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Governador participa de reunião com titulares das administrações estaduais, se encontra com ministros e presidente da Caixa
Prefeito não sancionou lei aprovada pela Câmara Municipal que acaba com a cobrança do IPTU contínuo em Goiânia
Empresário está detido na sede da Polícia Federal de São Paulo
Vereador Jorge Kajuru (PRP) afirma que prefeito Iris Rezende será derrotado nesta quarta-feira (9) em votação na CCJ
Os metroviários do Distrito Federal decidiram entrar em greve a partir de quinta-feira (9/11). A decisão foi tomada após assembleia extraordinária da categoria no último domingo (5/11). De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal (Sindmetrô-DF), a medida é pelo cumprimento do acordo coletivo de 2015: nomeação de aprovados, ampliação de vagas, pagamento do INPC de 2015 e do retroativo do período. A categoria informou ainda que a paralisação ocorre por tempo indeterminado ou até o GDF atender as demandas dos metroviários.
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Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasília[/caption]
Mais de seis mil comerciantes do Distrito Federal estão em situação irregular, podendo perder os benefícios do sistema especial de tributação, o Simples Nacional. Os microempresários e donos de empresas de pequeno porte do DF têm até o dia 11 de dezembro para quitar débitos e regularizar os dados.
Em setembro, a Secretaria de Fazenda apontou irregularidades com quase nove mil contribuintes. Mais de dois mil regularizam as situações.
O governo arrecadou cerca de R$ 2 milhões com o pagamento dos débitos. Para os comerciantes que tiverem problemas cadastrais, é preciso buscar o Cadastro Fiscal do DF para reativar ou dar baixa na inscrição.
O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) negou o boato que circulava pelas mídias sociais de que os moradores de Brazlândia passariam a votar em Ceilândia a partir de 2018. De acordo com o Tribunal, o rezoneamento apenas alterou o número da zona de cada eleitor, o que motivou a troca dos títulos de eleitor dos moradores da região. No entanto, todos os eleitores continuam votando nos mesmos locais que votavam anteriormente. Por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o TRT precisou reduzir as zonas eleitorais do DF de 21 para 19. O Tribunal criou ainda um posto eleitoral em Brazlândia, onde ocorre a substituição do título de eleitor. A emissão do novo documento, que ocorre apenas para que as informações sejam alteradas, é gratuita. O morador precisa apenas comparecer no posto eleitoral com um documento de identificação para que a substituição seja realizada.
A cobrança a todos os outros grandes geradores está mantida
A definição de pré-candidato do PMDB para o Palácio do Buriti provoca descontentamentos e faz com que dez siglas direitistas se distanciem.
No meio da briga está o ex-secretário de Saúde, Jofran Frejat (PV), cobiçado por todas as frentes.
Movimentações políticas nas articulações por cargos majoritários, com a filiação ao PMDB do ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF) Ibaneis Rocha, provocaram uma implosão na maior coalizão formada até o momento, com 10 partidos de direita.
Devido ao descontentamento de integrantes do grupo com a investida do pré-candidato ao Palácio do Buriti, a tendência é que a prematura coligação se divida.
Evento nesta terça-feira marcou início de nova fase da unidade, que agora passa a ser a única do Estado habilitada com Serviço de Atenção à Obesidade
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Ziraldo aos 79 anos. Descobriria a velhice aos 85: “A velhice é uma coisa que acontece assim de surpresa”, diz, em entrevista à Folha de S. Paulo | Foto: Ana Colla/divulgação/Flipiri[/caption]
Aos 85 anos, Ziraldo se declara velho. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo de hoje, o multiartista, eterno autor de “O Menino Maluquinho”, disse que ao tropeçar e cair deparou-se com a velhice. Percebeu que não se sente mais um adolescente. Ou seja, Ziraldo recebeu a notícia de que já não é mais um jovem por um tropeção, por uma espécie de peraltice do tempo, uma risadinha malandra da vida que lhe mostra a dentição afiada da existência, dando-lhe uma mordiscada. São poucos os que anunciam a velhice. É uma irreverência ou uma entrega dos pontos?
Ver Ziraldo assim, nu diante do tempo, é ver Ziraldo desenhando e escrevendo “O Menino Maluquinho”. A aproximação entre o menino e o velho é que me fez entristecer. Meu mundo turvou um pouquinho. Se Ziraldo está envelhecendo, eu também estou. É que me lembrei da leitura do livro, aos nove anos. Lembrei-me da última página, quando o Menino Maluquinho cresce, não podendo mais driblar o insuperável vento da vida.
