Por Marcelo Gouveia
Líder religioso está no quadro de servidores da Assembleia Legislativa há pelo menos 20 anos, recebendo R$ 11,8 mil, mesmo sem trabalhar
Acordo firmado com empresa paulista tem sido alvo de críticas por vereadores
Emissora recebe a apresentadora em coletiva de apresentação, nesta quinta-feira (5/3), em São Paulo
Arrependida, mãe disse que adolescente não teria compartilhado vídeo íntimo. “Castiguei pelo fato de ter filmado”
Cantor faleceu na última terça-feira (4/3), vítima de um ataque cardíaco
Para Valério Luiz Filho, publicações estariam ligadas ao cartorário Maurício Sampaio, suspeito de ter sido o mandante do homicídio contra o cronista esportiva
Ação ajuda a divulgar uma marca de absorventes e atenta quanto ao vazamento de vídeos íntimos na internet
Miley Cyrus, Kim Joung-un, Harry Potter e Buzz Lightyear foram alvos das montagens dos internautas
Peemedebistas se encontraram nesta segunda-feira (2/3) para acertar detalhes do encontro em Brasília, marcado para a próxima semana
Aumento que passa a valer a partir desta segunda (2/3) é de 2,4%. No entanto, goianos devem preparar o bolso, pois outro reajuste já previsto -- e será bem mais alto
Empresário Jorge Paulo Lemann permanece em primeiro lugar no ranking nacional. Bill Gates, como era de se esperar, ficou de fora da lista
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Mauro Carlesse: “Podemos alavancar crescimento regional”[/caption]
Requerimento de autoria do deputado estadual Mauro Carlesse (PTB) solicita a criação de um entreposto da Zona Franca de Manaus na cidade de Gurupi. “A localização geográfica e as condições logísticas naturais, que já têm atraído grandes empreendimentos, demonstram o potencial de Gurupi. Diante de viabilidades como a ferrovia Norte-Sul, estou certo de que podemos alavancar o crescimento regional”, justificou o parlamentar.
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Sem caminhões, Ceasa de Goiás teme desabastecimento | Foto: Jornal Cidades/Fotos Públicas[/caption]
O governo da presidente Dilma Rousseff (PT) sofre com mais uma crise. Desta vez, caminhoneiros autônomos bloquearam várias rodovias do país, desde a semana passada, em protesto pelo aumento do preço dos combustíveis e pelo reajuste no valor do frete.
Na última quarta-feira, 25, no Estado de Goiás, foi interrompido o tráfego em trechos da BR-153 nos municípios de Aparecida de Goiânia, Itumbiara e Porangatu, afetados pelos bloqueios dos caminhoneiros.
Mesmo após reunião no Ministério dos Transportes na última quarta-feira, 25, a totalidade da categoria não chegou a um acordo. O oferecido -- que prevê a prorrogação por 12 meses do pagamento de caminhões e a criação de uma tabela referencial de frete, bem como a manutenção dos valores do diesel pelos próximos seis meses -- não agradou.
Em entrevista ao Jornal Opção Online, o gerente de mercado da Central de Abastecimento do Estado de Goiás (Ceasa-GO), Josué Lopes, afirmou que já podem ser percebidos os efeitos da greve dos caminhoneiros nos preços dos produtos. Na terça-feira, 24, o preço do quilo do tomate, por exemplo, variava entre R$ 40 e R$ 50; na quinta, 25, já estava entre R$ 70 e R$ 90.
Metade do que é comercializado na Ceasa vem de fora, portanto não há como a Central não ser comprometida pela falta de abastecimento. Josué tenta amenizar a situação: “apesar [do preço] ter sido afetado, ainda está melhor do que poderia estar”.
Porém, caso a greve continue, ficará ainda mais perceptível o impacto nos bolsos e nas mesas dos goianos. “Ainda temos produtos em estoque, mas, se continuar o bloqueio e a falta de distribuição, é preço alto na certa” alertou o diretor e completou: “Se [o produto] ficar preso é prejuízo total, do produtor ao consumidor”.
