Por Adalberto de Queiroz
Tenho novamente nas mãos este “Viola D'Amore” (1965), de Franklin de Oliveira, que tirei da estante com a esperança de abrir meus temas hoje à junção da música com a literatura
Há 40 anos, neste mesmo mês de julho (dia 6), morria um dos maiores escritores católicos do Brasil
Nesta segunda crônica sobre W. B. Yeats, obedeço à conclamação que o poeta faz em "O balão da Mente": “Mãos, façam o que vos é pedido:/Tragam o balão da mente/Que intumesce e se arrasta ao vento/Para o seu estreito alpendre”
Diante de tantos bons poetas que se me oferecem à releitura, eis-me novamente diante de William Butler Yeats, prêmio Nobel de Literatura de 1923
Corria célere o ano de 1989 – que coisas aconteciam que o tornaram um rio tão ligeiro, além da queda do Muro de Berlim e da revolta estudantil na China? -, a vida seguia seu curso e eu continuava meu aprendizado da língua francesa, estudando e lendo no idioma de Molière
Sob o olhar do eterno, relemos o poema A ponte Mirabeau de Guillaume Apollinaire, que nos remete à passagem do tempo, onde o rio da vida corre célere
Autor inscreveu seu nome no cânone americano, mesmo tendo morrido jovem. O poeta nascido em Ohio suicidou-se aos 42 anos
O anjo de cada um de nós – seria o tema desta semana. O "insight" me aconteceu com a releitura de trechos do livro “Os Anjos Necessários”, de autoria de Robert Alter
Consciente de que certas formas de ginástica e de exercícios passionais são restritos aos jovens, contento-me com este exercício semanal da crítica
Termino de ler “A Mente Naufragada”, do pensador norte-americano Mark Lilla em meio (ou no fim?) da greve dos transportadores
Um poema de Alberto da Cunha Melo vem nos alertar. É preciso enxergar dentro da casa vazia, do deserto da alma
Prometi falar ainda uma vez sobre a escritora católica norte-americana, mas logo me lembrei do brilhante ensaio de Martim Vasques para o jornal literário Rascunho
Releio um romance de Jorge de Lima: “A mulher obscura[i]”. Na verdade, é como se o estivesse lendo pela vez primeira
Se me dou conta agora que uma crônica tem seu momento, reflito que já escrevi sobre isso: "aparentemente a crônica é talvez, mas a crônica é sempre e, principalmente, quando"
Escritora norte-americana fala de fronteiras e ocupação dos grandes espaços da América; dela se pode reafirmar com Carpeaux que “o catolicismo foi elemento significativo de sua arte”


