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Sintego protocola pedido de liminar para que aposentados da rede estadual recebam dezembro

Inativos não tiveram acesso ao salário em atraso porque fundos que pagaram servidores da Educação não contemplam categoria

Foto: reprodução/Facebook

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Estado de Goiás (Sintego), Bia de Lima afirmou nesta terça-feira que a entidade entrou com pedido de liminar, através de uma da Ação Civil Pública, contra o Estado de Goiás, com o objetivo de que a Justiça determine o pagamento dos salários, 13° Salário e férias dos servidores das escolas públicas de Goiás e aposentados, estes que não receberam nada até hoje. A ação corre na 5ª Vara da Fazenda Pública, da comarca de Goiânia.

De acordo com a ação, os requerimentos são:

  1. Pedir, devido ao atraso, o pagamento com correção monetária e juros, conforme determina o artigo 96 da Constituição Federal;
  2. Incluir, no polo passivo da ação, a GoiásPrev, vez que é o órgão personalizado e responsável pelo pagamento dos/as inativos/as;
  3. Requerer o pagamento também dos/as servidores/as (incluindo professores/as) inativos/as das escolas da rede pública estadual.

O Sintego requer a concessão de liminar para determinar aos réus que, no prazo de 48 horas, efetue o pagamento dos servidores inativos das escolas da rede pública estadual referente ao mês de dezembro de 2018 e para aqueles que possuem direito ao 13° Salário naquele mês, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 100.000,00 por dia.

Para o professor Thiago Oliveira Martins o acordo que deixou eles "de fora" mostrou que "é como se não existissem". "Imagina a situação desse profissional depois de 40 anos de trabalho e agora sem dinheiro? Nós não aceitamos um acordo que deixa os aposentados fora, um acordo espúrio que só contribuí para o abandono de quem tanto contribuiu para a Educação, pessoas que viveram momentos de luta no passado por direitos como o Piso salarial da nossa categoria", declarou.

Segundo Bia de Lima, a situação dos aposentados está precária. “Nós fizemos peregrinações na GoiásPrev e na Secretaria da Fazenda para cobrar o pagamento dos/as aposentados, mas eles alegam não ter recursos. Nós não vamos abrir mão da paridade no pagamento do pessoal da ativa e dos inativos. Eless são parte da categoria, e devem ter esse direito preservado”, declarou.

joao-de-deus-condenacao
Justiça nega habeas corpus a João de Deus

Pedido negado pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal diz respeito ao processo que médium responde por manter quatro armas e munição

O Tribunal de Justiça de Goiás negou nesta terça-feria, 12, o pedido de habeas corpus feito pela defesa do médium goiano João Teixeira de Faria, o João de Deus. Denunciado por abuso sexual e por posse ilegal de armas, João de Deus está preso preventivamente em Aparecida de Goiânia.

O pedido negado pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal diz respeito apenas ao processo a que o médium responde por manter, em uma de suas residências, em Abadiânia, uma pistola; três revólveres, um deles com numeração raspada, e munição.

As armas foram encontradas escondidas em fundo falso montado no armário de um dos quartos de um dos imóveis alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos por policiais civis no dia 19 de dezembro. No local, também foram apreendidos R$ 405 mil em dinheiro.

Em seu voto, o desembargador-relator Edison Miguel destacou condições desfavoráveis para o médium, implicado também em processos de abuso sexual. Mesmo que obtivesse o habeas corpus no processo relativo à posse ilegal de armas, ele continuaria preso, pelas outras acusações.

“Ficou demonstrada a gravidade do crime, e a medida se faz necessária e adequada para a garantia e a manutenção da ordem pública. Por esta razão, estou revogando os efeitos da liminar e denegando a ordem prejudicada”, enfatizou o desembargador.

O advogado de Faria, Alberto Toron, antecipou a jornalistas que vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). “Entendemos que esta prisão, na linha do que já havia sido decidido pelo desembargador plantonista, é absolutamente injusta”, afirmou o advogado, sustentando que a prisão preventiva de João de Deus é uma “espécie de punição antecipada”.

“Essa ideia não se afina com a prisão preventiva, e vamos insistir nesse ponto nas instâncias superiores. É preciso separar o joio do trigo. As circunstâncias já renderam um outro processo contra o senhor João [pelas acusações de abuso sexual]. Ora, nesse outro processo, foi imposta a prisão preventiva. Neste, das armas, as razões são específicas. Caso contrário, o senhor João acabará preso neste processo pelas razões do outro”, disse Toron.

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Kajuru deve estruturar projeto de justiça fiscal para o país

Em reunião com auditores fiscais, equipe técnica do Sindifisco foi colocada à disposição do senador para que projeto possa ser elaborado

Senador Jorge Kajuru (PSB) e auditores da Receita Federal |Foto: reprodução

O Senador Jorge Kajuru (PSB) recebeu nesta terça-feira, 12, em seu gabinete, em Brasília, auditores da Receita Federal, a reunião visa formatar um projeto de justiça fiscal para o país.

