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Governo anunciou a mudança por causa das Eleições do próximo ano
Projeto de lei deveria ter sido enviado no dia 1º de maio à Câmara, mas os servidores municipais ainda não receberam o reajuste salarial
Uma de suas grandes jogadas, ao lado de Aureliano Chaves e José Sarney, foi tramar a ruptura com a ditadura “sem nenhuma crise institucional”
Ronaldo Caiado não se manifesta sobre um dos temas mais importantes para os goianienses: o caos na área da saúde na capital na gestão Iris Rezende, da qual o senador é copartícipe
O deputado Irajá Abreu (PSD), em discurso no plenário da Câmara Federal, falou sobre o “tipo” de reforma da Previdência que o governo está tentando impor aos brasileiros. “Esta não é uma proposta responsável, equilibrada e justa com os brasileiros, principalmente os mais simples. O Governo quer modificar as regras no meio do jogo, punindo o trabalhador”, destacou o parlamentar. Irajá Abreu concorda que é preciso fazer uma reforma no sistema previdenciário no Brasil, mas que seja com regras responsáveis e justas. “Uma coisa é você propor que todo brasileiro possa fazer um sacrifício ao Brasil para salvar a economia. Mas outra coisa, é você fazer uma proposta que quer arrancar o sangue do brasileiro, exigindo dele o que ele não pode fazer”, disse. O deputado seguiu dizendo como o Governo deveria oferecer alternativas para os brasileiros: “O Governo deveria sim apresentar uma proposta equilibrada, justa, dando opções ao cidadão brasileiro para poder escolher qual é o tipo de sacrifício que ele pode dar ao Brasil, para equilibrarmos o déficit da previdência brasileira”. Irajá Abreu encerrou o discurso solicitando aos seus pares e aos cidadãos brasileiros, cautela e reflexão sobre essa proposta. “Eu que defendo o setor produtivo, o livre mercado, o estado de Direito, sou a favor de fazermos uma reforma da previdência, mas essa proposta imoral para povo brasileiro não posso concordar”, finalizou.
O presidente da República, Michel Temer (PMDB), discursou para centenas de prefeitos do Brasil reunidos no Palácio do Planalto na quarta-feira, 13, e se comprometeu em repassar o Auxílio Financeiro aos Municípios (AFM), no valor de R$ 2 bilhões, até o fim de dezembro. O aporte de recursos extras foi prometido por Temer em novembro deste ano, durante mobilização de gestores em Brasília. A audiência com o chefe do executivo federal faz parte de uma segunda mobilização de prefeitos na capital federal, ato que conta com a presença do presidente da Associação Tocantinense de Municípios (ATM), prefeito de Pedro Afonso, Jairo Mariano (PDT), e demais chefes do executivo municipal do Tocantins. “Vamos repassar o auxílio financeiro aos Municípios até o fim deste mês”, garantiu o presidente da República, ao sinalizar que se a economia do Brasil estiver crescendo, repassará mais R$ 2 bilhões em 2018. Temer aproveitou a oportunidade para pedir apoio dos prefeitos à Reforma da Previdência, em discussão no Congresso Nacional. Para o presidente da República, o Brasil viverá um cenário de “eliminação de postos de trabalho, ausência de desenvolvimento no País” sem a aprovação da reforma. O presidente da ATM explicou a necessidade do AFM aos Municípios. “Esse auxílio financeiro será de grande importância para que as finanças municipais fechem o ano com saldo positivo. As prefeituras terão recursos extras para sanar eventuais dívidas com fornecedores e para pagar o 13º salário dos servidores municipais. A promessa de um segundo possível repasse em 2018, no valor de R$ 2bilhões, trouxe esperanças aos prefeitos que querem mais recursos para obras e serviços públicos. A cobrança aqui em Brasília foi proveitosa. Vamos acompanhar até o fim do mês o cumprimento da promessa”, disse Mariano.
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O ministro das Cidades, Alexandre Baldy — o golden boy do governo do presidente Michel Temer —, decidiu se filiar ao PP do senador Ciro Nogueira.
Dada sua importância política, afinal trata-se de um ministro, a filiação se dará por meio da cúpula nacional do PP, não da cúpula goiana.
Do alto de sua vasta experiência, o ex-deputado federal e presidente regional do PSD, secretário Vilmar Rocha, entrou num caldeirão de polêmica. Segundo ele, a base estadual se exauriu. É uma percepção sensorial ou mero palpite?
O advogado é ligado ao vice-governador José Eliton. Alexandre Tocantins é outro postulante forte
Quem se encontra com o tucano fica impressionado com sua tranquilidade e paciência
Há uma aposta, em parte do PMDB, que o candidato a governador deve ser Caiado, com Daniel na vice
Tucano que perdeu a eleição em Itacajá contesta argumentos do adversário e diz que a Justiça Eleitoral precisa investigar as contas do vencedor
Pedro Alves de Oliveira desiste da reeleição e Sandro Mabel recua para abrir espaço para o líder do setor de etanol
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Arquivo[/caption]
Há quem acredite que o presidente Michel Temer vai “segurar” Henrique Meirelles, que começa a se apresentar como candidato a presidente da República. Ledo engano. O peemedebista-chefe é quem mais incentiva o ministro da Fazenda a se pôr no jogo.
Henrique Meirelles — que tem sido apresentado como o novo Fernando Henrique Cardoso (que ganhou duas eleições presidenciais às custas da recuperação da economia) — é filiado ao PSD de Gilberto Kassab, mas pode ser o candidato do PMDB a presidente.
Acredita-se, no Palácio do Planalto, que um político de centro, do equilíbrio, será eleito para continuar levando o país a um porto seguro. Será, nesta visão, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ou Henrique Meirelles. A diferença é que, ao contrário de Alckmin — que tem experiência política —, o ministro da Fazenda não tem desgaste político ou moral.
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Foto: Geraldo Magela/Agência Senado[/caption]
De um senador: “A senadora Kátia Abreu, que planeja ser candidata a governadora do Tocantins, briga com todo mundo. Quando não há ninguém por perto para brigar, briga com a própria sombra”.
O senador afirma que um dos objetivos de Kátia Abreu é filiar-se pelo menos em 15 partidos. “A conta dela já está se aproximando”. Ele duvida que o prefeito de Palmas, Carlos “Viajante” Amastha, aceite apoiá-la para governadora. “Os dois são topetudos e, se caminharem juntos, brigarão já nos primeiros minutos.”
A vida, para Kátia Abreu, é um verdadeiro octógono. “Ela foi aliada de Siqueira Campos — até muito amiga — e do governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), e conseguiu brigar com todos. Brigar com Marcelo Miranda não é nada fácil, porque se trata de um político conciliador”, frisa o senador. “Se Kátia Abreu disser que quer ser sua amiga, fuja. Porque logo depois ela se tornará sua inimiga visceral. Sua ‘ética’ é a do escorpião.”


