Reportagens

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Prefeituras precisam deixar de ser empregadoras com baixos níveis de eficiência

A partir de 1º de janeiro, prefeitos eleitos nos 246 municípios goianos assumem os mandatos. Para empresários, está na hora de esses administradores adotarem práticas diferentes do que foi mostrado até agora

Governo de Goiás destinou mais de 40% dos investimentos a Goiânia

Capital do Estado recebeu atenção especial do governador Marconi Perillo em diversas áreas entre 2011 e este ano

Projeto Crescer Sem Medo: por um melhor futuro das micro e pequenas empresas

Dentre as mudanças da lei complementar, estão o aumento do teto do Super Simples, a criação de Empresa Simples de Crédito e, ainda, a inclusão dos produtores de bebida e criação do Investidor-Anjo

Visão empresarial moderna credencia Vanderlan Cardoso

É a opinião de gente que tem vasto conhecimento da cidade e que considera o candidato do PSB o melhor nome para comandar a prefeitura da capital pelos próximos 4 anos

Campanhas tendem a se tornar mais agressivas

Raras vezes pode ser uma boa estratégia eleitoral “apanhar” e não responder. Mas ficar somente na defesa é ruim para qualquer campanha

Uma Câmara que, no discurso, quer adotar novos hábitos e práticas

Com um quadro a partir de janeiro de 2017 com 13 reeleitos e 22 vereadores que não estavam na Casa este ano, Legislativo de Goiânia defende independência

Iris Rezende: o político que, parado no tempo, tem pouco mais que carisma para mostrar

Chega a ser assombroso descobrir que o Iris dos anos 60 permanece praticamente o mesmo, incólume, no Iris do século 21

Encontro Estadual de Empreendedores do Leite leva expertises ao segmento

Em sua primeira edição, o evento conta com palestrantes nacionais e traz temas que atendem desde o pequeno produtor ao grande empresário

Tarefa para quando o próximo prefeito de Goiânia descer do “planeta campanha” para o mundo real

Passado o momento eleitoral, será a hora de o vencedor se deparar com os problemas da capital. Quais deles atacar primeiramente?

Carro: o “cigarro do futuro” que causa danos graves ao presente

Colocar o transporte particular individual como principal meio de locomoção traz desgastes não só ao trânsito, mas inviabiliza a vida ao longo do tempo

Eleições de 2016 mostram futuro incerto para pesquisas de intenção de votos

Prognósticos distantes dos resultados apresentados nas urnas por candidatos a prefeitos apontam para reinvenção dos métodos de levantamento utilizados

Eleitor expurga político tradicional

Resultado do 1º turno mostra que candidatos que encarnaram o figurino de outsiders — mesmo que não o sejam de fato — levaram vantagem, o que certamente vai se repetir na etapa final do pleito

Escolha é entre o velho obreirismo de Iris e o moderno resgate da cidadania de Vanderlan

Há semelhanças entre o que os dois candidatos propõem, mas também há diferenças, e a principal delas é a visão de mundo e a prática política