O encontro entre Kajuru e os auditores aconteceu após o senador abrir seu discurso na tribuna do Senado tecendo criticas a situação fiscal de grandes empresas mineradoras do país, o parlamentar utilizou um artigo escrito por Paulo Roberto Ferreira, um dos auditores.

Durante seu discurso, o parlamentar questionou: “Quando é então que vamos começar a discutir aqui a Reforma da Previdência, se temos que alcançar esses contribuintes inadimplentes, que aumentam exponencialmente o rombo da Previdência?".

Após o encontro, os auditores afirmaram que colocaram a equipe técnica do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sindifisco), à disposição do Senador para que um projeto possa ser estruturado.

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Em Anápolis, maior parque fabril da América Latina abre vagas de emprego

Com oportunidades nas áreas de produção e qualidade, Teuto contribui para o crescimento econômico na região Centro-Oeste e é referência em geração de vagas

O Laboratório Teuto está com 35 vagas de emprego abertas em Anápolis para as áreas de produção e qualidade. São oportunidades de crescimento profissional, que, nos últimos anos, contribuíram para a geração de empregos na região.

Maior parque fabril da América Latina, o laboratório é referência pelo trabalho, envolvimento e capacitação de seus profissionais e reconhecido pela excelência no desenvolvimento, produção e comercialização. Para isso, investe na atração de novos talentos e, além das seleções externas, realiza continuamente seleções internas. Somente nos últimos anos, foram realizadas mais de 4,5 mil promoções.

A companhia está localizada no Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA) e oferece diversos benefícios, como: salários compatíveis com o mercado, refeição no local, vale-alimentação, transporte corporativo, plano de saúde e odontológico, além de treinamentos contínuos em parceria com as melhores instituições de ensino do mundo.

Thais  de Jesus Braz foi estagiária no Teuto durante 1 ano e meio e efetivada há dois dias. Ela participou de uma seleção externa e foi contratada como Assistente de Controladoria. “Comecei como estagiária. Mas, quando vi as oportunidades que teria no laboratório, percebi que seria a minha chance de criar um plano de carreira. Agora, vou focar em meu crescimento pessoal, porque o laboratório realmente abre as portas para quem quer crescer aqui dentro”, afirma.

De acordo com  Lorena Reis, analista de Recursos Humanos, o processo de seleção é muito importante para o Teuto, pois, através dele, é possível encontrar e atrair novos talentos. “Nós sempre procuramos pessoas que possam agregar valor à companhia. Esperamos que em cada seleção, os profissionais se sintam reconhecidos aqui dentro”, ressalta.

Os interessados em trabalhar no Teuto podem cadastrar os currículos no site do laboratório ou enviá-los para o e-mail selecao@teuto.com.br. As vagas também são divulgadas e atualizadas nas redes sociais do Teuto (Instagram, Facebook e Twitter).

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O professor e o poder da influência

Por Rodolfo Souza

"O conhecimento serve para encantar pessoas, não para humilhá-las". Esta frase de Mario Sergio Cortella me toca sensivelmente, por isso decidi compartilhar o sentimento que ela me provoca e visão que tenho do meu papel como professor.

O que é dito pelo professor, muitas vezes, é interpretado como lei pelos alunos, por isso como educador, acredito que temos a missão de desenvolver a consciência crítica do aluno e não simplesmente impor nossas opiniões e crenças.

Tenho convicções, pontos de vistas e filosofia de vida. E isto, naturalmente, já se reflete no meu modo de ser, agir e conduzir uma aula. Não deixo de apresentar aquilo que penso, mas sempre exponho as diversas posições existentes, deixando que meus alunos escolham o caminho a seguir.

Geralmente a influência que o professor exerce na vida do aluno é tão natural que ambos nem percebem, mas nem sempre as influências são positivas. Por isso, todo cuidado é pouco e qualquer expressão mal utilizada em sala de aula pode ter consequências negativas.

Hoje, infelizmente são comuns relatos de professores que usam palavras de baixo calão para ofender aqueles que deveria orientar, chamam para porrada aqueles que não concordam com suas ideias, por está razão não é de se estranhar que haja pessoas acabem reproduzindo este comportamento, inclusive nas redes sociais, onde muitas vezes valem-se do anonimato.

Tenho total consciência que algumas pessoas podem não concordar com minha reflexão, mas os muitos anos em sala de aula me fizeram ter consciência de que os alunos observam seus mestres o tempo todo e que nós professores somos exemplos para eles.

Portanto, se você for professor e quer que seus alunos sejam pessoas gentis, tente ser a personificação da gentileza. Se deseja que tratem os outros com respeito, trate todas as pessoas dessa maneira. Se pretende que seus alunos sejam responsáveis e deem valor aos estudos, seja dedicado e interessado.

Acima de tudo, faça o seu melhor.

“Quando a família não está bem, o governo também não está”, diz Caiado em artigo

Texto publicado no jornal O Globo anuncia criação do Gabinete de Políticas Sociais para combater vulnerabilidades