Por Euler de França Belém

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Prefeito de Estrela do Norte mata ex-prefeito dentro de um motel de Mara Rosa

Welligton José de Almeida, o Elton, atirou em Geraldo "Curica" Nicolau

Paige Vanzant: estrela do octógono faz strip-tease na internet e leva fãs ao delírio

Com os homens em má fase, Ronda Housey e Paige Vanzant se tornaram estrelas do UFC

Duda Melzer nega que vai deixar a presidência da RBS, afiliada da Globo no Sul do país

A informação divulgada por Luiz Cláudio Cunha é apresentada como “boato” pelo executivo do grupo que tem emissoras de tevê, rádios e jornais no Rio Grande do Sul e Santa Catarina

Túlio Maravilha diz que fez mil gols e Cristiano Ronaldo só 500. Por isso vale mais do que o português

Num mundo tão chato, sob a hegemonia do politicamente correto, o ex-jogador do Goiás e do Botafogo pelo menos é divertido

A repórter Renata Costa trabalhou na Assembleia Legislativa, mas não era funcionária fantasma

Funcionários garantem que a jornalista da TV Anhanguera era vista com frequência na sede do Legislativo

2 jornalistas são presos ao tentar extorquir conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Veja o vídeo

Cada profissional queria receber 25 mil reais e mais um contrato de 5 mil reais por mês [Os dois jornalistas com o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado; foto: reprodução] O Portal Imprensa relata que os jornalistas Pedro Ribeiro, dono do jornal “Página 12”, e Laerte Lannes, proprietário do jornal “O Mato Grosso”, foram presos pela polícia de Mato Grosso na quarta-feira, 30, quando tentavam extorquir Antônio Joaquim, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. https://www.youtube.com/watch?v=ZRbZYLr-Ebk Segundo o relato do conselheiro e da polícia, divulgado pelo Portal Imprensa, Pedro Ribeiro e Laerte começaram a publicar “reportagens negativas” contra Antônio Joaquim e, depois, o procuraram para negociar. Se o acordo fosse aprovado, a dupla deixaria de publicar críticas ao conselheiro. Os dois exigiam 25 mil reais para cada e mais um contrato de 5 mil reais por mês para divulgar as ações do TCE. Antônio Joaquim vai assumir a presidência do TCE em 2016. O advogado de Antônio Joaquim, José Antônio Rosa, avisou a polícia da extorsão. “Eu entrei em contato com a polícia depois da primeira reunião com os dois e avisei a situação”. O delegado Marcel Gomes de Oliveira disse: “Constatamos que os dois estavam em flagrante delito do crime de extorsão. Exigiram que a vítima complementasse o valor e pediram mais 30 mil reais”. Os jornalistas ainda não tiveram oportunidade de apresentar suas versões.

Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tem conta bancária na Suíça

A informação é da Procuradoria-Geral da República com base em informações da Promotoria da Suíça

Peemedebistas sugerem que Nailton Oliveira é o nome adequado para presidir o PMDB

Eles dizem que Nailton Oliveira, se eleito, vai jogar para o partido, não para o político “A” ou “B”. Mas há quem avalie que a renovação é Daniel Vilela

Flávia Morais articula homenagem ao Dia Internacional do Idoso na Câmara dos Deputados

A parlamentar do PDT diz que a situação do idoso melhorou mas que é preciso avançar

Mauro Miranda diz que não está disposto a disputar a presidência do PMDB

O ex-senador disse ao Jornal Opção garante que não conversou com Iris Rezende a respeito. Está mais interessado em ler Platão e Marguerite Yourcenar

Operação Zelotes pode derrubar o primeiro presidente de uma emissora de televisão, a RBS

Especula-se que o comando da Rede Globo deve pressionar pela substituição de Duda Melzer. A cúpula da RBS nega a mudança de executivo

Livro de Lucas Figueiredo revela pacto de militares e civis para ocultar arquivos do regime repressivo

“Lugar Nenhum: Militares e Civis na Ocultação dos Documentos da Ditadura” sugere que os documentos militares estão por aí, em arquivos oficiais ou privados

Edinair Maria pode processar TV Anhanguera e a repórter Renata Costa

Advogados dizem que, como não foi condenada, Edinair Maria não pode ser qualificada como “funcionária fantasma”

A redução da maioridade penal e as obrigações do Estado

Manter os jovens infratores sob a tutela do Estado por mais tempo sem a oferta de educação e profissionalização efetivas não possibilitará a sua saída do crime Clara Magalhães As discussões sobre a redução da maioridade penal para jovens condenados por prática de crimes hediondos e sobre a ampliação do período de internação, que estão na pauta do Senado, ignoraram o tipo de recuperação que o Estado provê hoje e qual pretende oferecer a esses adolescentes. Esse seria o ponto-chave para se aprimorar a medida. O artigo 112 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) contém as medidas socioeducativas aplicáveis a adolescentes autores de atos infracionais. São predominantemente educativas e não punitivas. Vários outros conceitos, sempre complementares, são penalidades com fim pedagógico determinadas pela Justiça a indivíduos que têm de 12 a 18 anos de idade (ou seja, inimputáveis). Visam inibir a reincidência e promover a ressocialização. O aprimoramento que se deseja passa por uma metodologia pedagógica de capacitação e estímulo às competências e habilidades do adolescente, a fim de levá-lo a uma nova atitude via educação formal e profissionalizante. Isso demanda a revisão da classificação dos atos infracionais praticados por jovens. Hoje, há um sistema nivelador que ignora critérios como faixa etária e compleição física, entre outros, o que desequilibra relações e dificulta a definição do período de internação e a mensuração dos resultados das ações socioeducativas definidas pelo ECA. A restrição à liberdade é, por si só, punitiva. Porém, ao impô-la, a sociedade deve, a fim de recuperar o jovem, garantir um atendimento pedagógico que lhe permita, na sua reintegração à sociedade, trabalhar e gerar renda. Outros direitos previstos pelo ECA nem de longe são postos em prática. Se o fossem, talvez todo esse clamor da sociedade por vingança perdesse seu vigor. Falta hoje, entre outros, um treinamento especial aos professores que atendem a esses jovens. Em geral, são conteudistas, com formação exclusivamente acadêmica e sem preparo para interferir na formação de tal público. Durante toda a polêmica gerada pelo tema, não se abordou a busca por um planejamento pedagógico propício à recuperação desses jovens. Mantê-los sob a tutela do Estado por mais tempo sem a oferta de educação e profissionalização efetivas não possibilitará a sua saída do crime. Deve-se buscar uma solução e não, sob a dissimulação, clamar por vingança. Clara Magalhães é educadora do Centro Paula Souza e atua em projetos da Fundação FAT.

Jornalista de afiliada da TV Globo morre aos 32 anos

Priscilla Sampaio era apresentadora da TV Morena, em Mato Grosso do Sul