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Marconi Perillo, amigo de Jovair Arantes há 40 anos, chama Henrique Arantes de “sobrinho”

Governador de Goiás ressalta os laços de amizade com os líderes do PTB em Goiás

Com Lula da Silva candidato, PT aposta que vai eleger dois deputados federais em Goiás

Tese: eleito presidente, Lula da Lula enfrentará resistência no Congresso Nacional; por isso precisa de uma bancada forte do PT

Rachel Azeredo procura Marconi Perillo e admite que fez críticas exageradas

Ex-deputada faz autocrítica e pede desculpas ao governador de Goiás

“Vou ter o dobro de votos de Álvaro Guimarães em Itumbiara”, desafia Gugu Nader

Vice-prefeito afirma que Ronaldo Caiado é um fantasma no interior e diz que Iris Rezende é um político só de Goiânia

Santana Gomes diz que volta de Demóstenes Torres mexe na disputa para senador

Deputado afirma que Zé Eliton deve ser eleito governador e sugere que Marconi Perillo fique em Goiás para ajudar a base

“Ascensão de Zé Eliton nas pesquisas vai garantir união de toda a base”, afirma Benitez Calil

Presidente do PSL afirma que Marconi Perillo e Zé Eliton precisam de um articulador político que agregue suas bases políticas

Tião Caroço prepara-se para deixar o TCM e começa a montar base eleitoral para deputado

Prefeito de São Miguel do Araguaia banca o conselheiro para a Assembleia Legislativa de Goiás

Candidatos a deputado federal dizem que Lúcia Vânia erra ao só pedir votos para Marcos Abrão

Políticos experimentados afirmam que Marcos Abrão terá dificuldade para se reeleger, porque é elitista e não se aproxima das bases

Lincoln Tejota aposta que Wilder Morais será candidato a senador

Deputado diz que há base tem vários nomes para senador, o que prova força política, e que as oposições só tem dois nomes

De Trindade para o mundo: no aniversário do prefeito, cidade mostra seu ótimo momento em cultura

Atuante no teatro, artes plásticas e artesanato, a cidade credita à atual gestão o bom momento na área

Lincoln Tejota diz que parte do PMDB fica com Zé Eliton e parte com Ronaldo Caiado

Se Caiado for para o segundo turno com Eliton, a tendência é que o grupo de Maguito e Daniel Vilela fique com o candidato tucano

Marconi Perillo pode disputar mandato de deputado federal em 2018?

Governador pode disputar mandato de deputado, senador (o mais certo) e de vice-presidente da República

Marconi Perillo vai ficar com Lúcia Vânia ou com Wilder Morais para parceiro de chapa?

Políticos da base governista dizem que o governador não vai interferir e vai deixar que os dois decidam

Vereador trabalha pelo impeachment da prefeita de Ipameri

Marcelo Godói está levantando supostas irregularidades cometidas pela gestora Daniela Vaz Carneiro

Renan, Jucá e Sarney continuam livres, leves e soltos

[caption id="attachment_107494" align="aligncenter" width="620"] José Sarney, Renan Calheiros e Romero Jucá | Foto: Waldemir Barreto/ Agência Senado[/caption] A Justiça para ser feita depende de provas consistentes levantadas no decorrer do processo que apura o crime. E nem sempre, ou quase nunca, no caso de poderosos, essas provas são fáceis de serem obtidas. Nessa semana o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin determinou o arquivamento de inquérito que investigava o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado por supostamente terem atuado para obstruir a Operação Lava Jato. Conforme noticiou a “Folha”, O ministro atendeu ao pedido de arquivamento feito pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que com base na recomendação da Polícia Federal havia solicitado o arquivamento do inquérito. A investigação tinha como base áudios gravados por Machado em conversa com os peemedebistas. Em seu despacho, Fachin ressaltou que "o arquivamento deferido com fundamento na ausência de provas suficientes de prática delitiva não impede a retomada das investigações caso futuramente surjam novas evidências". A publicação lembra o caso. Em um dos diálogos, Jucá afirma ser necessário "mudar o governo para estancar essa sangria". A declaração foi interpretada como uma referência ao avanço da Operação Lava Jato. As gravações vieram a público em maio do ano passado e Jucá, então ministro do Planejamento do governo interino de Michel Temer (PMDB), deixou o cargo. Em outra gravação feita por Machado, Renan, que então presidia o Senado, fala sobre a necessidade de regulamentar a delação premiada. Já Sarney diz prever que uma delação da Odebrecht teria o efeito de uma "metralhadora ponto 100". Em relatório ao STF sobre os áudios entregues pelo ex-presidente da Transpetro, a PF sustentou que não há como comprovar o cometimento de crimes por parte do ex-presidente e dos senadores. A delegada Graziela Machado da Costa e Silva afirmou ainda que Machado não “merecia” os benefícios da delação porque “a colaboração mostrou-se ineficaz”. Para Janot, em decorrência das gravações e dos depoimentos de Machado, “sabe-se que os eventuais projetos de lei apresentados por vezes sob roupagem de aperfeiçoamento da legislação terão verdadeiramente por fim interromper as investigações de atos praticados por organização criminosa”. No entanto, segundo ele, “tais atos não são penalmente puníveis”. “Não houve prática de nenhum ato concreto além da exteriorização do plano delitivo. Assim, não há de falar em tentativa.” É isso, leitor, os caras são pilantras de marca maior, e é claro que eles estavam conspirando para detonar a Lava Jato. Mas de acordo com o ordenamento jurídico brasileiro não houve configuração de provas suficientes para enquadrá-los. Continuarão, portanto, livres, leves e soltos. O estado democrático de direito tem falhas, mas é melhor que a alternativa de um déspota que faça as coisas ao seu alvitre.