Notícias

Encontramos 152734 resultados
Especialista teme conflitos após Maduro ordenar fechamento da fronteira com Brasil

Para historiador, caso ajuda humanitária não chegue a situação do país fica comprometida e pode desencadear em possível guerra

O cantor Fagner ganha biografia escrita por Regina Echeverria

Poesia, quando transformada em música, ganha um ar de aula de Moral e Cívica. Com Fagner, a poesia ganha uma força extra

“Pedidos do Ministério Público são irracionais e exagerados”, diz Marconi Perillo

Ex-governador se manifestou diante de ações de quem tem sido alvo nos últimos dias

Após casos de corrupção, vereadora diz que vai acompanhar de perto caso do Imas

Dra. Cristina vem acompanhando o instituto desde o começo de incongruências na relação com os servidores

STF inicia quarta sessão para julgar criminalização da homofobia

Até o momento, somente o relator do caso, ministro Celso de Mello, votou a favor da criminalização pelo Judiciário

Na sessão de hoje, deve votar o ministro Edson Fachin, relator de outra ação sobre o tema | Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, há pouco, a quarta sessão seguida para julgar a Ação a Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) nº 26, na qual o PPS defende a criminalização da homofobia, que é caracterizada por condutas de preconceito contra a população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais). 

Até o momento, somente o relator do caso, ministro Celso de Mello, votou a favor da criminalização pelo Judiciário, na forma do crime de racismo, ante a inércia do Congresso em aprovar uma lei para punir os casos de homofobia desde a promulgação da Constituição, em 1988. Faltam os votos de 10 ministros.

Na sessão desta quinta-feira, 21, devem votar o ministro Edson Fachin, relator de outra ação sobre o tema, além dos ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e o presidente, Dias Toffoli.

Pelo atual ordenamento jurídico, a tipificação de crimes cabe ao Poder Legislativo, responsável pela criação das leis. O crime de homofobia não está tipificado na legislação penal brasileira.

No entendimento do PPS, a minoria LGBT deve ser incluída no conceito de "raça social", e os agressores, punidos na forma do crime de racismo, cuja conduta é inafiançável e imprescritível. A pena varia entre um a cinco anos de reclusão, de acordo com a conduta.

“Presidente do Imas influenciava as pessoas que tinham poder de fiscalização”, diz MP

Auditoria terceirizada foi contratada por Sebastião Peixoto e não tinha poder de fiscalização

“Reforma da Previdência é um ganho para o futuro do Estado”, diz secretária da Economia

Cristiane Schmidt já manifestou seu interesse de que Goiás possa aderir imediatamente ao texto aprovado no Congresso

Eduardo Zaratz diz que Rodrigo Rollemberg não ajustou contas do governo do DF

O secretário de Desenvolvimento Social afirma que o governador Ibaneis Rocha é “ágil” e prioriza áreas “sensíveis”

“Vamos vasculhar de forma incisiva todos os contratos de direção das OSs”, afirma deputado

Eduardo Prado diz que há denúncias de irregularidades como superfaturamento, distorção de preços pagos pelo Estado e enriquecimento ilícito de gestores das OSs

Zaratz diz que, com fim da coligação proporcional, vários partidos vão lançar candidatos a prefeito

“Com o financiamento público, todos vão ter dinheiro para a campanha. O PV vai lançar chapa completa para vereador, então é possível que lance também candidato a prefeito”

Executiva nacional do PSDB arquiva pedido de expulsão da prefeita Cinthia Ribeiro

PSDB decidiu arquivar os processos de expulsão contra os prefeitos de Palmas, Cinthia Ribeiro; de São Paulo, Bruno Covas; de Manaus, Arthur Virgílio; e de Santos, Paulo Alexandre Barbosa

Bougainville recebe exposição de fotografias “Eyes of the Street”

Mostra reúne imagens captadas por moradores de comunidade carente do Setor Terra do Sol, em Aparecida de Goiânia

Polícia Federal cumpre, no Rio, mandados no caso Marielle

De acordo com a PF, os agentes federais não estão apurando a autoria ou motivação dos assassinatos, já que isso é responsabilidade da Polícia Civil e só vai se manifestar quando investigação estiver concluída

Escritora Cinthya Amaral Santos lança em Goiânia o romance “Mar de Fevereiro”

Fruto de imersões autobiográficas , obra tem como pano de fundo a saga da matriarca Norma Molina, cuja história é contada pela neta

José Loreto quebra silêncio, admite falha e pede desculpas à atriz Débora Nascimento

“Não fui legal com você, cruzei fronteiras emocionais que hoje me arrependo profundamente", diz ator