Irapuan Costa Junior
Irapuan Costa Junior

Morte de Ágatha: parte da imprensa considera Witzel pior do que Sérgio Cabral e Garotinho?

A mídia se compraz em criticar um governador compromissado com a solução dos problemas profundos que assolam o Rio, a começar pelo tráfico de drogas

De Augsburg, Alemanha — O presidente Jair Bolsonaro tem um companheiro nos ataques que a imprensa de esquerda contra ele desfere, dia sim, outro também, por qualquer motivo. Ou até sem motivo algum.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel é este companheiro.

Wilson Witzel e a menina Ágatha Félix | Fotos: Reproduções

O último acontecimento — um triste acontecimento — no noticiário carioca foi a morte da garota Agatha Félix, de 8 anos, vítima de uma bala perdida. O governador, que estimula a polícia para que não perca sua guerra quotidiana contra o tráfico, é sempre apedrejado. Os acidentes com balas perdidas são sempre atribuídos aos policiais e intitulados, desonestamente, de assassinatos. E o governador é culpado por todos e por cada um.

O que querem esses jornalistas? Que ele faça como Leonel Brizola, que coibia a polícia de subir os morros, e com isso consolidou a presença do tráfico nas favelas? Que entregue o Rio de Janeiro aos bandidos e deponha as únicas armas que defendem os homens que trabalham, são honestos e têm família?

Repito a pergunta: por que sempre a polícia é a responsável pelas balas perdidas, quando se sabe que, ao contrário dos traficantes, é ela quem se preocupa com os danos que um tiroteio pode causar a inocentes? Que cada vítima de bala perdida é comemorada pelos traficantes e usada em seu benefício? Quando se sabe que o policial tem preparo para não disparar a esmo, e o traficante adora fazê-lo?

Uma reportagem do UOL de terça-feira, 24, é exemplo perfeito de desonestidade e desinformação, a começar pelo título: “Política de Witzel causou morte de Agatha, dizem especialistas em segurança”. A reportagem cita três pessoas como especialistas em Segurança, embora sejam apenas três ilustres desconhecidos ocupantes de cargos de terceira categoria em instituições também desimportantes — e até suspeitas. E que se comprazem em criticar um governador sério e compromissado com a solução de todos os problemas profundos que assolam a ex-Cidade Maravilhosa, a começar pelo tráfico de drogas. Nunca vi essas pessoas criticarem Sérgio Cabral ou Anthony Garotinho. Devem considerá-los melhores que Witzel.

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