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Mulher é morta em Goianésia. Polícia acredita em feminicídio

Principal suspeito é namorado da vítima, que não foi encontrado. De acordo com informações, o relacionamento era conturbado [caption id="attachment_228535" align="alignnone" width="620"] Simone Monteiro, 29 anos | Foto: Reprodução/Facebook[/caption] Na tarde deste domingo, 29, a Polícia Civil de Goianésia, sob o comando do delegado Marco Antônio Maia, investiga possível feminicídio, que teria ocorrido no Bairro Ipê, no município a 176km de Goiânia. A polícia ainda analisa a cena do crime e acredita que Simone Monteiro, de 29 anos, tenha sido morta a facadas. O principal suspeito, no momento, é o namorado da vítima, que não foi visto desde a última sexta-feira, 27. De acordo com informações dadas à polícia por conhecidos da vítima, o relacionamento do casal era conturbado. Entretanto, Simone ainda não havia prestado queixa do namorado à polícia. De acordo com o delegado, a polícia agora coleta materiais da cena para saber se houve objetos roubados ou furtados, para analisar a possibilidade de outro crime, que não o feminicídio.

Morre atriz Hilda Rabello, mãe de Jorge Fernando 

Ela tinha 95 anos e deu entrada no Hospital Pró-Cardio do Rio de Janeiro com infecção respiratória. Sua saúde ficou debilitada após a morte do filho em outubro deste ano

Para Eduardo Bolsonaro, quem é a favor do “maravilhoso” DPVAT deveria pagar o dobro

Deputado federal usou Twitter para resgatar discussão calorosa acerca do seguro obrigatório

Apenas 19% dos brasileiros avaliam positivamente atuação do STF 

Para traçar as estimativas, foram consultadas 2.948 pessoas entre 5 e 6 de dezembro. A margem de erro da pesquisa pode variar em dois pontos percentuais para mais ou menos

André Luiz Mattos diz que é candidatíssimo a prefeito de Morrinhos

O secretário da Saúde sustenta que não será vice de Tércio Menezes. Daniel Vilela banca-o para prefeito

Virmondes Cruvinel vai disputar Prefeitura de Goiânia e diz que a cidade quer renovação

Os goianienses cobram mais modernidade na gestão e também querem ser ouvidos pelo poder público

População sugere que Pábio Mossoró demorou demais a se livrar de Lêda Borges

Moradores da cidade dizem que a deputada não queria o prefeito como aliado político, e sim como preposto

Deputada Marussa Boldrin | Foto: divulgação
MDB de Rio Verde pode conquistar o passe político de cinco vereadores

Quatro já estão confirmados: Leonardo Fonseca, Marussa Boldrin, Cabo Moraes e Orestes da Habitação

“Judiciário é o único poder que não pode cair no descrédito da população”

Presidente eleita da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego) diz que se a população deixar de acreditar na Justiça, não teremos para onde ir

“Não podemos fechar os olhos para o preconceito”

Nova procuradora-Geral de Justiça do Tocantins acena para concurso público em 2020 e defende o reconhecimento dos promotores

16 prefeitos que mais se destacaram em 2019

Gustavo Mendanha é apontado como a revelação política e administrativa de Goiás. Darrot e Iris Rezende são bem avaliados

André Pio aposta que pode ser eleito em Pirenópolis e João do Léo deve disputar

Ex-auxiliar afirma que o prefeito acredita que a Justiça vai barrar Nivaldo Melo e, por isso, tem chance de ser reeleito

