Por Ton Paulo

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Possibilidade de fusão entre PCdoB e PSB é bala de prata em projeto petista

Com fusão ou não, PCdoB, que sempre bancou as candidaturas petistas, já avisou que terá nome próprio em 2022 [caption id="attachment_270675" align="alignnone" width="625"] Márcio França, Flávio Dino e Carlos Siqueira em reunião realizada no ano passado | Foto: Twitter/Reprodução[/caption] Em um artigo publicado no jornal O Globo no último dia 23 de julho, o ex-juiz federal e atual governador do Maranhão, Flávio Dino, do PCdoB, faz um apelo mais do que explícito para o que ele chama de "caminhar com Mandela" (o que também dá nome ao artigo). No texto, Dino chama a atenção para a necessidade de uma "ampla união progressista que livre o Brasil do bolsonarismo” e diz que “quem tem clareza dos seus propósitos não teme o diálogo com os diferentes”. A mensagem de Dino é direta em relação à sua vontade de somar forças na esquerda, centro-esquerda, centro e até centro-direita para combater o que ele chama de “golpismo permanente” que realiza “destruições sucessivas de instituições e de vidas”. Mas além da construção de um diálogo com outras forças e frentes que, apesar de posturas e ideologias diferentes, também se mostram como oposição ao governo Bolsonaro, o governador pode ter em mente já um projeto específico de união, o que implicaria na fusão entre seu partido e o PSB, possibilidade essa que passou a ser comentada entre os filiados e apoiadores. Na última semana, O Globo noticiou que Dino estaria articulando uma fusão das duas siglas para criar um partido forte que possa lança-lo como candidato à presidência da República. Além do capital político dos dois partidos juntos (vale lembrar que o PCdoB tem um dos maiores movimentos de juventude do país, a UJS), com a fusão, seria possível tocar um fundo eleitoral de mais de R$ 145 milhões, valor superior ao que é recebido por grandões como o PSDB, DEM e PP (esse último, antigo partido do presidente Jair Bolsonaro). O governador do Maranhão já estaria se referindo ao novo e possível partido como um “MDB da esquerda”, uma vez que a nova legenda poderia atrair vários nomes insatisfeitos com os rumos das suas próprias legendas. Entretanto, a hipótese de PCdoB e PSB unidos em um só partido foi categoricamente negada pela presidente nacional da sigla de Dino, Luciana Santos. De acordo com a vice-governadora do Pernambuco, não há "nenhum debate em curso sobre fusão do PCdoB com PSB ou qualquer outro partido". [caption id="attachment_270676" align="alignright" width="400"] Flavio Dino, governador do Maranhão | Foto: Facebook/Reprodução[/caption] Questionado sobre a questão, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, foi evasivo mas deixou em aberto uma brecha. Siqueira disse que não iria discutir a suposta fusão pelos jornais, uma vez que "essa seria a forma mais segura da fusão não dar certo". "Se acontecer essa fusão, ela deverá ser primeiro discutida internamente, o que não está acontecendo agora, antes de se tornar pública", declarou ao O Globo. Pelo sim ou pelo não, caso essa união entre os dois partidos realmente siga adiante, uma coisa é certa: a perdas serão significativamente grandes para o PT. A legenda petista, que tem uma das maiores bancadas de deputados na Câmara, sempre teve o PCdoB como forte braço eleitoral. Uma composição fechada com outro partido de esquerda, lançando um nome próprio do PCdoB, poderia significar, dessa vez, deixar o PT como coadjuvante. Uma chapa composta por PT e PCdoB para 2022 chegou a ser cogitada. Entretanto, os petistas logo deixaram claro: a cabeça de chapa seria do PT. Em uma entrevista concedida no início do ano, o ex-presidente Lula chegou a dizer que gostava do governador Flávio Dino, mas que "o PT era um partido muito grande comparado ao PCdoB". "É muito difícil imaginar eleger alguém de esquerda sem ser do PT”, disse, à época. Porém, com outras lideranças na esquerda manifestando a vontade e agindo para serem os principais nomes de suas alianças, o jogo pode virar.

