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Segundo um palaciano, o deputado federal Jovair Arantes afirma, de maneira peremptória, que ele e o PTB apoiam, integralmente, a candidatura de José Eliton para governador de Goiás.
Quanto à rebeldia do deputado estadual Henrique Arantes, Jovair Arantes, sempre ponderado, afirma que se trata de coisa de jovem e que a aliança com José Eliton está mantida. E é incontornável.
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Arquivo[/caption]
Nos bastidores, segundo um palaciano, Jovair Arantes criticou a declaração de Vilmar Rocha sugerindo a possibilidade de outro nome — não o de José Eliton — para a disputa do governo de Goiás pela base governista.
O palaciano frisa que Jovair Arantes é posicionado, crítico visceral, mas é um política acima de tudo leal.
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Valmir Pedro, prefeito de Uruaçu| Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
Consenso em Uruaçu: nunca um prefeito, em apenas um ano de governo, foi tão arrojado quanto Valmir Pedro (PSDB), “o leão do Norte de Goiás”.
Valmir Pedro está recuperando as ruas do município e, sobretudo a autoestima do povo de Uruaçu, que se sentia “abandonado” por administradores caóticos. Os funcionários recebem em dia e não são perseguidos.
A deputada Eliane Pinheiro, do PMN, brincar que, quando Valmir Pedro passa pelas ruas, até o asfalto—“de qualidade”, frisa a parlamentar — decide aplaudi-lo.
O deputado Thiago Peixoto, do PSD, chama Valmir de “Pedro, o Grande”, numa referência à sua competência e ao czar russo. “A diferença é que Valmir Pedro é democrata.”
Aos que cobram que faça mais política, e não só gestão, Valmir Pedro costuma responder que quem quer fazer política precisa mesmo é trabalhar para melhorar a qualidade de sua vida dos moradores das cidades.
O Congresso Nacional aprovou na quarta-feira, 13, o Orçamento de 2018 e nele está prevista a aplicação de R$ 89 bilhões na manutenção e no desenvolvimento da educação, o que representa aporte adicional de R$ 3,1 bilhões em relação ao texto encaminhado pelo Governo. No caso da complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que direciona recursos para a educação básica nos estados e municípios, a deputada Professora Dorinha (DEM) conseguiu que fosse incluído pelo relator-geral do texto o valor de R$ 1,5 bilhão acima da proposta original. Esse aporte foi possível porque a Emenda Constitucional 95 excluiu os recursos do Fundeb do teto de gastos. Ou seja, ele pode ser ampliado sem afetar o limite de despesas primárias e a meta de resultado primário do governo federal.
Radicalizado, segundo um aliado, Jovair Arantes sublinha que não banca a reeleição de Lúcia Vânia para o Senado. O deputado federal apoia o senador Wilder Morais. Como sinal de que é preciso “renovar” a política.
O deputado Eduardo Siqueira Campos (DEM) se antecipou e já remeteu à Secretaria de Estado do Planejamento toda a descrição de como irá destinar suas emendas parlamentares no orçamento de 2018, em que pese ainda ter prazo até o próximo dia 20. O parlamentar escolheu quatro áreas para alocação dos recursos, com prioridade para a Saúde, Educação e Segurança Pública, sendo que o maior volume foi destinado para a Saúde, com R$1,6 milhão, praticamente 50% do total. Segundo o parlamentar, suas emendas são definidas de acordo com as demandas colhidas junto à sociedade e sua intenção é que esse recurso chegue diretamente para atendimento e benefício do cidadão tocantinense. Do montante destinado à Saúde, o deputado dividiu o valor em R$ 1 milhão para a compra de ambulâncias e equipamentos hospitalares; R$ 500 mil para a construção do Hospital do Câncer de Barretos em Palmas; e R$ 100 mil para a Liga Feminina de Combate ao Câncer. O deputado destinará, ainda, recursos para a educação, no valor total de R$ 1,6 milhão à educação, além de R$ 750 mil para Segurança Pública, com a finalidade de adquirir armamentos para as Polícias Civil e Militar (incluindo a Rotam) e para a Guarda Metropolitana de Palmas. “A descrição de cada item e a sua divulgação é a forma que tenho de demonstrar à população como destino as minhas emendas e para dar transparência na aplicação desses recursos, que são públicos e tem o objetivo de atender as necessidades da população. Essa é uma das formas de cumprir o meu papel como parlamentar”, analisou Eduardo Siqueira.