Em alta, crimes cibernéticos devem ser denunciados

De ofensas racistas e compartilhamento de pornografia infantil, os crimes cibernéticos infestam o ambiente virtual [caption id="attachment_228485" align="alignnone" width="611"] Internet não é terra sem lei e crimes cometidos no meio virtual podem ser punidos / Foto: Reprodução[/caption] Desde sua criação e popularização, a internet tornou-se um ambiente totalmente democrático e acessível que permite a qualquer um, independente de credo, etnia, gênero ou classe social expor sua opinião e seu estilo de vida no meio virtual. Qualquer pessoa com um aparelho celular ou um computador conectado à rede consegue dizer ao mundo quem é ela, o que está fazendo, como se sente e do que gosta. Entretanto, ao mesmo tempo em que a internet pode ser vista como uma ferramenta de inclusão e de troca de experiências e saberes, a suposta privacidade que ela oferece e a comodidade de se estar atrás de uma tela ou de um monitor faz com que alguns se esqueçam da civilidade e do respeito. Ofensas, ataques, ameaças e piadas de mau-gosto estão presentes na rede online desde que ela passou a existir. Mas o que esses que fazem mau uso da internet também parecem não se lembrar é que o ambiente virtual não é terra sem lei, e o indivíduo pode ser sim responsabilizado por cada letra publicada em seu perfil do Facebook, Instagram, Twitter, e-mail ou qualquer outra plataforma que integra mar de algoritmos da internet. Hoje, é possível se chegar a punições contra qualquer tipo de crime cometido na internet: desde palavras ofensivas proferidas durante uma briga, até crimes mais graves como compartilhamento de pornografia infantil ou de material com conteúdo discriminatório. No ano de 2017, em Goiânia, foi criada a primeira Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (Dercc) em Goiás. Desde lá, os policiais civis da área têm atuado em diversos casos envolvendo a prática de crimes no meio online. Um caso que ganhou visibilidade recentemente foi o do deputado estadual Diego Sorgatto (PSDB). Segundo a Polícia Civil, durante meses uma dupla identificada como Marco Aurélio da Silva Conceição, vulgo Jenjulão, e Romero Alves Diniz, através de um perfil falso no Facebook com o nome de Junior Lapada, publicaram mensagens ofensivas com o objetivo de atacar a honra do parlamentar. A dupla foi apontada como autora do crime cibernético após investigações por parte da Dercc. [caption id="attachment_228483" align="alignleft" width="446"] O deputado estadual Diego Sorgatto já foi alvo de ataques no meio virtual / Foto: Reprodução[/caption] Em outra ocorrência, registrada também neste ano, a Dercc identificou 10 torcedores apontados como responsáveis pelos crimes cometidos pela internet de ameaça e apologia à prática de crimes contra o presidente e diretor do Goiás Esporte Clube, Marcelo Almeida. Insatisfeitos com o desempenho do clube, os suspeitos enviaram para Almeida, através do WhatsApp, diversas mensagens com ameaças à sua integridade física e vida. Esse tipo de crime tem se tornado mais comum do que se pensa, mas, felizmente, há vários meios de se combatê-lo.

ONG atua com análise e encaminhado de casos de crimes cibernéticos

Além da delegacia, existem também outros meios de denunciar crimes cometidos pela internet. Um deles é o site SaferNet, uma associação civil de direito privado, com atuação internacional. Fundada em 2005, a SaferNet, por meio do diálogo permanente, “conduz as ações em busca de soluções compartilhadas com os diversos atores da Sociedade Civil, da Indústria de Internet, do Governo Federal, do Ministério Público Federal, do Congresso Nacional e das Autoridades Policiais”. De acordo com a entidade, os crimes mais denunciados na plataforma são: intolerância religiosa, tráfico de pessoas, homofobia, pornografia infantil, maus-tratos contra animais, xenofobia, neonazismo, violência ou discriminação contra mulheres, apologia e incitação a crimes contra a vida e racismo. [caption id="attachment_228484" align="alignright" width="440"] Denúncias de crimes cibernéticos seguem em alta / Foto: SaferNet[/caption] Para se ter uma ideia do aumento de casos no Brasil, o ano passado registrou um crescimento de quase 110% de denúncias de crimes cibernéticos na plataforma. Em levantamento feito com o Ministério Público Federal (MPF), o SaferNet divulgou que, só em 2018, foram feitas 133.732 queixas de crimes, contra 63.698 em 2017. O principal aumento, segundo a entidade, se deu nas queixas de crimes contra mulheres. O aumento foi de 1.600% entre 2017 e 2018, passando de 961 casos para quase 17 mil. Segundo a entidade, ao se deparar com uma evidência de crime contra os Direitos Humanos na Internet, o internauta deve acessar o portal da SaferNet, clicar em Denuncie e enviar o link do site onde está o suposto crime. Não é preciso se identificar. Em posse da denúncia, uma equipe de analistas, com formação em Direito e Ciência da Computação, realiza análise do conteúdo da denúncia com ajuda de ferramentas desenvolvidas pelos profissionais de TI da SaferNet. Comprovada a materialidade da denúncia, o site produz um relatório de rastreamento (chamada de notícia-crime), com base na legislação penal e processual penal em vigor no Brasil, para que se possa instaurar o processo formal de investigação policial. Se a denúncia contiver evidências relacionadas a sites hospedados no Brasil, este relatório será enviado às autoridades competentes para que se inicie a investigação policial.

10 deputados federais de Goiás que mais se destacaram em 2019

Na lista aparecem Major Vitor Hugo, Delegado Waldir, Zacharias Calil, José Nelto e Flávia Morais

Aposta-se que Magda Mofatto será candidata a prefeita de Caldas Novas

Acredita-se que Flávio Canedo está apenas “segurando” a vaga para a deputada federal do PL