É a hora do PT retribuir o apoio que o PCdoB sempre deu, diz Tatiana Lemos

Para a vereadora Tatiana Lemos, do PCdoB, o Brasil está em um momento em que a defesa da democracia é fundamental. Segundo a vereadora, que é filha da ex-deputada estadual Isaura Lemos, nome proeminente do PCdoB em Goiás, caso haja necessidade, fusões e alianças precisam ser feitas. “O PCdoB é o partido mais antigo do Brasil, um partido que foi criado e fundado na luta do povo pelos seus direitos e já passou por muitos momentos difíceis, inclusive já esteve também na clandestinidade, quando em outra época não havia democracia. Então, diante disso tudo, se é necessária uma fusão para que consiga sobreviver e manter a democracia no nosso país”, declarou. Tatiana enfatiza que, apesar ser da base petista, o PCdoB não é o PT. A parlamentar esclarece que o nome do partido para 2022 será o de Flávio Dino e que essa seria a hora da legenda petista apoiar o governador para a presidência da República. “Dino é um homem mais do que preparado, um ex-juiz federal que passou em primeiro lugar no concurso onde, inclusive o Moro ficou na lista de chamada [...]. Na relação com o PT, eu acredito que agora talvez seja a hora do PT retribuir todo esse apoio do PCdoB, talvez tendo aí o PCdoB um nome na cabeça de chapa”, afirmou. [caption id="attachment_270677" align="alignleft" width="394"] Para Tatiana Lemos, é hora do PT retribuir o apoio que já foi dado pelo PCdoB | Foto: Facebook/Reprodução[/caption] “Tudo é uma construção. Hoje, claro, o PT é um partido bem maior do que o PCdoB em questão numérica, mas nadam juntos, têm muitas pautas juntos, e não vejo dificuldade nenhuma do PT querer vir apoiar o PCdoB”, conclui. A vereadora falou sobre as especulações acerca de uma possível fusão entre PCdoB e PSB, mas se referiu à hipótese exatamente como especulações. Porém, Tatiana admitiu que Dino está manifestando que existe a possibilidade da união. Já para a secretária da Mulher do PCdoB em Goiás, Sidiana Soares, uma chance de fusão com outro partido não é pauta dos fóruns. Conforme a secretária, o debate está voltado para as eleições municipais de 2020 e a preparação dos pré-candidatos e das pré-candidatas que serão lançadas pelo PCdoB. Sidiana conta que serão mais de 100 mulheres concorrendo em diferentes municípios do Estado. “Tivemos uma grandiosa plenária no último sábado [18/7] da secretária nacional de mulheres do PCdoB com pré-candidatas de todo Brasil e começamos na próxima semana um curso”, adianta.

Para cientista política, possível fusão é projeto na esquerda sem o PT

Uma nova frente de esquerda o PT não deve encabeçar. Muito menos participar. É o que acredita a doutora em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP) e professora da Universidade Federal de Goiás (UFG), Denise Paiva. De acordo com Denise, uma possível fusão entre PSB e PCdoB representa um movimento de união de forças da esquerda e centro-esquerda, com a qual, segundo a professora, o PT tem se mostrado reticente. Conforme Denise, o partido de Lula tem como marca primar pela liderança das alianças das quais participa e não seria diferente agora. “Vejo com ceticismo o PT acompanhar esse movimento de união, porque uma característica do partido, sem fazer nenhum juízo de valor, é que em geral as alianças que ele aceita formar são alianças onde as candidaturas gravitam em torno dele. Ele é hegemônico”, avalia. [caption id="attachment_270678" align="alignright" width="300"] PT é homogênico e pode não querer compor união, diz cientista política | Foto: Arquivo pessoal/Reprodução[/caption] A professora vê Flávio Dino como um potencial para 2022, mas adianta que tudo vai depender de como vão se comportar as lideranças dos partidos envolvidos nessa união. “Se vai ser uma candidatura competitiva. Isso vai depender muito de quem vai ser o candidato do próprio centro da esquerda, porque ainda está um cenário muito nebuloso. O Flávio Dino tem sido uma liderança importante no campo da esquerda, mas é preciso criar novas negociações”, conclui.

