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Novo programa do TCE-GO avalia cumprimento de metas e execução de programas estaduais

Dentre as finalidades do sistema de controle interno estão avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual

Advogado, Demóstenes Torres estreia no Supremo Tribunal Federal com vitória

Após provocação do escritório de Demóstenes, ministro do STF, Alexandre de Moraes, decidiu que provas produzidas após confissão do réu sejam consideradas ilegais

Propostas de Reforma Tributária beneficiam apenas estado de São Paulo, diz diretor executivo da Adial

Segundo ele, modelo proposto de imposto único tende a penalizar Estados produtores, como Goiás, e deve-se buscar um equilíbrio

Cirurgia bariátrica trata diabetes, hipertensão, e melhora quadros de infertilidade, diz especialista

“Estamos tratando uma doença crônica, e a cirurgia é o melhor tratamento para quem é portador de obesidade”

Proposta oferece atendimento psicopedagógico a alunos hospitalizados

Autor do projeto argumenta que estudantes ficam prejudicados sem acompanhamento profissional

Paulo Magalhães defende o fundo que retém duodécimo

Vereador diz que recursos podem ser utilizados para a melhoria de equipamentos e usado na procuradoria da Casa [caption id="attachment_174121" align="alignnone" width="620"] Foto: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption] O vereador Paulo Magalhães (PSD) defende o fundo para reter os recursos disponíveis do duodécimo na Câmara Municipal de Goiânia. De acordo com ele, o dinheiro é necessário para modernizar equipamentos obsoletos, obras de infraestrutura, munir a procuradoria com melhores condições de trabalho e pagar funcionários da Casa que não puderam ser pagos de forma efetiva. A Casa Legislativa necessita, segundo o vereador, trocar os equipamentos para que a TV Câmara volte a funcionar. Atualmente, a emissora funciona através de empréstimo da TV Assembleia.  Paulo ainda argumenta que o painel de presença não funciona a contento e não há ônibus para transporte de idosos para as sessões legislativas. “O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás está brigando com o governo para que repasse o duodécimo completo. Aqui fica R$ 4 milhões todo mês e não reclamamos. Todo empréstimo que chega aqui da Prefeitura, nós aprovamos, se é para benefício da cidade”, argumenta. Magalhães afirma ainda que os recursos devolvidos acabam gerando benefícios exclusivos para os presidentes em exercício da Câmara no momento da devolução. “Os ex-presidentes anteriores que devolveram sempre tiveram vantagem política. Por exemplo, o Clécio Alves construiu uma creche diferenciada de todas as creches padronizadas na região dele; o Andrey devolveu, não sei qual foi a vantagem que ele ganhou. Nós temos obrigação de fiscalizar”, bradou. A proposta de criação do fundo é assinada pelo presidente da Casa, Romário Policarpo (Patriota), com o argumento de evitar que os valores sejam devolvidos ao Executivo ao final de cada ano, como ocorre atualmente. A Câmara Municipal recebe mensalmente duodécimo, que é a participação do Legislativo na receita do município. Atualmente, o que não é gasto precisa ser devolvido. A matéria já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e segue para plenário.

João de Deus faz novos exames, mas continua estável

O médium deve passar por avaliação do cardiologista na segunda-feira, 30 [caption id="attachment_202305" align="alignnone" width="620"] Foto: Divulgação[/caption] João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus, passou por novos exames no Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia na manhã deste domingo, 29. Os médicos avaliaram o estado de saúde do médium, que deve ser atendido por um cardiologista na segunda-feira, 30. De acordo com boletim da instituição, ele está internado na enfermaria com estado estável e em observação. O médium deu entrada na unidade na noite da última sexta-feira, 27, com dores no peito e anemia. Em entrevista ao Jornal Opção, o advogado de João de Deus disse que aguarda emissão do laudo médico, expedido pela junta médica do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), que irá atestar se João Teixeira possui condições de permanecer recluso ou responderá em prisão domiciliar. Segundo o advogado, tonturas e desmaios do médium foram agravados com o calor intenso das últimas semanas. João de Deus está preso desde dezembro do ano passado após dezenas de mulheres o denunciarem por abuso sexual.

“Antes do PSDB, Goiás era um Estado provinciano”, diz Jânio Darrot

Presidente regional avalia que o partido ainda tem muito a contribuir para o Estado e promove encontros regionais

Corpo de Bombeiros continua trabalho contra incêndio no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

As chamas atingiram mais de seis mil hectares. Equipes dos bombeiros e voluntários estão no local para o combate

Plano Diretor propõe desenvolvimento econômico com qualidade de vida, diz técnico

Projeto traz melhor regulação dos Arranjos Produtivos Locais (APLs) e a instituição de Polos de Desenvolvimento Econômico de forma mais robusta

Programa de integridade, em vigor no próximo mês, mobiliza empresas goianas

Lei aprovada em junho determina a prestadoras de serviços públicos elaboração de mecanismos internos que busquem evitar fraudes e prevenir riscos

“CPI não é só investigativa, mas propositiva”, diz Vinicius Cirqueira

Comissão Parlamentar de Inquérito deve ouvir quatro empresários na segunda-feira, 30

