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Lista de lugares para comer galinha caipira com pequi em Goiânia

Comidas típicas de Goiás podem ser preparadas sozinhas ou juntas. Junção dos ingredientes aguça ainda mais o paladar de quem gosta do fruto e do animal criado fora do processo industrial

A passos de formiga, empresas goianas adotam medidas anticorrupção

Planos de combate a desvios, conhecidos como "compliance", viraram febre no mercado após a Lava Jato enterrar a credibilidade de grandes corporações; governo goiano exige o mesmo das contratadas

Justiça está cada vez mais rigorosa com os políticos

Prefeitos e agentes públicos do Tocantins têm enfrentado os rigores da Lei, em uma prova de que a legislação está madura após 30 anos da Constituição

Quais são os próximos passos da oposição ao governo Caiado

Partidos que se posicionaram contra o projeto de gestão do democrata em Goiás vivem momentos diferentes, com redução dos atores que planejam nova via eleitoral

Livro resgata a história de Câmara Filho, o “goiano” que foi elogiado por Einstein

O pai da Teoria da Relatividade elogiou o jornalista e político pelo apoio aos judeus em Goiás. Oswaldo Aranha também o aplaudiu

Argumentações a partir do filósofo coreano Byung-Chul Han

A democracia afirma-se com expectadores: damos nossa subordinação e não nossa participação. Excluídos são processados pelo algoritmo para justificar a deficiência

PSDB de Jalles Fontoura propõe bancar Mara Naves, do MDB, pra prefeita de Goianésia

O ex-prefeito afirma que não será candidato e menciona três nomes tidos como fortes: Marco Antônio, Robson Tavares e José Machado

Sabrina Garcez pode ser vice de Virmondes Cruvinel em Goiânia

“Suas ponderações são sustentadas por argumentos técnicos e posições firmes. Ela tem conexão com a sociedade e faz uma oposição inteligente”, diz Virmondes

Livro de Fernando Safatle examina e revisa história política e econômica de Catalão

O autor afirma que escreveu uma obra marxista da história do mais rico município do Sudeste de Goiás

“Gustavo Mendanha vai ser eleito no primeiro turno e com 80% dos votos”, diz líder do Podemos

“Aparecida, sob Gustavo, entrou num novo patamar — o de excelência na aplicação dos recursos públicos — e não vai recuar”, afirma Felipe Cortês

Listão dos 15 políticos que “não” rejeitam ser vice de Iris Rezende

Wilder Morais, Silvio Fernandes, Eduardo Machado e até Vilmar Rocha são apontados como possíveis vices do prefeito de Goiânia

Lissauer Vieira tem maioria para se reeleger presidente da Assembleia; governismo tem nomes fortes

Bruno Peixoto, Humberto Aidar e Álvaro Guimarães são alternativas que podem ser bancadas pelo governismo se “acordão” não vingar

PSDB ou MDB: um dos partidos pode bancar o vice de Antônio Gomide em Anápolis

Há também a possibilidade de Samuel Gemus ser vice de Márcio Correia ou vice-versa. MDB não descarta aliança com Roberto Naves [caption id="attachment_215215" align="alignright" width="234"] Samuel Gemus, do PSDB[/caption] O PSDB e o MDB estão apostando em dois profissionais da área de saúde para renovar seus comandos em Anápolis. A velha guarda anapolina transformou o MDB num nanopartido — assim como ocorreu com o PSDB. Portanto, a renovação é uma necessidade de sobrevivência tanto local quanto estadual. O PSDB buscou o médico Samuel Gemus para dirigi-lo. É uma tentativa de atrair forças políticas novas e não desgastadas. O partido tem feito papel de figurante — dos mais figurantes — nos últimos pleitos no município. Eleitoralmente, aproxima-se da desmoralização. O MDB local servia, até há pouco, a grupos sem força política e representatividade na sociedade. Tornou-se um perdedor, um partido coadjuvante, chegando, nas eleições regionais, a prejudicar os candidatos a governador. Por isso o presidente estadual Daniel Vilela decidiu bancar o dentista e empresário Márcio Correia para comandar o partido. Samuel Gemus e Márcio Correia são jovens e não têm desgastes políticos. E, claro, não têm experiência política. Entretanto, mesmo mudando os comandos, MDB e PSDB talvez não tenham a mínima chance de eleger o próximo prefeito de Anápolis. No momento, há uma polarização entre o prefeito Roberto Naves, que deve trocar o PTB pelo PP, e o deputado estadual Antônio Gomide (PT). Roberto Naves revelou-se um articulador de primeira linha e opera, no momento, uma ampla frente política — o que pode levá-lo à reeleição. Gomide tem força política, mas é considerado “arrogante” por aliados e prováveis aliados. O petista pode acabar isolado e, deste modo, perder a eleição (há quem aposte que não será candidato, optando pela disputa de deputado federal, em 2022, até para confrontar seu principal adversário na política goiana, o deputado federal Rubens Otoni; eles são irmãos, rivais e, até, inimigos). [caption id="attachment_120580" align="alignleft" width="322"] Márcio Correia, do MDB de Anápolis[/caption] Se não têm chances eleitorais reais, o que farão Samuel Gemous e Márcio Correia? Os dois, embora neófitos, são inteligentes e perspicazes. Por isso, a tendência é uma composição com o PT de Antônio Gomide. Neste caso, Correia (ou Gemus) seria guindado a vice do petista. Há mais duas hipóteses. Primeira: Gemus pode ser vice de Márcio Correia ou vice-versa. Seria a chapa da renovação 100%. Segunda: Márcio Correia poderia ser vice de Roberto Naves. Estranho? Parece, mas não é. O PP aproximou-se administrativamente do governo de Ronaldo Caiado e a aproximação pode se tornar política. Porém, em 2022, se candidato a governador, Daniel Vilela vai precisar do PP — aliás, como Ronaldo Caiado também vai precisar, assim como o PP vai precisar do MDB ou do DEM — e, por isso, tenderá a estabelecer algumas alianças municipais tendo em vista o pleito posterior a 2020. Portanto, não se pode ignorar que o MDB pode acabar compondo uma aliança com o PP em Anápolis — e uma aliança que pode não excluir o DEM. A possibilidade de Roberto Naves articular uma frente poderosa — que poderá se tornar imbatível — não deve ser descartada.

Daniel Vilela ganha queda de braço contra Adib Elias e com o senador Luiz Carlos do Carmo

É provável que, como não conseguirá levar Adib Elias, Renato de Castro e Paulo do Vale de volta, o senador deixe o MDB

STF sofre com decisão frágil sobre prisão após condenação em segunda instância

Há um ano e seis meses, profissionais do Direito alertavam ao Jornal Opção riscos de uma corte tão dividida sobre esgotamento de recursos para cumprimento da pena