Variedade de propostas dificulta consenso em torno da reforma tributária

Economistas divergem sobre a proposta ideal, assim como parlamentares responsáveis por alteração. Uma coisa é certa: consenso ainda está longe de ser obtido

Tramitação do Plano Diretor gera disputa entre Câmara e outros órgãos

Supostas falhas e ilegalidades são apontadas pelo MP e CAU no trâmite, já atrasado, da revisão do projeto

Em plena pandemia, Justiça de SP nega suspensão da Festa de Barretos

No resultado do requerimento, o Tribunal de TJ-SP negou o pedido e afirmou que “não há requisitos legais que autorizem a medida do cancelamento

Apesar de recomendação do MP, Plano Diretor segue na Câmara, garante Policarpo

O presidente da Casa afirmou que respeita a posição do órgão, mas que entende que o projeto deve seguir normalmente

Recuo de Vanderlan transforma candidatura de Iris na peça-chave em Goiânia

Com saída do senador do PSD da disputa pelo cargo de prefeito na capital, nome do emedebista se torna o principal fiel da balança na corrida pelo Paço Municipal

De nanico a “grandão”, Podemos quer confirmar presença forte nas eleições

Hoje, com o nome de Podemos, a legenda conta com uma ampla representatividade na política e já é a segunda maior bancada do Senado Federal

Pastor deve ser vice de Felisberto Tavares na corrida à Prefeitura de Goiânia

Gilmar Santos é pastor no Ministério Cristo para Todos, em Goiânia [caption id="attachment_267436" align="alignnone" width="620"] Pastor Gilmar Santos / Foto: Facebook[/caption] O pastor Gilmar Santos, do Ministério Cristo para Todos, é o nome mais provável até o momento para compor como vice na chapa com o vereador Felisberto Tavares (Podemos), pré-candidato à Prefeitura de Goiânia. Em entrevista ao Jornal Opção, o deputado federal José Nelto afirmou que o pré-candidato a vice-prefeito de Felisberto seria provavelmente um pastor, mas não quis revelar o nome. Entretanto, a reportagem confirmou posteriormente que o mencionado se trata de Gilmar, líder da igreja evangélica estabelecida em Goiânia.  

PUC Goiás anuncia retorno presencial das aulas em agosto e levanta polêmica

O comunicado acabou pegando de surpresa os estudantes que não esperavam o retorno presencial das aulas, uma vez que se mostra preocupante o cenário de coronavírus que o Estado de Goiás atravessa [caption id="attachment_266464" align="alignnone" width="620"] Campus V da PUC Goiás / Foto: Reprodução[/caption] A Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) confirmou nesta segunda-feira, 6, o retorno presencial das aulas a partir do mês de agosto deste ano. O comunicado foi feito através de uma plataforma online da instituição e gerou críticas de alunos devido ao quadro de alta incidência do Sars-CoV-2 (coronavírus) no Estado. Na nota, publicada na plataforma Serviços Online (SOL), a pró-reitora de graduação Profa. Dra. Sonia Margarida Gomes Sousa afirma que é necessário que "a conclusão deste semestre letivo se dê com a mesma qualidade e compromisso de sempre" e que aguarda os alunos "presencialmente no mês de agosto". "Tenha certeza que a sua presença dá vida, colorido e alegria às nossas salas de aula, laboratórios, auditórios, pátios, cantinas. Você é o motivo maior da existência da PUC Goiás. Despeço-me desejando-lhe feliz férias!! Aproveite o tempo livre que terá para ler um bom livro, assistir a um bom filme, ouvir uma boa música. Muito obrigada!!", finaliza. O comunicado acabou pegando de surpresa os estudantes que não esperavam o retorno presencial das aulas, uma vez que se mostra preocupante o cenário de coronavírus que o Estado de Goiás atravessa. Ao Jornal Opção, a estudante de Direito e membro do Movimento Correnteza Ana Carolina Vasconcelos manifestou repúdio em relação à iniciativa da universidade e afirmou que "não existe colorido e alegria" quando mais de 600 vidas foram perdidas em Goiás. "Com mais de 64 mil mortes no país, a reitoria afronta as recomendações sanitárias de segurança e expõe ao risco os estudantes, as famílias dos estudantes, os profissionais da educação e a classe trabalhadora", disse a acadêmica.

