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Sebrae-GO promove Semana do Microempreendedor Individual

Evento ocorre de 14 a 19 do mês que vem em diferentes cidades do Estado

Família de refugiados sírios em Goiânia conta histórias da guerra

Há pouco mais de três anos no Brasil, Yara Alchahaf e sua filha, Maya Ghandour, agradecem o povo brasileiro por terem sido bem-recebidas

Coalizão: a arapuca armada para o próximo presidente

Quem ganhar a eleição para a Presidência da República em outubro terá de fazer arranjos de alto custo político e financeiro para viabilizar a governabilidade nos próximos quatro anos

Principais candidatos sinalizam o rumo que devem seguir

Um dos principais fatores de qualquer campanha eleitoral bem estruturada é a tematização, o chamado discurso ou proposta de governo. Embora esse quadro ainda não esteja totalmente moldado, é possível identificar tendências

Trindade anuncia mais de R$ 1 milhão em equipamentos para unidades de saúde

Em ação que o prefeito Jânio Darrot (PSDB) define como “mais um ano de investimentos e modernização”, prefeitura investe na infraestrutura do setor

A barbárie do caso Robertinho

Mandados a Júri Popular, data ainda não foi definida porque aguarda recursos dos policiais militares autores do crime

PSB e SD se aliam?

[caption id="attachment_123201" align="alignright" width="620"] Amastha e Eduardo Gomes: eles vão juntos?[/caption] Cogita-se que o ex-prefeito e pré-candidato ao governo Carlos Amastha (PSB) se aproxima do pré-candidato ao Senado Eduardo Gomes (SD). Eles são amigos de longa data, antes mesmo da primeira posse de Amastha à frente da Prefeitura de Palmas. O mesmo SD recebeu, no prazo final de filiação, ninguém menos que o filho do prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas (PR), Thiago Dimas, que pretende se candidatar a deputado federal nas eleições de outubro. Se a aliança PSB/SD se confirmar, Amastha teria, por consequência, o apoio de Dimas, que até poucos dias era seu rival, quando houve – inclusive – troca de farpas sobre os modelos de gestão adotados nas Prefeituras de Palmas e de Araguaína. A chance disso ocorrer é real, pois Dimas está “P... da vida” com o presidente de seu partido, o senador Vicentinho Alves, que diga-se de passagem, também é pré-candidato ao governo. Caso o ex-prefeito de Palmas consiga articular essa aliança partidária, o cenário mudaria, visto que a base da pirâmide, ou seja, um robusto grupo político, começaria a se formar.

Carlesse pede apoio de deputados para tocar o governo-tampão

(ex)Presidente da Assembleia Legislativa assume novamente como governador interino e apela para a superação dos conflitos político-partidários em função do período eleitoral

“Temos potencialidades que não foram exploradas”

Dono de vasta experiência administrativa, deputado estadual do PPS, que está no quarto mandato, quer se reeleger com discurso desenvolvimentista

Juventude, transgressão e arte em Patti Smith

“Só Garotos”, livro lançado em 2010, põe em evidência os múltiplos talentos da artista americana, considerada um dos ícones do movimento punk; a autora relata sua trajetória rumo à efervescente Nova York do final dos anos 1960

“Lincoln no Limbo”: a polifonia da transformação através do luto

Primeiro romance do escritor americano George Saunders, um dos mais inventivos autores de contos contemporâneos, chega ao Brasil superando as expectativas, com uma narrativa que se sustenta na inventividade

Cenas das cidades dos cadáveres

Poemas impressionantes de Anna Świrszczyńska (1909–1984), no livro “Eu Construía a Barricada”, falam da revolta contra o exército nazista alemão, no final da Segunda Guerra Mundial, que culminou na morte de 200 mil civis

Quem tem medo do Joaquim Barbosa?