Base aliada estadual ganhou força

As eleições municipais têm importância relativa em relação às disputas de governo estadual, mas é um dos componentes que formam a força de um grupamento [caption id="attachment_16964" align="alignleft" width="620"]Após as eleições deste ano, outra pessoa ocupará o Palácio das Esmeraldas e não poderá ser Marconi Perillo ou Iris Rezende|Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Palácio das Esmeraldas: a eleição municipal tem um foco lá|Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Afonso Lopes Partido ou grupamento que vence majoritariamente as eleições municipais torna-se imbatível na disputa pelo governo do Estado dois anos depois? Claro que não. Tampouco as eleições nas cidades são uma prévia do que vai se disputar no Estado. Trata-se, na verdade, da composição dos muitos aspectos que terminam por montar situações favoráveis ou não. É por essa razão que deputados estaduais e federais, senadores e governador fazem o possível para vencer na maioria dos municípios. É a formação da chamada base, o alicerce inicial do que se poderá construir depois. Isso posto, o resultado das eleições deste ano animaram as forças que compõem a chamada base aliada estadual, esmagadoramente vitoriosa em número de prefeitos e vereadores. Isso abre espaço para a preparação de um cenário bem mais favorável para a disputa de 2018, que deve ser bastante intensa tanto entre os governistas como entre os opositores. Projeto Os prefeitos que venceram agora e que vão assumir seus cargos a partir de janeiro devem encontrar “casas”, na maioria das vezes, completamente arruinadas. Há o fator histórico que pesa contra as máquinas administrativas municipais, geralmente paquidérmicas, agravadas pela gravíssima crise econômica que secou fontes importantes de financiamento das cidades, além da estupidez que é o pacto federativo brasileiro, que termina por concentrar quase completamente o bolo tributário em Brasília. Se os Estados sofrem com receitas baixas, as cidades praticamente dependem de oxigênio financeiro externo em tempo integral. É certo também que esses prefeitos eleitos precisaram prometer mundos e fundos para seduzir seus eleitores. Faz parte do jogo. Os candidatos derrotados também fizeram muitas promessas. A diferença entre eles é que os primeiros é que vão ser cobrados pela população. Mas essa cobrança não será imediata. Quem chega recebe uma espécie de salvo-conduto que costuma girar entre seis meses e até um ano. Basta que se apresente como um líder realmente confiável e criativo. Mais do que isso, que use a transparência como uma boa e positiva arma para se proteger das críticas iniciais. Fora isso, é torcer para que a crise econômica comece efetivamente a ser superada já no ano que vem, como se acredita. Esse desempenho dos prefeitos é importante para a tal montagem do cenário para a disputa estadual, que no final das contas é considerado como um projeto político de governistas e de opositores. São os prefeitos e vereadores que formam a base das candidaturas a deputado estadual e federal, fator preponderante na montagem de chapas competitivas tanto para o governo como para o Senado. É possível vencer a disputa pelo Palácio das Esmeraldas sem essa competitividade? Possível, é, como se viu em 1998 quando Marconi Perillo derrotou Iris Rezende tendo o apoio de apenas 20 e poucos prefeitos, mas é extremamente complicado. Aquela foi uma eleição completamente atípica, e que provavelmente não vai se repetir em sua atipicidade tão cedo. Assim, e tecnicamente, pode-se afirmar que, sem nenhuma dúvida, as forças governistas venceram o primeiro round da grande batalha de 2018. Mais do que isso, mostra que esse eixo político permanece como referencial no Estado. Prova disso é que as vitórias foram colhidas em todos os quadrantes, e não em uma ou duas regiões, e em cidades de todos os portes, das menores às mais densamente povoadas. Um velho problema dos opositores permanece aparentemente sem qualquer solução: a falta de projeto alternativo. A oposição atua em cima de situações conjunturais, e portanto possíveis de transformação, e não política e administrativamente estruturais. Faz-se oposição ao governo porque não está no governo. Não se formula a alternativa aquilo que aí está. A oposição precisa desenvolver um projeto que vá além da mera troca de comando do Estado. E isso, obviamente, é ir muito além da fulanização da disputa. Enquanto a base aliada estadual continuar se mostrando viável e a oposição bater apenas na tecla da mudança sem apresentar o que e como mudar, haverá sempre a imensa possibilidade de as bases municipais permanecerem como um dos elementos que formam a vitória na disputa estadual. Para 2018, o jogo começou com a base aliada estadual à frente. Ainda há tempo para os opositores igualarem as possibilidades, mas sem um projeto política e administrativamente alternativo não vai dar. Mais uma vez. l

Busca por recursos depende de capacidade e agilidade

Experiência une negociação política com conhecimento legislativo e técnico para conseguir verba e saber o que fazer para não perder investimentos