Sindicato de bares de Goiânia diz que lei seca é “ofensa” a segmento

Newton Pereira, presidente do SindiBares, destacou que bares e restaurantes estão cumprindo todas as medidas de prevenção à Covid desde que reabriram e espera que o prefeito de Goiânia, Rogério Cruz (Republicanos) não siga o decreto estadual

Foto: Reprodução

A recomendação do governador Ronaldo Caiado (DEM) de implementar a lei seca em bares e restaurantes de Goiás, como meio de evitar aglomerações e, assim, a transmissão da Covid-19, repercutiu negativamente entre o segmento. Para o presidente do Sindicato dos Restaurantes, Bares e Similares de Goiânia (Sindbares), Newton Pereira, empresários dessa área estão com o sentimento de “injustiça” diante da iniciativa.

Ao Jornal Opção, o presidente do sindicato se referiu à sugestão do governador como uma “ofensa” a donos de bares e restaurantes, uma vez que, segundo ele, Caiado estaria sinalizando que são esses estabelecimentos os principais responsáveis pela transmissão do novo coronavírus.

“Bares e restaurantes ficaram fechados 150 dias durante a pandemia. Fomos os primeiros a fechar e praticamente os últimos a reabrir. Quando reabrimos, reabrimos com total segurança, seguindo os protocolos e com responsabilidade.”

Pereira destacou que bares e restaurantes estão cumprindo todas as medidas de prevenção à Covid desde que reabriram e citou como principal causa recente de transmissão do vírus as campanhas políticas.

O presidente do Sindibares disse ainda que espera que o prefeito de Goiânia, Rogério Cruz (Republicanos), não siga a recomendação do governador do Estado e se atente, sim, para os números da Covid de cada município para tomar uma decisão.

 

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