Proposta da data-base: índice de 6,8% e sem retroatividade
O prefeito Paulo Garcia (PT) viajou para a Espanha, mas o imbróglio da data-base dos servidores municipais continua. Na última quinta-feira, 26, o vereador Tayrone di Martino, em uma manobra para pressionar a base aliada, ameaçou pedir inclusão do veto do prefeito à pauta do dia na Câmara Municipal. Até agora a oposição tem 15 votos para a derrubada da decisão de Paulo Garcia, mas precisa de 18. À mercê de uma greve geral, o prefeito em exercício, Agenor Mariano (PMDB), enviou um projeto em caráter de urgência para evitar ainda mais desgaste do Paço. No entanto, esta não agradou: universalizar, mas sem retroatividade à 2014, pagaria reajuste de 6,8% e ainda parcelaria a deste ano até 2016.Situação dos municípios preocupa AGM
O prefeito de Bom Jardim de Goiás, Cleudes Bernardes da Costa Baré (PSDB), foi reeleito na última quinta-feira, 26, presidente da Associação Goiana dos Municípios (AGM). Em encontro, realizado na Assembleia Legislativa de Goiás, Baré alertou para os problemas financeiros sofridos pelos municípios goianos. “Estamos com a corda no pescoço.” De acordo com ele, as cidades precisam buscar alternativas para garantir o equilíbrio financeiro, “compatibilizando receita com despesas”, sob pena de caos que “poderia inviabilizar até mesmo o pagamento de servidores”. Ele garante que as cidades estão perdendo receitas não apenas do ICMS, mas também do Fundo de Participação dos Municípios (FPM)Passagem para cônjuges cria mal-estar na Câmara
Apelidada de “Transpatroa”, a decisão do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de estender a cota de passagens aéreas para cônjuges dos deputados, tem causado polêmica. Após ser aprovada pela Mesa Diretora, a proposta foi questionada pela mídia, que estimou o prejuízo aos cofres públicos: R$ 16 milhões. Cunha, que defendeu o benefício, afirmou que não é obrigatório usá-lo: “É só não usar. Quanto menos usar, menos despesas. Mas tem pessoas que precisam”. Alguns partidos garantiram que seus deputados não vão comprar passagens para cônjuges. Entre eles, o PSDB, o Psol e o PPS. Os goianos — que pouco precisam da regalia — já se mostraram contrários. Além dos tucanos, Flávia Morais (PDT), Rubens Otoni (PT) e Roberto Balestra (PP) garantiram ao Jornal Opção Online que não vão usar.Serial killer é psicopata, mas imputável
Foi divulgado, na última sexta-feira, 27, o laudo da Junta Médica do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) sobre a sanidade mental do suposto serial killer Tiago Henrique Gomes da Rocha. O resultado aponta que o ex-vigilante sofre de Transtorno de Personalidade Antissocial (psicopatia. Mesmo assim, ele é imputável, ou seja, plenamente capaz de responder pelos seus atos. De acordo com um dos psiquiatras que assina o laudo, Léo de Souza Machado, mesmo apresentando tal condição na época dos crimes, ele podia compreender o caráter ilícito dos fatos. “Como ele escolheu as vítimas, teve a intenção de matar e a deliberação de seus atos, ficou comprovado que ele possui plenas condições. Os crimes foram cometidos por vontade própria”, ressaltou o psiquiatra.Em eleição acirrada, Antônio Carlos é eleito vice da OAB-GO
Foram realizadas, na noite da última quinta-feira, 26, as eleições que definiram o novo vice-presidente e o secretário-adjunto da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção de Goiás (OAB-GO). O pleito indireto foi realizado após a renúncia de Sebastião Macalé. Com 32 votos, o nome escolhido para assumir o posto deixado pelo advogado foi o de Antônio Carlos Monteiro da Silva. Alexandre Prudente Marques ficou em segundo lugar, com 25. O novo vice-presidente afirmou ao Jornal Opção Online, que sua candidatura foi lançada não por pretensão própria, mas sim depois de colegas entenderem que, durante o mandato-tampão, o interior poderia receber uma “homenagem” da OAB, já que os advogados das cidades do interior contribuem tanto para a Ordem. Antônio destacou, ainda, que quer contribuir com a gestão do presidente Enil Henrique de Sousa Filho.A minha paciência já chegou ao limite Governador Marconi Perillo (PSDB), em reunião com diretores, sobre as constantes falhas no Detran
Aparente clima de cordialidade entre as bancadas de situação e oposição não durou um mês e, sob tensão, os deputados também deverão votar a tão esperada Lei Orçamentária Anual