Covid-19 em Goiás

Nesta segunda-feira, a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) informou que há 29.627 casos de Covid-19 no território goiano. Destes, há 654 óbitos confirmados. No Estado, há 72.571 casos suspeitos em investigação. Outros 33.642 já foram descartados. É consenso entre as autoridades sanitárias que a forma mais eficaz de prevenção contra o coronavírus é, além do uso de máscara, o isolamento e distanciamento social.

Burocracia bancária torna recurso do FCO inacessível para microempresários

Mesmo com as linhas de créditos oriundas do FCO liberadas, pequenos empresários se veem impedidos de acessar o recurso nas situações em que mais precisam

Conservador e cristão: PSC desponta em Goiás e garante presença nas eleições

Conhecido pelos ideais conservadores e ligados à família, o PSC tem se destacado em Goiás e promete formar bancadas majoritárias em alguns municípios nestas eleições

Estudante de Economia de Goiás é selecionado para encontro com o papa na Itália

O evento, a ser realizado em novembro deste ano, contará com a presença de intelectuais e jovens economistas do mundo todo com o objetivo de debater e traçar um modelo de economia sustentável  [caption id="attachment_265457" align="alignnone" width="620"] Marcos Antônio Silva é formando em Economia pela UFG e presidente da Feneco / Foto: Arquivo pessoal[/caption] O formando em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Marcos Antônio da Silva, de 29 anos, já marca no calendário os dias restantes para fazer as malas. Isso porque o jovem, que também preside a Federação Nacional dos Estudantes de Economia (Feneco), é um dos selecionados para ir à Itália num encontro com o papa Francisco, onde será debatido um novo modelo de economia sustentável e inclusiva para os mais vulneráveis. Batizado de Economia de Francisco, em referência a São Francisco de Assis, o encontro global com o líder máximo da Igreja Católica está previsto para ocorrer em novembro deste ano, na cidade italiana de Assis, e será dividido em eixos temáticos, contando com a presença de intelectuais, jovens economistas e estudantes de Economia de 115 países. A intenção do encontro, segundo o próprio Marcos Antônio, é levantar possibilidades e propostas num debate acerca de um modelo de economia mais inclusivo e democrático para aqueles considerados vulneráveis socialmente. "Vez ou outra o papa Francisco tem publicado algo sobre uma economia mais inclusiva, mais sustentável. Então ele idealizou esse encontro global onde a ideia dele é discutir uma nova economia para o mundo", explica Marcos.

Projeto social e encontro com ganhadores do Nobel

O estudante de Economia da UFG é um dos líderes do projeto social Somos Crisálidas, voltado para o combate à extrema pobreza e redução da vulnerabilidade social em Goiás. Ele conta que se inscreveu em novembro do ano passado para o encontro com o papa Francisco, e em dezembro teve a surpresa. "Quando chegou o convite para o encontro, nem tinha indícios do coronavírus, para você ver como o papa estava certo em sua reflexão!", relata Marcos. "No processo de seleção, nós tivemos que fazer a inscrição e falar sobre o desejo de participar desse encontro, além de contar nossa história e qual a contribuição que poderíamos dar". [caption id="attachment_265458" align="alignright" width="380"] Para Marcos Antônio, encontrar o papa Francisco para debater uma nova economia é uma oportunidade única / Foto: Arquivo pessoal[/caption] Para Marcos Antônio, o encontro, que estava inicialmente previsto para ser realizado em março, mas que, devido à pandemia, precisou ser remarcado para novembro, é uma oportunidade inigualável, e ele não esconde a empolgação pelo que o aguarda. "Isso é extraordinário! Eu estou muito animado, muito feliz com essa oportunidade por duas coisas: a primeira é poder ir para um ambiente onde estarão um Nobel da Economia, que é o Joseph Stiglitz, e um Nobel da Paz que é o Muhammad Yunus. E a outra coisa é de ir para esse evento não só como ouvinte, mas como participante. Se fosse só para ouvir, já seria uma grande coisa, mas nós vamos sabendo que temos uma contribuição para oferecer", comemora.

