separa Brasil e Portugal, no dizer do professor e poeta Claudio Willer.

João Filho: o talento, a coragem  e a transcendência do mundo

João Filho: o talento, a coragem e a transcendência do mundo

– O que dizer do poeta João (Fernandez) Filho e deste seu “Auto da romaria”?
Bem, tenhamos como pressuposto: João Filho é poeta que deve marcar seu nome na história da poesia brasileira do século XXI. Seu lugar não está reservado apenas entre os poetas católicos, mas, com certeza entre os grandes da poesia de nossa época. E o que me leva a fazer tal aposta?

O Natal e os poetas de Deus

O Natal e os poetas de Deus

Grandes representantes da inspiração divina mostram ao mundo que “o amor é mais sublime do que o mero pensamento. O pensamento absoluto é amar; ele não é um pensamento insensível e sim criativo, porque é amor”