O clima na Assembleia Legislativa quanto à aprovação do Orçamento do Estado é favorável para que a votação da matéria seja concluída até o dia 20 deste mês. A prioridade nesse momento, segundo o presidente da Casa, Osires Damaso (DEM), é a discussão e aprovação da Lei. Ele garante que vai fazer todo o esforço para que a matéria seja aprovada dentro de 30 dias. Ressalvou, no entanto, que a aprovação do documento vai depender das discussões em plenário até que o conteúdo da peça seja conhecido por todos. O líder do governo na Assembleia, deputado Paulo Mourão (PT), disse que a gestão anterior agiu com “irresponsabilidade” ao transferir o governo sem apresentar um orçamento. “É um total exemplo de falta de compromisso com a cidadania, com o Estado, com a boa governança e o respeito às leis, em especial com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)”, lamentou o parlamentar. Mourão defende a participação do cidadão nas discussões para que o cenário administrativo-financeiro possa melhorar. No seu entendimento, a ordem econômica e financeira da administração é “gravíssima” e o Tocantins, segundo ele, precisa se firmar como um Estado, com base em uma nova matriz econômica e social. Na avaliação do deputado Valdemar Júnior (PSD), o governo está enfrentando mais dificuldades nesses primeiros meses do ano justamente porque ainda não teve condição e oportunidade de trabalhar com um orçamento definido. A exemplo de Damaso, Valdemar também acredita que haverá empenho de todos para que, no mais curto espaço de tempo, a Assembleia aprove o Orçamento, que estima receita e fixa as despesas no valor de R$ 9.72 bilhões, 6% a mais que o valor de 2014. A expectativa do governo é de que a matéria seja aprovada em regime de urgência até meados do mês de março, “de forma que possa sanar as dificuldades advindas do emperramento da máquina pública ocasionadas pela falta do referido orçamento para o corrente ano”, observou o secretário de Planejamento, David Torres, logo após ter protocolado o Orçamento no Parlamento. O projeto indica que os custos com a manutenção da máquina governamental serão de mais de R$ 5 bilhões. A arrecadação em 2014 atingiu R$ 8 bilhões e a previsão é de que atinja R$ 9,7 bilhões neste ano. O governo prevê um gasto com pessoal de 48,99% da Receita Corrente Líquida (RCL), aquela que não pode ultrapassar 49%, segundo a LRF. A receita destinada aos demais órgãos, como Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas, Defensoria Pública, Ministério Público Estadual, e Tribunal de Justiça terá um aumento de 16,49%. O Executivo garante que, apesar da alegada situação de dificuldade financeira do Estado, serão acrescidos 5% aos já 12% obrigatórios para a saúde, e a educação ficará com os 25% constitucionais. Entretanto, o Executivo afirma que o Orçamento Fiscal foi definido no valor de R$ 6,5 bilhões, e o da Seguridade Social em R$ 3,1 bilhões, compreendendo todos os órgãos dos poderes do Estado e entidades da administração centralizada e descentralizada. Com o intuito de evitar a continuidade da crise econômica no Estado, o governo prevê para o primeiro semestre uma economia de 40% do Orçamento. Sem a matéria aprovada, o governo só pode gastar 1/12 do anterior e fica impedido de fazer qualquer tipo de investimento ou outro gasto que ultrapasse o limite até a aprovação da Orçamento 2015. Outra grande mudança está prevista na Fundação Universidade do Tocantins (Unitins), que terá neste ano o dobro do valor destinado em 2014, conforme destacou o secretário do Planejamento e Orçamento, David Torres. “Na Unitins, fizemos um aporte de aproximadamente R$ 40 milhões para viabilizar os cursos, tanto na região do Bico do Papagaio quanto de Palmas”. Do orçamento previsto, o secretário explica que 5,3% são oriundos das receitas ordinárias, que incluem, por exemplo, a arrecadação de impostos e o Fundo de Participação dos Estados (FPE); R$ 949 milhões são do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb); R$ 280 milhões de convênios; e R$ 809 milhões de operações de crédito. 50% do Orçamento estão direcionados para a administração, que se refere às despesas com pessoal e manutenção da máquina pública; 42% para áreas afins, priorizando Saúde, Educação e Segurança Pública; 49% para gestão; e 9% dos outros Poderes (Legislativo e Judiciário).