Ziraldo foi tantas coisas nesse mundo imensurável de coisas, desde cantor, nos tenros anos em que sua mãe queria fazer dele um astro pop, até chegar ao patamar de Menino Maluquinho, de onde construiu sua base de resistência, passando pelo Pasquim, pela parceria com Carlos Drummond de Andrade no Jornal do Brasil, e tantos livros, tantos projetos, tanta energia dedicada à arte.
A arte ainda é sua própria vida, e a arte foi que o manteve jovem até agora, o dia de seu anúncio de que envelheceu. Enfraquecimento muscular, coordenação debilitada, e a memória traindo-o.
“O Menino Maluquinho” é sua Magnum Opus. Todo mundo leu o livro, viu os filmes, as peças, acompanhou as citações, as aventuras de tudo quanto foi jeito. Mais que o texto, as ilustrações enchem a alma da gente. O Menino Maluquinho são os desenhos, os traços do Ziraldo, seu caráter ali em linhas.
O sorriso, a alma oferecida no sorriso. A alegria de dias inteiros saindo em desfile por entre os dentes de Ziraldo risonho. Ziraldo, nosso patrimônio, anunciando a velhice de 85 anos, celebrados no dia 24 de outubro, uma velhice que vem para poucos, diga-se, e às vezes vem com muitos estragos de feitos traumáticos ocorridos pela vida afora, às vezes vem com um superávit de realizações boas, como é seu caso. O problema de anunciar a velhice é que parece estar anunciando a última página, embora tenha dito que está trabalhando em diversos projetos.
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Maria Valéria Rezende, escritora paulista que já amealhou dois prêmios
importantes com seu romance “Outros cantos” | Foto: Adriano Franco[/caption]
A escritora paulista Maria Valéria Rezende, radicada na Paraíba, ganhou o Prêmio São Paulo de Literatura, em cerimônia realizada na noite de segunda-feira (6/11).
Além do reconhecimento de uma autora que está na estrada há algumas décadas, ela tem 72 anos, a premiação em dinheiro é a maior entre as láureas brasileiras, R$ 200
mil.
Maria Valéria foi laureada com o romance “Outros cantos”, que já havia ganhado o prêmio cubano Casa de las Américas, na categoria Literatura Brasileira. No São Paulo, ela concorreu com nomes fortes nessa temporada, como Silviano Santiago, que já papou o Jabuti, na categoria Romance, e espera o resultado de Livro do Ano, do mesmo prêmio, e está entre os finalistas do Oceanos (antigo Portugal Telecom), com “Machado”.
Bernardo Carvalho, finalista do Oceanos com “Simpatia pelo demônio”, também concorria ao Prêmio São Paulo, que ainda outorgou o Melhor Romance de autor estreante ao “A instrução da noite”, de Maurício de Almeida, e o Melhor Romance de autor estreante acima dos 40 anos ao “Céus e terra”, de Franklin Carvalho. Os dois embolsarão, cada um, R$ 100 mil. Nada mal.
Vale lembrar que a vencedora do Prêmio São Paulo do ano passado foi outra mulher, outra paulista, Beatriz Bracher, com “ Anatomia do Paraíso”. Beatriz é uma das fundadoras da renomada Editora 34 e já se revelou grande prosista, desde seu romance de estreia “Azul e dura”, de 2002.
Goncourt
Também ontem, em Paris, o escritor francês Éric Vuillard, pouco conhecido no Brasil, foi laureado com o prêmio mais importante da França, e um dos mais pomposos do mundo literário, o Goncourt. Saiu-se vencedor com o romance “L'ordre du jour” (A ordem do dia, em tradução livre). O livro de Vuillard narra a ascensão de Hitler ao poder na década de 1930, com o apoio da alta burguesia alemã, principalmente a elite do setor industrial, que fortaleceu a construção de armamentos do Nazismo.
O valor em dinheiro do Goncourt é simbólico. São apenas 10 euros. Mas o prestígio que o autor ganha depois dele é incomensurável, catapultando-o ao lugar de best-seller.
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Capital terá participação de 35% enquanto os demais municípios da região metropolitana contam com 30%


