Notícias
Os favoritos são Antônio Gomide, Amilton Filho, Carlos Antônio e João Gomes
No momento, os eleitores não estão interessados em pesquisas e em campanha política. Eles começam a prestar atenção nos candidatos a partir de agosto
Deputado federal do PSD diz acreditar que governador terá tempo e condições de crescer nas pesquisas pelo legado de seu grupo e ações à frente do Estado
O pré-candidato do MDB enfrenta o líder nas pesquisas e a sólida estrutura do candidato do PSDB
Resultados do show que o mundo assistiu podem vir do Oriente Médio, e não da península coreana
Político experiente, o tucano pode até não ser eleito, mas terá votação expressiva em Anápolis
[caption id="attachment_128271" align="alignright" width="620"]
Arquivo[/caption]
O pré-candidato do MDB a governador, Daniel Vilela, está fazendo a lição de casa: visita todo o interior, tenta fortalecer sua chapa de deputados — não está nada fácil organizar uma chapa qualitativa (para deputado federal, aos trancos e barrancos, só tem Iris Araújo e Wdineira Oliveira—em termos de consistência ou relativa consistência eleitoral) — e concede entrevistas, que, se não são polêmicas, mostram amadurecimento político e intelectual.
Nos últimos dias, Daniel Vilela ocupou espaço na Imprensa e debateu o governo e projetos de maneira qualitativa —sugerindo que a crítica rançosa vai ficar mesmo por conta de Ronaldo Caiado.
A sua apresentação no “Roda de Entrevista”, da Televisão Brasil Central (TBC), exibiu um político elegante, inteligente e, no geral, capaz de respostas precisas.
Nos bastidores, aliados do senador chamam o emedebista de “palaciano” e assinalam que o vereador fala uma coisa de manhã e outra à tarde
[caption id="attachment_120738" align="alignright" width="620"]
Foto: Leo Iran[/caption]
Os números da senadora Lúcia Vânia, sinalizando que tem capital eleitoral cristalizado, assustaram aqueles que, de uma hora para outra, rejeitavam sua reeleição. A presidente do PSB e dirigente indireta do PPS — por intermédio do sobrinho, o deputado federal Marcos Abrão — está cacifada para a disputa de 7 de outubro.
Entretanto, a falta de diálogo afasta Lúcia Vânia dos deputados, tanto federais quanto estaduais, e das bases. A senadora, afirmam seus possíveis aliados, planeja ser candidata, mas não contribui com as campanhas dos integrantes da base. Para deputado federal, por exemplo, só apoia Marcos Abrão. “Há uma tendência oligárquica”, afirma um deputado federal.
Goianos contam como expandiram e potencializaram suas empresas após receberem assessoramento da entidade
Assembleia de Deus pressiona para que o deputado se alinhe com o pré-candidato do DEM a governador. Mas o partido é controlado pela Igreja Universal
O vereador afirma que Jorcelino Braga quer vê-lo disputando mandato de deputado federal
[caption id="attachment_114764" align="alignleft" width="329"]
Foto: Reprodução/Twitter[/caption]
Ninguém entendeu. Santana Pires era o deus do Patriota. De repente, virou demônio e acabou expulso. Mas, de repente de novo, foi reincorporado ao partido e, sim, se tornou anjo.
O novo acordo, que trouxe o filho pródigo para casa — o poeta Mario Quintana escreveu que “o bom filho a casa entorna” —, foi selado na Churrascaria Los Pampas, na Avenida Araguaia, no Centro de Goiânia.
Qual o motivo do acordo? Não se sabe. O que se comenta, e pode ser fake news, é que Santana Pires saberia muito sobre possíveis “podres” do Patriota em Goiás.
A turma que comanda o Patriota lamenta a artilharia pesada de Santana Pires, que continua lançando mísseis na direção de Adilson Barroso, presidente nacional do partido, e Chico Leite, empresário que é candidato a deputado federal.
“Santana Pires é o nosso Kim Jong-un”, brinca um líder do Patriota. “Ele vai se acalmar.”
Candidaturas competitivas seguem um padrão estrutural, mas isso não significa que uma eleição pode ser decidida previamente; ninguém ganha ou perde com antecedência
Aliados veem no senador democrata a possibilidade de vitória da oposição e MDB enfrenta divisão entre caiadistas e vilelistas


