Imprensa
Protocolo assinado entre governos goiano e inglês resultou na vinda de 50 oficiais das Forças Armadas alemãs aprisionados no Reino Unido para Goiás. Supostos nazistas teriam desenhado planta urbanística ao estilo alemão
Talvez com um pouco de imaginação se possa recuperar um pouco a sensação de como eram Veneza e Roma antes das grandes multidões da indústria do turismo
Monalisa Perrone, Reinaldo Gottino e William Waack estiveram muito bem no primeiro dia. Cobertura internacional é de qualidad
O impagável Zil não era afeito às formalidades e era a mesmíssima pessoa em qualquer lugar. Teimoso, brigava com frequência para defender seu ponto de vista
O pernambucano, que morreu aos 60 anos, era, acima de tudo, um grande repórter, um perguntador nato
O diretor de cinema fez filmes extraordinários e sua obra pode ser criticada mas não deve ser censurada. Já o indivíduo merece as críticas que vem recebendo
A rede irá ao ar com jornalistas de prestígio, como William Waack, Daniela Lima, Thaís Herédia e Evaristo Costa
O prosador mineiro conta histórias impagáveis do presidente Juscelino Kubitschek, de quem foi secretário de Imprensa
Jornal goiano ficará responsável por dar publicidade aos atos de 28 órgãos do Poder Executivo após ganhar concorrência por preço
Biografia escrita por Ana Cecilia Impellizieri resgata o filólogo que traduziu brasileiros para a língua húngara e se tornou brasileiro
O crítico de cinema acabou por realizar uma obra de arte, tanto no sentido cultural do trabalho de escrita, quanto no sentido espiritual
A escritora Lêda Selma afirma que a literatura do jornalista perfila “momentos inspirados no dia a dia de uma cidade interiorana”
“Demolir o prestígio dessas instituições seria tirar de milhões de picaretas a arma do crime”: é a receita do filósofo
O jornal informa que não conseguiu falar com Kennedy Trindade porque o conselheiro não tem celular
Alguns repórteres não querem mesmo sair do conforto das redações. Uma sala com ar-condicionado de fato é mais prazerosa. Escapar da chuva também é uma maravilha.
Na reportagem “Deputado pede investigação de Kennedy Trindade”, a repórter Karla Araújo conta que o deputado estadual Henrique Arantes, do MDB, cobra investigação de ligação do conselheiro do Tribunal de Contas num suposto esquema financeiro na Agência de Comunicação de Goiás (Agecom) durante o governo do PSDB. No final da matéria assinala: “O advogado de Kennedy, Edivaldo Cardoso, disse que ainda não foi notificado sobre o requerimento [de Arantes]. ‘O Popular4’ solicitou ao advogado o contato do conselheiro, mas foi informado que Kennedy não tem telefone celular”. Tudo bem?
Ora, Kennedy Trindade trabalha no Tribunal de Contas do Estado todos os dias e, como se sabe fora da redação de “O Popular”, o órgão dispõe de vários números de telefone — o que possibilita contato com qualquer um dos conselheiros. Mais: a sede do TCE fica, se muito, a dois quilômetros da sede do jornal.
“O Popular” está dizendo à sociedade que, se a pessoa não tiver celular, não será ouvida pelos repórteres?
Irritado com a perseguição do general Lott e impulsionado pela política americana da Guerra Fria, Castello se tornou o cérebro do golpe civil-militar de 1964


