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A oposição tem dois nomes: Juraci Martins e Sebastião Lázaro Pereira. E agora surgiu outro postulante: Fernando Duarte
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Paulo do Vale, prefeito de Rio Verde | Foto: Divulgação/Facebook[/caption]
Há as versões e os fatos (ou o fato). Pois em Rio Verde é assim: há um candidato definido a prefeito. Trata-se exatamente do prefeito Paulo do Vale, atualmente sem partido, mas procurado por vários partidos, como DEM, Podemos, Pros e PP.
Fala-se em Juraci Martins, ex-prefeito. Aí, quando sondado, sugere para os aliados que a saúde não é das melhores (problemas cardíacos). As pesquisas também não o ajudam.
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Sebastião Lázaro Pereira, o Tatão: é o nome novo e com experiência em gestão para a disputa da prefeitura | Foto: Reprodução[/caption]
Em seguida fala-se de Sebastião Lázaro Pereira. O reitor da Unirv é competente e tem fama de gestor eficiente, pois, sob seu comando, a Unirv cresceu e criou até um curso de Medicina. Tatão, como é conhecido, é o “novo” com experiência administrativa. Pode surpreender Paulo do Vale porque, no fundo, é “parecido” com o prefeito, com a diferença de que é simpático e agregador. Aliados sugerem que lhe falta carisma e acrescentam que não sabem se deixaria a Unirv, que é uma potência.
Na ausência de definições na oposição, surgiu um outsider, o empresário do setor de transportes Fernando Duarte, que pode se filiar ao MDB ou ao Patriota.
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Fernando Duarte: Paulo do Vale é o gestor do batom | Foto: Divulgação[/caption]
“Paulo do Vale passou um batom na cidade colocou uns semáforos novos, mas sua administração não tem nada de extraordinária. Mas, como ninguém define que vai enfrentá-lo, fica com a aura de imbatível, o que não é. Ele fez umas escolinhas no Clube do Povo, o que não agradou os pobres, mas ninguém fala nada sobre o assunto. Na campanha, defenderei a retomada do clube para o povão. Uma das minhas propostas é a emancipação da região norte de Rio Verde, que tem cerca de 50 mil habitantes, e nominá-la de Rio Verde do Norte. O povo da região quer a separação, que, se confirmada, pode gerar 4 mil novos empregos públicos. Paulo do Vale é contra a criação do novo município”, afirma Fernando Duarte.
Um experimentado político local ressalva: “Fernando Duarte sempre aparece como pré-candidato, mas, na hora agá, recua e apoia alguém. Agora, provavelmente, não será diferente”. Duarte já conversou com Maguito Vilela e Jorcelino Braga, presidente do Patriota.
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A fábrica da cidade produzira 35 mil aviões de combate, e os jatos alemães da Messerschmitt deixavam os oficiais da aviação aliada em polvorosa
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Jair Bolsonaro: discurso firme na ONU — e elogiado por Donald Trump | Foto: Reprodução[/caption]
De Augsburg, Alemanha — O presidente Jair Bolsonaro discursou, como fazem os presidentes brasileiros por tradição, na abertura da Assembleia Geral da ONU. Nem bem pronunciava sua peroração, e já surgiam as críticas. “Em discurso agressivo, Bolsonaro diz que há falácias sobre a Amazônia”; “Bolsonaro distribui ataques a Cuba, Venezuela e França em sua fala na ONU”; “Presidente faz discurso agressivo e critica imprensa em estreia na ONU”; “Bolsonaro desperdiça seu momento na ONU”; “O tom, a estética e as paranoias marcaram o discurso na Assembleia Geral da ONU”, “Com a dureza de sempre, Bolsonaro queima chances de construir pontes na ONU”; “Discurso de Bolsonaro na ONU isola ainda mais o Brasil”. Estas são algumas das manchetes nos principais jornais brasileiros.
Mas um único comentário destrói todo esse fogo de artifício, toda essa perfumaria esquerdista. O presidente Donald Trump, encontrando Jair Bolsonaro após a sessão, declarou: “Bom Discurso”. Este, o comentário que interessa, embora ignorado pela imprensa brasileira. E um apelo ao leitor: leia a íntegra do discurso do presidente. É um discurso duro, mas altaneiro. Interessante à nossa soberania. E veraz, absolutamente veraz. O leitor não encontrará ali nenhuma palavra que não seja a expressão pura da verdade.
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“Vieira na Ilha do Maranhão” é o mais novo clássico da literatura brasileira. A história deve redundar num belo filme de época
Tomara que o poeta permaneça ativo, evoluindo a técnica artesanal e atento ao seu tempo. Poesia carece de franqueza, sem temer a absorção da problemática cotidiana
Se em “Batman: A Piada Mortal” vemos que um dia ruim pode mudar a vida de um homem, imagine uma sucessão de tragédias
Oscar Pilagallo é autor de uma síntese sobre a República e Pietro Sant’Anna escreve a biografia de Deodoro da Fonseca


