Por Adalberto de Queiroz
Ao completar 12 meses de atividade semanal na coluna, este cronista quer celebrar esta oportunidade
No obituário, Harrison Smith escreveu no Boston Globe que, "na segunda metade do século XX, poucos escritores foram tão elogiados, e tão desprezados quanto Naipaul"
Tenho sobre a mesa o livro de Mircea Eliade (1907-1986), intitulado “Uma outra juventude e Dayan”, traduzido do romeno por Fernando Klabin
Há 63 anos, aos dois de agosto de 1955, falecia aquele que para muitos é considerado o maior poeta norte-americano da primeira metade do século XX – Wallace Stevens
Tenho novamente nas mãos este “Viola D'Amore” (1965), de Franklin de Oliveira, que tirei da estante com a esperança de abrir meus temas hoje à junção da música com a literatura
Há 40 anos, neste mesmo mês de julho (dia 6), morria um dos maiores escritores católicos do Brasil
Nesta segunda crônica sobre W. B. Yeats, obedeço à conclamação que o poeta faz em "O balão da Mente": “Mãos, façam o que vos é pedido:/Tragam o balão da mente/Que intumesce e se arrasta ao vento/Para o seu estreito alpendre”
Diante de tantos bons poetas que se me oferecem à releitura, eis-me novamente diante de William Butler Yeats, prêmio Nobel de Literatura de 1923
Corria célere o ano de 1989 – que coisas aconteciam que o tornaram um rio tão ligeiro, além da queda do Muro de Berlim e da revolta estudantil na China? -, a vida seguia seu curso e eu continuava meu aprendizado da língua francesa, estudando e lendo no idioma de Molière
Sob o olhar do eterno, relemos o poema A ponte Mirabeau de Guillaume Apollinaire, que nos remete à passagem do tempo, onde o rio da vida corre célere
Autor inscreveu seu nome no cânone americano, mesmo tendo morrido jovem. O poeta nascido em Ohio suicidou-se aos 42 anos
O anjo de cada um de nós – seria o tema desta semana. O "insight" me aconteceu com a releitura de trechos do livro “Os Anjos Necessários”, de autoria de Robert Alter
Consciente de que certas formas de ginástica e de exercícios passionais são restritos aos jovens, contento-me com este exercício semanal da crítica
Termino de ler “A Mente Naufragada”, do pensador norte-americano Mark Lilla em meio (ou no fim?) da greve dos transportadores
Um poema de Alberto da Cunha Melo vem nos alertar. É preciso enxergar dentro da casa vazia, do deserto da alma


