Notícias
Líder do governo diz que projeto recebeu várias emendas que podem "contribuir com a matéria". No entanto, reforçou que precisa analisar algumas delas junto à Secretaria de Economia e a Secretaria da Industria
Proposta recebeu várias emendas em plenário; relator rejeitou todas na CCJ
Ao comentar assunto, Trump disse que democratas estão consumidos pelo ódio e tentam, com isso, anular os votos de dez milhões de patriotas
Implantação foi viabilizada por emenda da ex-senadora da República por Goiás Lúcia Vânia. "Vai mudar a vida de muitas famílias", comemora o prefeito
Fica garantido que empresas do Oeste e Nordeste goiano tenham financiamento até 98% do montante do ICMS que o contribuinte tiver que recolher ao Tesouro estadual
[caption id="attachment_169085" align="alignnone" width="620"]
Assembleia Legislataiva | Foto: Denise Xavier[/caption]
O projeto de lei que altera a legislação do Programa de Desenvolvimento Industrial de Goiás (Produzir) foi aprovado na tarde desta quarta-feira, 18, no plenário da Assembleia Legislativa. Com isso, fica garantido que empresas do Oeste e Nordeste goiano tenham financiamento até 98% do montante do ICMS que o contribuinte tiver que recolher ao Tesouro estadual.
O projeto condiciona, no entanto, que as empresas tenham projeto aprovado pela Comissão Executiva do Conselho Deliberativo do FunProduzir, até a data de publicação da lei.
Os deputados Cláudio Meirelles (PTC), Henrique Arantes (MDB), Lêda Borges (PSDB), Adiana Accorsi (PT), Lucas Calil (PSD), Helio de Sousa (PSDB) e Talles Barreto (PSDB) votaram contra a propositura.
Entidades fizeram uma série de sugestões de mudanças no texto do novo programa de incentivos e a Secretaria da Economia deve levar à avaliação do governador
Plenário da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás | Foto: Eduardo Pinheiro/Jornal Opção[/caption]
O projeto de Lei que permite a privatização de empresas estatais goianas foi aprovado em segunda votação na sessão extraordinária desta terça-feira, 17, na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Com isso, Celg Geração e Transmissão (Celg GT), Indústria Química do Estado de Goiás (Iquego), Agência Goiana de Gás (GoiasGás), Goiás Telecomunicações (GoiasTelecom) e Metrobus estão aptas a serem vendidas para a iniciativa privada.
Votaram contra a deputada Adriana Accorsi (PT), Lêda Borges, Helio de Sousa e Gustavo Sebba, do PSDB, além dos deputados Alysson Lima (Republicanos), Cláudio Meirelles (PTC), Henrique Arantes (MDB) e Lucas Calil (PSD).
Com a Lei, o governo espera arrecadar R$ 1,5 bilhão e economizar R$ 100 milhões referentes a repasses financeiros às empresas. A decisão de privatizar as companhias faz parte da estratégia do Executivo de cumprir exigências para adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) do Governo Federal.
Para aceitar o ingresso ao regime, Goiás tem que autorizar a privatização de empresas dos setores financeiro, de energia, de saneamento e outros para a quitação de passivos. Caso não consiga cumprir essas exigências para adesão ao RRF, o Executivo espera ao menos sensibilizar o Supremo Tribunal Federal (STF) a prorrogar o prazo da liminar que suspendeu temporariamente o desembolso mensal para pagamento de serviços da dívida do Estado com o Governo federal.
Líder do Governo diz que ainda vai discutir todas as propostas com o governador, mas que a orientação da relatoria é pela rejeição
Defensor de Leônidas Bueno, no entanto, não descarta que ele tinha conhecimento da existência da competição
[caption id="attachment_226822" align="alignnone" width="620"]
Médico goiano Leônidas Bueno Fernandes Filho | Foto: Reprodução[/caption]
[relacionadas artigos="226820"]
O advogado de defesa de Leônidas Bueno Fernandes Filho, o médico goiano que foi preso em São Paulo, afirma que seu cliente não estava participando da rinha de pitbulls, mas que não pode descartar que ele tinha conhecimento da existência da competição. "Ele sabe da gravidade do que está sendo colocado e no momento adequado vamos apresentar a defesa", diz.
Segundo o defensor, Carlos Márcio Macedo, o médico gastroentorologista estava no local para uma game dog. Ou seja, uma competição em que os cachorros testam seus potenciais, como corrida, força e escalada. No momento final, da confraternização, estaria acontecendo uma rinha com os pitbulls, da qual Leônidas não teria participado.
Leônidas retornou a Goiânia na madrugada desta quarta-feira, 18, após pagar uma fiança de 60 salários mínimos, que foi acordada durante audiência de custódia. Ainda segundo Carlos Márcio, o médico não prestou nenhum outro depoimento à Justiça ou à polícia.
Veterinário
O advogado desmente a versão de que Leônidas e um veterinário do Amazonas eram responsáveis por reanimar os pitbulls feridos durante as brigas. Segundo a defesa, o médico não estava a trabalho e não tinha qualquer relação com o veterinário também preso. "Ele tinha colegas que estavam participando do game dog, mas especificamente esse veterinário não é alguém do relacionamento dele", diz o defensor. "Não tem procedência [o fato de ele ter cuidado de algum animal da rinha], ele não chegou a atender nenhum cachorro", aponta. Leônidas tem um cachorro da raça pitbull em casa e também cria de outros animais em um canil, que são usados especificamente para as competições de game dog. "A família toda é apoiadora da raça e apoia fundações de proteção animal. Uma situação muito delicada e sofrida para todos, mas temos certeza que tudo dará certo", explica. O advogado só se encontrou com Leônidas uma única vez e não teve contato com o inquérito, que ainda está com a Polícia Civil de São Paulo, onde o caso é investigado. O médico vai responder por associação criminosa e maus-tratos contra animais, com agravante de morte, e por jogos de azar.
Condição passa a valer de maneira permanente a partir de abril de 2020. Projeto é uma maneira de atrair indústrias para o ProGoiás
Entre as propostas está uma que pede a manutenção do quinquênio e outra específica da reforma da Segurança Pública
Projeto previa, de início, o fim de 15 tipos, mas emendas mantiveram cinco deles
Cremego se pronunciou, repudiou o caso, mas afirmou que, apesar de avaliar quais medidas tomará, a cassação do profissional caberá ao conselho de São Paulo, onde ocorreu o crime
Gilvan Cândido afirma que categoria conquistou vantagens diferentes às do grupo de servidores civis durante a tramitação da reforma federal e relembra regra de transição
Enquanto isso, nos bastidores, base e sindicalistas tentam chegar a um meio termo


