Ponto de Partida

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Iris Rezende terá de se reinventar

Goiânia precisa de gestor com visão de modernidade, e por não ter esse perfil, o peemedebista terá de sair de sua zona de conforto obreirista para atender ao anseio dos goianienses

Michel Temer: cuidado, frágil

Segundo blogueiro, presidente reclama que a TV Globo está animada com possibilidade da ministra Carmem Lúcia ocupar o lugar dele

STF errou, mas fez o certo

O Supremo Tribunal Federal (STF) não é infalível, nem absoluto em promover “justiça”. Mas sempre correspondeu a contento às necessidades da jovem democracia brasileira. A livre nomeação de ministros por parte dos presidentes da República é uma anomalia, é verdade. Mas, mesmo com os senões que isso provoca, não se pode condenar o STF. O trabalho que a Corte, sob a presidência de Joaquim Barbosa, realizou no processo do mensalão, por exemplo, foi soberbo, resultando na condenação de dezenas de ladrões do erário no esquema montado pelo PT. Altos e baixos à parte, houve um momento em que o STF escorregou feio. Não a instituição, mas um de seus ministros. Foi no mínimo lamentável o que fez o ministro Ricardo Lewandowski no julgamento do processo de impeachment de Dilma Rousseff, quando ele livrou a presidente da perda dos direitos políticos em flagrante desrespeito à Constituição. Lewandowski agiu menos co­mo ministro e mais como agregado petista, pagando favor que, ele deve imaginar, o partido lhe concedeu ao nomeá-lo para a Suprema Corte. A partir dali, não era difícil imaginar que a porteira das aberrações jurídicas estaria aberta. E de fato aconteceu. A votação em que os ministros decidiram manter Renan Calheiros na presidência do Senado, mas não da linha sucessória da Presidência da República, foi, dizem muitos, um monstrengo jurídico. Mas quem começou a pantomima foi o ministro Marco Aurélio Mello, que numa decisão monocrática, decidiu afastar Renan, o que não cabia naquela circunstância. A decisão liminar de Marco Aurélio foi uma interferência do Poder Judiciário no Poder Legislativo. Com isso, a decisão coube ao colegiado. Que acabou fazendo a coisa certa, mas... É o caso de dizr que o STF cometeu um paradoxo, ao fazer a coisa certa ao mesmo tempo em que errou. Ficou um tremendo desgaste para a Corte Suprema.

Centrão tem a força

Ao “vetar” tucano na articulação política do governo, grupo faz o que sempre fez sobre todos os presidentes da era da redemocratização: pressão

O PT avisou: Temer não vai ter paz

Badernas com depredação são arquitetadas por partidos de esquerda para disseminar a ingovernabilidade

Episódio Geddel escancara fragilidade política de Temer

Presidente apostou errado ao tentar segurar ministro envolvido num caso feio de prevaricação. Agora, é torcer para que o governo consiga se concentrar na PEC do Gasto Público e na reforma da Previdência

Garotinho e Cabral são provas de que o sistema faliu

Prisão de ex-governadores do Rio de Janeiro atesta descambada moral e ética da política brasileira, em que o roubo ao erário e a pilantragem são a tônica

Temer enfrenta a reforma da Previdência, o que Lula e Dilma nunca tiveram coragem

Ao contrário dos antecessores petistas, peemedebista está encarando temas difíceis, mesmo com o risco real de sofrer desgaste político

Eleitor pediu socorro ao PSDB para consertar estragos do PT

Vitória dos tucanos nas eleições municipais é reflexo de desilusão dos brasileiros com gestões populistas e ineficientes nos 13 anos de lulopetismo

Corte de salário de grevista é respeito ao patrão, o povo

Decisão do STF pode minar sindicatos cooptados por partidos que promovem paralisações apenas com intuito de enfraquecer os adversários políticos

Lava Jato continua a fazer estragos

A operação Lava Jato, de caça aos corruptos que roubaram recursos públicos via Petrobrás e outras estatais, continua provocando estragos. Na sexta-feira, 28, o ex-ministro Antônio Palocci Filho, o ex-assessor dele Branislav Kontic, o empresário Marcelo Odebrecht e outros 12 investigados foram denunciados pelo Ministério Público Federal no Paraná (MPF-PR) pela prática dos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro relacionados à obtenção, pela empreiteira Odebrecht, de contratos de “afretamento de sondas” com a Petrobrás. Segundo o site Paraná Portal, na denúncia, o MPF também pede a devolução de meio bilhão de reais à petroleira: “se requer o arbitramento cumulativo do dano mínimo, a ser revertido em favor da Petrobrás, com base no art. 387, caput e IV, do CPP, no montante de R$ 505.172.933,10, correspondentes ao dobro dos valores totais de propina paga”, requerem os 12 procuradores que assinam o documento. A conclusão dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato é de que, entre 2006 e 2015, Palocci estabeleceu com altos executivos da Ode­bre­cht um amplo e permanente esquema de corrupção destinado a assegurar o atendimento aos interesses do grupo empresarial na alta cúpula do governo federal. Neste esquema, a interferência de Palocci se dava mediante o pagamento de propina, destinada majoritariamente ao PT. A atuação criminosa de Palocci teria se dado em favor da Odebrecht no exercício dos cargos de deputado federal, ministro da Casa Civil e membro do Conselho de Admi­nistração da Petrobrás. Ele teria interferido para que o edital de licitação lançado pela estatal petrolífera e destinado à contratação de 21 sondas fosse formulado e publicado de forma a garantir que o grupo não apenas obtivesse os contratos com a Petrobras, mas que também firmasse tais contratos com a margem de lucro pretendida. Palocci teria até mesmo consultado Marcelo Odebrecht antes da publicação do edital para se certificar se a licitação efetivamente se adequaria aos interesses da empreiteira. Na mesma denúncia, foram também acusados, entre outros, o ex-diretor de Serviços da Petrobrás, Renato Duque; o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto; os ex-funcionários da Sete Brasil, João Ferraz e Eduardo Musa; e o executivo da Odebrecht, Rogério Araújo devido aos crimes de corrupção ativa e passiva praticados para que a Odebrecht obtivesse, por intermédio da Sete Brasil, a contratação de seis sondas com a Petrobras. Que a Lava Jato continue atuando para que os ladrões do dinheiro do povo sejam devidamente punidos.

Prisão de Eduardo Cunha desmonta a narrativa petista

Ao mandar prender o ex-deputado federal peemedebista, juiz Sergio Moro liquida o argumento de que a Lava Jato só pega os filiados do PT

Desmoralizado, PT pode se ver obrigado a apoiar Ciro em 2018

Confirmada nas urnas a derrocada eleitoral do partido, dirigentes petistas admitem apoiar candidato de outra sigla

Fato principal da eleição foi o cartão vermelho ao PT, e não abstenção e votos nulos e brancos

Partido que usou o poder para promover a maior escalada de corrupção da história recebeu um rotundo não do eleitor brasileiro

O recado que sairá das urnas

Significado da eleição neste domingo vai além da escolha dos representantes na esfera municipal em todo o País