Professor da PUC Goiás é cotado para assumir MEC

Gilberto Garcia é ex-vice-reitor da UEG e professor adjunto da PUC Goiás [caption id="attachment_264895" align="alignnone" width="620"] Gilberto Garcia é frei franciscano e professor da PUC Goiás / Foto: Reprodução[/caption] O professor da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) e ex-vice-reitor da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Gilberto Gonçalves Garcia, é um dos cotados para assumir o Ministério da Educação (MEC) no lugar de Carlos Alberto Decotelli. [relacionadas artigos="264876"]

Segundo o site da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil, a Anec, Garcia é doutor, Mestre e Graduado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ; foi Reitor da FAE Centro Universitário, reitor da Universidade São Francisco/USF, vice-reitor da UEG e reitor da Universidade Católica de Brasília/UCB. Ele também é professor adjunto do Programa Stricto Sensu em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

Obras para ampliar esgotamento sanitário em Pirenópolis mantém preservação do patrimônio histórico

Para fazer o levantamento e acompanhamento arqueológico das obras, a Saneago contratou a Fundação Aroeira, entidade sem fins lucrativos ligada à PUC Goiás [caption id="attachment_264187" align="alignnone" width="620"] Foto: Divulgação[/caption] O município goiano de Pirenópolis, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) está recebendo, por parte da Saneago, as obras de ampliação do seu sistema de esgotamento sanitário. Porém, com o intuito de preservar os casarões seculares, ruas e igrejas de arquitetura colonial, a execução segue rigorosamente todas as determinações técnicas do órgão normativo em relação ao monitoramento arqueológico. Para fazer o levantamento e acompanhamento arqueológico das obras, a Saneago contratou a Fundação Aroeira, entidade sem fins lucrativos ligada à Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). Apenas após a realização da etapa de sondagem é que o trecho é liberado para escavação. A conclusão dos trabalhos está prevista para o primeiro semestre de 2021, e a expectativa é que cerca de 60% da população pirenopolina seja atendida com os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto. O benefício vai transformar o atual cenário de utilização de fossas sépticas, contribuindo para a preservação do lençol freático e de importantes cursos d'água. O valor dos investimentos é de aproximadamente R$ 17,3 milhões, provenientes de recursos próprios e federais (OGU-PAC).

Desburocratização proporcionou agilidade na abertura de empresas, diz presidente da Juceg

Para Euclides Barbo Siqueira, presidente da Juceg, a criação da Junta Comercial o processo de abertura de empresa ficou mais rápido e prático [caption id="attachment_264182" align="alignnone" width="620"] Euclides Siqueira, presidente da Juceg / Foto: YouTube[/caption] O meio empreendedor de Goiás teve motivo pra comemorar recentemente. É que o Estado passou a vigorar em terceiro lugar no ranking nacional de menor tempo necessário para abertura de empresas, atrás apenas do Distrito Federal e Sergipe. Para o presidente da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg), o avanço é justificado pela desburocratização dos sistemas. A implantação do programa Junta Digital em 2019 pelo órgão, por exemplo, fez com que o tempo de abertura de empresas caísse para 41% levando a um prazo de 36 horas (1 dia e meio) para o registro empresarial. No Brasil, a agilidade média para formalização de negócios dura 4 dias e 6 horas, segundo levantamento do Ministério da Economia, que organiza esse ranking no país. Para Euclides Barbo Siqueira, presidente da Juceg, a criação da Junta Comercial o processo de abertura de empresa ficou mais rápido e prático. “Nós já vínhamos fazendo esse trabalho desde o meio do ano passado, com a criação da Junta Digital. Então, quem quiser abrir uma empresa no estado de Goiás hoje, é só entrar no computador e abrir", disse. Euclides também deu um balanço atualizado do quadro empresarial no estado, com dados de maio último. Segundo ele, Goiás teve a abertura de 1.837 empresas e fechou outras 1066, com um saldo positivo de 771 empreendimentos formalizados.