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Arquivo[/caption]
De um deputado estadual: “A ditadura durou 21 anos, de 1964 a 1985. Pois Lúcia Vânia quer ficar 24 anos no Senado, quer dizer, três anos a mais do que a ditadura”.
“Por que a senadora Lúcia Vânia não aceita a renovação?”, pergunta o parlamentar. “Ela, que apoiou a ditadura militar, não abre espaço para o novo.”
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Demóstenes Torres durante entrevista ao Jornal Opção | Foto: Fernando Leite[/caption]
De um advogado: “É pule de dez que Demóstenes Torres retoma seu mandato de senador; afinal, não cometeu nenhum crime, segundo a Justiça”. De outro advogado: “É muito difícil, senão impossível, a retomada do mandato. Os senadores não costumam voltar atrás”.
Se o Senado não lhe devolver o mandato, Demóstenes Torres vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal.
Não só aos aliados, Iris Araújo tem dito que o PMDB deve eleger apenas um deputado federal. Por isso, com o apoio do prefeito de Goiânia, Iris Rezende, trabalha, em tempo integral, para “desidratar” seu principal concorrente interno, o deputado José Nelto. Seus auxiliares, quando ouvem o nome do parlamentar, dizem: “Ah, o José Néscio”.
Iris Araújo tem dito que, para derrotar José Nelto e conseguir ser a deputada do PMDB, conta com o apoio do pré-candidato do PMDB a governador, Daniel Vilela.
José Nelto acreditava que teria o apoio do prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, para deputado federal. Porém, instado por Daniel Vilela, o peemedebista banca a candidatura de Iris Araújo.
Marise Fernandes foi “salva” pela ação rápida e eficaz de Marconi Perillo e Alexandre Baldy
A cúpula nacional deu garantia de que o PP em Goiás vai ficar ao lado do candidato do PSDB a governador, José Eliton. Em qualquer circunstância.
O presidente nacional do partido, Ciro Nogueira, mantém excelente relacionamento com o governador Marconi Perillo.
De um deputado estadual do PMDB: “O senador Ronaldo Caiado anda irritado com as pressões do deputado federal Daniel Vilela [pré-candidato do PMDB a governador de Goiás] para que desista de ser candidato em 2018 e apoie a postulação do peemedebista”.
Segundo o deputado, Ronaldo Caiado sempre pergunta por qual motivo o líder nas pesquisas de intenção de voto pode abrir mão para o segundo ou terceiro colocado. Os caiadistas apostam que a disputa em 2018 se dará entre o candidato do PSDB, José Eliton, e o senador.
Tese de um peemedebista: “Ronaldo Caiado não segue, mas exige seguidores”.
No início, pensou-se que os salamaleques terminaria em namoro. Mas a guerra começou a ficar fria e agora se tornou uma guerra hot. Os grupos de Daniel Vilela e de Ronaldo Caiado começam a trocar farpas nos bastidores e o salto para as redes sociais será em breve. Dossiês começam a circular de mão em mão.
Os caiadistas, se Daniel Vilela insistir em ser candidato, vão falar que tem ligação com a Odebrecht e com a empresa de telefonia OI. Já os vilelistas vão contrapor, insinuando ligações do senador Caiado com a OAS, por intermédio do prefeito de Salvador, ACM Neto.
Acertadas as pendências com deputados eleitos com seus votos, o parlamentar deve anunciar candidatura em 2018
Cientista político da UFG vê Lula e Bolsonaro como nomes mais viáveis no momento, mas a condenação do petista e um nome mais moderado à direita podem mudar completamente o cenário