Foi só o ex-homem de toga surgir entre os pré-candidatos a presidente no Datafolha de domingo (15/4) com 8% a 10% do eleitorado que adversários ligaram o alerta

Baldy empodera o PP

Partido Progressista se torna uma das três maiores bancadas na Câmara dos Deputados e ganha musculatura em nível regional com a entrada do ministro das Cidades, que assumiu o comando da sigla

Pesquisas atuais fazem muito barulho, mas têm pouco sentido

[caption id="attachment_123254" align="alignright" width="620"] Franklin Roosevelt seria o perdedor da eleição norte-americana, em 1936, conforme a pesquisa com cupons, mas o estatístico George Gallup fez pesquisa com caráter científico e acertou que o eleito seria Franklin[/caption] Sempre que algum veículo de comunicação publica o re­sultado de pesquisas elei­torais o assunto fervilha. A interpretação comum, no en­tanto, tende a misturar um pou­co de razão com enorme dosagem de emoção. Assim, parcelas da po­pu­lação não somente acreditam nas pesquisas que apontam seus pre­feridos na liderança ou muito bem colocados, como tendem a pro­jetar tais resultados como se fos­sem uma prévia do resultado da pró­pria urna. Já os simpatizantes de candidatos que surgem com pou­ca densidade nas pesquisas de­fen­dem teses conspiratórias e até mer­cantilistas. Afinal de contas, exis­te um lado certo nesse pseudocon­flito? Nem certo e nem errado. Am­bos os lados se comportam mais emocionalmente e menos ra­cio­nalmente. Mas antes de entrar mais detalhadamente na real importância das pesquisas eleitorais, vale a pena relembrar como elas surgiram e se desenvolveram. É necessário aqui um corte no tempo e uma curta via­gem aos Estados Unidos, berço no­tável das atuais pesquisas. Entre as décadas de 1910 e 1930, jornais e revistas americanas, principalmente a “The Literary Di­gest”, mas também o jornalão referência “New York Times”, publicavam cupons-resposta perguntando em quem seus leitores estavam pen­sando em votar nas eleições pre­sidenciais. Aconteceram muitos acertos nesses levantamentos que não tem grande diferença, a não ser pelo universo abordado, das en­quetes. Não há nada científico. Na eleição presidencial de 1936, a imprensa com seus cu­pons-resposta apontaram uma tranquila vitória de Alf Landon so­bre Franklin Roosevelt. A principal en­quete-pesquisa era da “Digest”, que contabilizou cerca de 2 mi­lhões e 500 mil respostas de seus lei­tores e também de americanos ca­dastrados nas listas telefônicas. Um até então desconhecido estatístico, George Gallup, ousou discordar. Baseado numa pesquisa com caráter científico, ele assegurou que o eleito seria Roosevelt, e com folga. A imprensa quis saber quan­tos cupons-resposta Gallup tinha para falar tamanho disparate. Ele explicou que não tinha nen­hum cupom. Seu método era mon­tado a partir de amostras estratificadas da população. Ele admitiu ter realizado “apenas” 3 mil entrevistas em todo o território americano. Claro que Gallup foi desacreditado pela imprensa. Abertas as urnas, Roosevelt foi o vitorioso, e com grande folga. De volta ao contemporâneo, o método criado e desenvolvido por George Gallup é utilizado até hoje por praticamente todos os institutos de pesquisa de opinião pública no mundo todo. Serpes, Grupom e Ve­rita, os maiores institutos sediados em Goiás, seguem esse método - com alguma variação conforme exigem os tempos atuais. Uma des­sas mudanças é a abordagem do entrevistado. Gallup realizava es­se trabalho nas residências. Hoje, com as cidades verticalizadas e a in­segurança geral, as entrevistas são realizadas geralmente em locais pú­blico de grande fluxo. E são abordagens mais rápidas também, como exige a vida nas grandes cidades. Essas mudanças mexeram levemente na época ideal para a realização das pesquisas, embora não interfiram no resultado final do trabalho. Quanto mais distante da eleição, maior poderá ser a variação de resultados. É por essa razão que na maioria das vezes o resultado das urnas difere das primeiras pesquisas eleitorais realizadas. Isso não é uma regra, mas uma probalidade. Por outro lado, quanto mais próximo estiver a eleição, maior a possibilidade de os números apresentarem consistência. É por essa razão que as pesquisas que mais se aproximam do resultado oficial das urnas é a chamada boca de urna. Isso não quer dizer que as pesquisas atuais não contêm nenhuma informação relevante. Tem, sim, mas não como fator de previsão de resultado da eleição. Elas revelam várias facetas que, bem interpretadas racionalmente, entregam uma carga informativa bastante interessante, ainda que fortemente influenciada pelo grau de conhecimento público em torno de determinados candidatos. Esse fator, a diferença de popularidade entre os candidatos, é quase completamente eliminado durante a campanha eleitoral propriamente dita, que tem envolvimento total - para o bem ou para o mal - da população. É somente nessa época que as pesquisas começam a refletir tendências reais, e aumentar assim a carga informativa que há em cada relatório da amostragem.