Eleições de 2020 consolidarão os novos grupos de poder em Goiás

Disputa nos municípios começará a determinar como será a divisão do espólio deixado pelo PSDB depois do ciclo de vinte anos como mandatário no Estado A partir da próxima sexta-feira, dia 4, começa a contagem regressiva para as eleições municipais de 2020. Restará exatamente um ano para que o eleitor renove seu encontro bianual com as urnas, dessa vez para escolher vereadores e prefeitos dos mais de 5 mil municípios brasileiros – 246 deles em território goiano. Mais que uma rotina eleitoral, que se repete em intervalo curto demais, em Goiás as eleições serão um marco na formatação dos novos grupos de poder, após o fim de um ciclo de 20 anos em que o PSDB e aliados estiveram comando do Estado. É do resultado municipal que se começa a desenhar o cenário para 2022, quando ocorre a eleição para governador, deputados (estadual e federal), senadores e presidente da República. Parece assunto distante, mas, da forma como o sistema político funciona no Brasil, não é. Com eleições a cada dois anos, o calendário político-partidário não para, prejudicando, inclusive, a administração pública, pois prefeitos, governadores e presidentes dificilmente deixam de ser contaminados pelas necessidades eleitorais quando têm de decidir administrativamente. Em Goiás, as peças se movem para ocupar o espólio deixado pelo PSDB. Com o poder gravitacional da caneta, o governador Ronaldo Caiado (DEM) começa a atrair antigos aliados do grupo que orbitava o ex-governador tucano Marconi Perillo. O PTB, por exemplo, está indo para a base do democrata – o que contribuiu para a saída de Jovair Arantes, um marconista histórico, que ironicamente está indo para o MDB, a rigor um dos poucos partidos que se mantiveram na oposição nas últimas duas décadas. Deputados como Virmondes Cruvinel (Cidadania) e Diego Sorgatto (PSDB) estão votando com o governo na Assembleia Legislativa. Tião Caroço, outro marconista histórico, está em litígio com o partido e declarou que, apesar de não estar na base, mas que não tem motivos para alinhar-se contra o governador. Esses são apenas alguns exemplos. Caiado disputou a eleição de 2018 com quase nenhum apoio de prefeitos. Como os municípios são altamente dependentes do governo estadual para sobreviver, certamente boa parte daqueles que saírem vitoriosos do pleito de 2020 buscarão alinhamento com o Palácio das Esmeraldas. A reviravolta foi tremenda. Há alguns anos, o DEM, partido do governador, passou por um forte processo de desidratação, a ponto de se cogitar o fim da legenda. Paralelamente, o MDB ganha musculatura com a chegada de Jovair Arantes, seu filho Henrique Arantes (a confirmar), que é deputado, e seu grupo político. O partido aposta na reeleição de Iris Rezende em Goiânia. O pacote de obras na capital, apesar dos problemas iniciais (com as interrupções no trânsito), tente a influir na decisão do voto, afinal, quem o escolheu, o fez exatamente por essa característica, a de tocador de obras. Na mais remota hipótese – a do prefeito não tentar novo mandato  –, Iris seria um fortíssimo cabo eleitoral. Apesar de não ter sido vitorioso em 2018, Daniel Vilela saiu fortalecido da eleição. O segundo lugar, brigando contra um candidato que desde o início surgiu como favorito e um que tinha a máquina estadual nas mãos, o colocou como uma das peças importantes no jogo. Daniel tem se dedicado a articular o partido no interior, para que seja eleito um número de prefeitos e vereadores que lhe dê sustentação para 2020. Fora das legendas que polarizaram a disputa política nos últimos anos em Goiás, lideranças que independem dos partidos têm potencial para ocupar esse protagonismo a partir de 2020. Eleito senador, Jorge Kajuru (Cidadania) é uma força da natureza – goste-se ou não dele. Apesar do temperamento explosivo e imprevisível, o protagonismo que adquiriu logo nos primeiros meses no Senado e o apoio popular o tornam, naturalmente, um ator importante tanto para o ano que vem quanto para 2022 – seja como candidato, seja como cabo eleitoral. Vanderlan Cardoso (PP) também se encaixa no perfil “estrela com luz própria”. Traz um grande recall da administração de Senador Canedo e das eleições que disputou para prefeito de Goiânia (perdendo para o próprio Iris) e para governador do Estado. Com a eleição para o Senado, por muitos considerada improvável até poucos dias antes da votação, reforçou seu cacife. Bem recebido pelo eleitorado evangélico, Vanderlan ensaia uma dobradinha com Francisco Júnior (PSD) – este, como candidato a prefeito de Goiânia. Francisco Júnior é outro cuja derrota, em 2016, mais o fortaleceu que enfraqueceu, pois deixou a imagem de uma campanha limpa e criativa. Mesmo sendo católico, tem um bom trânsito nas igrejas protestantes. Essa parceria, contudo, passa pela definição no PP. O partido tem nomes expressivos, como o ex-ministro Alexandre Baldy, que hoje é um dos auxiliares mais destacados do governador de São Paulo, João Dória, e é um potencial candidato ao Palácio das Esmeraldas, além de dois deputados federais, Adriano do Baldy e Alcides Rodrigues. A legenda pode atrair, ainda, o vice-governador Lincoln Tejota, que provavelmente deixará o Pros. Não se descarta, evidentemente, a força do PSDB. Mesmo ferido gravemente em 2018, com a perda do poder central e desidratação da sua bancada parlamentar, o partido junta os cacos para chegar forte em 2020. O presidente da legenda, Janio Darrot (prefeito de Trindade), tem provado a vocação diplomática, mas tem pela frente um enorme desafio: reaglutinar os tucanos sem a força heliocêntrica de Marconi Perillo que, certamente, não estará distante das articulações, mas que precisará de tempo para recuperar a força gravitacional que um dia foi sua – e que hoje está com Caiado.

“O carro tem de deixar de ser um bom negócio no Brasil”

Presidente do Detran-GO defende redução de impostos sobre os veículos, mais rigor na punição a motoristas infratores e diz que o órgão tem de ser parceiro do cidadão

Prefeitura de Gurupi ignora presença de Gleydson Nato em evento

Clima eleitoral toma conta de inauguração de unidade básica de saúde e parlamentar, que é natural pré-candidato a prefeito do município, nem mesmo foi citado pelo cerimonial