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Marconi recebe João de Deus no Palácio das Esmeraldas

Médium esteve com governador e vice-governador José Eliton na última quinta-feira em audiência na sede do governo de Goiás

Entidade critica proposta de extinção de zonas eleitorais em Goiás

Rezoneamento é norma do TSE que está sendo cumprida pelo tribunal regional e depende disponibilidade orçamentária

Goiano que trabalha em Barcelona relata “cenas de horror” durante atentado

Cristiano Lopes Ferreira, que trabalha de segurança no local, nas Ramblas, conta que viu pessoas feridas e mortas pelo chão após massacre terrorista

Delegacias do Tocantins passam a contar com 900 policiais civis

Medida reforça a área de Segurança Pública e atende à legislação 

“Nunca vi alguém trabalhar como Eliane”, elogia Marconi

Durante caravana do Goiás na Frente em Bela Vista, governador enalteceu trabalho da parlamentar

Morre Zilma Campos, mulher do publicitário Zander Campos e mãe do publicitário Zander Jr., da Cannes

A grande anfitriã provou uma máxima não escrita: ninguém precisa ter ideologia. Gente precisa ser do bem Iuri Godinho Jamais conheci alguém para receber como Zilma Campos da Silva recebia. Ela se foi hoje pela manhã depois de uma enfermidade no sangue — não era leucemia, mas algo difuso, que fazia os leucócitos enlouquecerem e deixava uma das maiores festeiras de nossa história desanimada, embora jamais sem conversar, ouvir e sorrir. Zilma era esposa do pioneiro da propaganda, Zander Campos da Silva, fundador da primeira agência de Goiás e que existe até hoje, a Cannes Publicidade. Mãe de Zander Júnior e Zandarlene. Minha segunda mãe. Zander e Zilma se casaram na véspera do casamento de meus pais, em dezembro de 1962. Zander Júnior nasceu em maio de 1964, menos de dois meses antes de mim. Estudamos juntos desde 1976, no Colégio Marista, e desde aquele ano invadi a casa de Zilma no Centro de Goiânia como se fosse minha. Abria a geladeira, subia para os quartos, usava o telefone de disco — a casa já naquela época tinha duas linhas, um luxo. Não porque fosse o folgado que vocês estão pensando, mas porque Zilma deixava e gostava. Dentro de casa, era absoluta e gostava que todos se sentissem assim. [caption id="attachment_102682" align="aligncenter" width="600"] Zander Campos, Zilma Campos, Alice e Zandarlene Campos[/caption] Entrei na Faculdade de Jornalismo da UFG sem ter feito terceiro ano, em 1982. Passei em quarto lugar. Zander Júnior em terceiro. Meu pai, Jávier Godinho e Zander pai mexeram os pauzinhos, entraram com uma ação e aos 17 anos lá estávamos nós no antigo ICHL, o glorioso Instituto de Ciências Humanas e Letras. O acordo que tinha com a família era injusto. Zander Júnior saia do Centro com seu Monza zerado e me pegava no Setor Coimbra. Atravessávamos a cidade até o Campus da UFG, ao lado do Itatiaia. À noite eu não mudava um milímetro o caminho que já teria de fazer e em um fusca usado o pegava no Centro e o levava até a Praça Universitária para nossas aulas de Direito. Ele andava 44 quilômetros, eu 12. Entrava em sua casa sem bater e Zilma sempre tinha a mesa posta, não raramente penteando o cabelo de Zander Júnior mesmo depois dele completar 18 anos. Ela o incentivava a me buscar sem reclamar. Eu gostava de pensar que, como ela era tipo uma segunda mãe, eu era tipo um segundo filho homem para ela. Ainda estudante, uma vez um dente provisório meu caiu na porta da casa dela à noite. Chovia escandalosamente. Aquela mulher sempre chique e poderosa, sempre com o cabelo bem-feito, sempre bem-vestida, pegou uma lanterna e vasculhou a calçada e o asfalto até se ensopar e encontrar o dente. Depois nos formamos e a aventura começou de verdade. Em 1987 fui ao Rio de Janeiro, onde Zilma e Zander já tinham apartamento. Levei alguns amigos e “esqueci” de avisar a Zilma que eles ficariam no apartamento dela que já estava cheio, era férias. Ela nem tomou conhecimento. Arrumou uma cama aqui, ajeitou um lençol ali e meus amigos ficaram 18 dias por lá. Nem a conheciam. As festas de Zilma no reveillon do Rio são antológicas. O apartamento ficava aberto para convidados e amigos dos convidados. Ela cozinhava tudo, seu bacalhau era imbatível. A bebida sempre da melhor qualidade e variada. Zilma gostava de fazer tudo para sobrar. E quando recebia sabia ser ouvinte, sempre discreta, jamais falava mal das pessoas. Em um reveillon lá pelos anos 90, a festa acabara e chegou o Júlio Nasser tipo quase amanhecendo. Zilma esquentou tudo e fez sala a ele. Eu fui dormir mesmo sendo o mais próximo do Julinho. Em um 1º de janeiro fiz uma escala no RJ rumo a férias no exterior e ZIlma me perguntou antes de embarcar: “Fica quanto tempo no aeroporto?” Duas horas e meia, respondi. “Então passa aqui eu vou fazer seu bacalhau”.” Zilma era dessas. Enquanto no mundo o bonito era ser feminista e independente, Zilma foi feminista mandando na casa, cuidando dos filhos e dando apoio para que Zander pai montasse seu mini império: primeiro com a Cannes, depois com o Hospital Banco de Olhos e FacLions. Sim, tudo teve o dedo de Zilma, que ainda administrava os muitos imóveis do casal. Zilma provou uma máxima não escrita: ninguém precisa ter ideologia. Gente precisa ser do bem. Dito isso, nós que ficamos não precisamos nos preocupar. Sorte de Zilma que será recebida em sua nova morada tão bem quanto recebeu aqui na sua. Iúri Rincon Godinho é publisher da Contato Comunicação.

