Contraponto
O jornal paulista questiona uma possível indicação do presidente Jair Bolsonaro. Mas por que não discutiu as indicações anteriores?
No Brasil os esforços para manchar as Forças Armadas nunca deram resultado, apesar da insistência “socialista”. Os militares têm papel exemplar ao longo de toda história
O prosador belga escreveu grande literatura a partir do romance policial, assim como o autor brasileiro
Das 11 vagas, o presidente escolheria oito ministros e a Procuradoria da República, o Congresso e a OAB indicariam os outros três
O que criticam nos apoiadores do presidente é, no geral, “perdoado” quando se trata de seus adversários
A UFRJ, cuja história é meritória, não figura nem entre as 600 melhores universidades do mundo. E fica bem atrás de USP e Unicamp
Nada, absolutamente nada, na política desarmamentista imposta no Brasil pelas esquerdas (PT, PSDB, PSOL, PC do B, PDT) visou o crime. Nunca
Cientistas brasileiros, espalhados por universidades aparelhadas e congregadas numa inexpressiva SBPC, são cada vez mais homens-massa
Imprensa trata conservadores como “ruins”. Se são “progressistas”, isto é, promovem o “progresso” que se pode comprovar em Cuba e na Venezuela, são bons
No início era tratado a bicadas. Mas, mostrando persistência, continuando voando e comendo ao lado dos “parentes”. A situação melhorou um pouco
O nazismo bateu as botas. O comunismo ficou baleado, mas insiste em sobreviver e conta com filósofos para dotá-lo de oxigênio
Além da resistência articulada de política e de parte da mídia, setores do próprio governo jogam contra a atual administração
Ao vetar a indicação de Alexandre Ramagem, de reputação ilibada, o STF criou a possibilidade de condenar antes de a pessoa cometer crimes
Por que não atender as pessoas nas 20 mil agências da rede bancária? A Caixa, com 3 mil agências, não dar conta
Governadores e prefeitos adotam discutíveis medidas de quarentena e não tornam obrigatório o uso disseminado das máscaras, não as distribuem e nem fiscalizam o uso