PF deflagra duas novas fases da Lava Jato e ex-deputado é preso

Um dos alvos de mandado de prisão é Cândido Vaccarezza, ex-petista que foi líder dos governos Dilma e Lula na Câmara Federal

Menor é apreendido com 30 kg de maconha na bagagem em rodovia goiana

Cães farejadores encontraram a droga em ônibus interestadual que ia para o Maranhão

Alexandre Baldy é cotado para se filiar ao PHS com mais 15 deputados. Tudo depende de Temer

O deputado federal Alexandre Baldy, se o presidente Michel Temer bancar, pode assumir o controle do PHS. Ele iria junto com cerca de 10 a 15 deputados. O que se diz, em Brasília, é que o parlamentar irá se filiar no partido que o presidente decidir. Se Temer disser: “Vá para o PSDB ou para o PMDB”, Baldy irá. No entanto, há as questões regionais e, em Goiás, Baldy quer caminhar com o governador Marconi Perillo e com o pré-candidato a governador pelo PSDB, José Eliton. Mas é fato que o líder do Podemos mantém relacionamento cordial com o deputado federal Daniel Vilela, pré-candidato a governador pelo PMDB.

OAB-GO repudia desembargador que repreendeu advogada por causa de roupa

Eugênio Cesário disse que ela não estava à altura da atividade e disparou: “A senhora vem fazer sustentação de camiseta?”. Mulher estava, na verdade, de vestido

“O que Goiás está fazendo pela primeira infância deve ser copiado”, diz Paes de Barros

Economista-chefe do Instituto Ayrton Senna disse que levantar a discussão e propor parcerias com os municípios é essencial

“Marconi dá show de sensibilidade ao Brasil”, afirma Francisco Júnior

Deputado afirma que "enquanto alguns ficam brigando e xingando, Marconi enfrenta os problemas de frente, ajuda os municípios, mas trabalha focado em quem mais precisa"

Ministério Público de Goiás l Foto: Reprodução
MPGO deve apresentar denúncia sobre desvio de verbas no Mutirama em dez dias

Segundo investigações, fraude aconteceu na venda de ingressos e pode ter gerado prejuízo de R$ 3 milhões

Seminário da Seduce reúne nomes de referência internacional para tratar da primeira infância

Programação foi desenvolvida pela Seduce, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e o Ministério da Educação (MEC)

Bolsonaro recebe ovada de manifestante. Veja vídeo

Deputado foi surpreendido por jovem durante caminhada em Ribeirão Preto