O desafio de um  país que cresce pouco

O desafio de um país que cresce pouco

Em “Complacência” os economistas Fábio Giambiagi e Alexandre Schwartsman navegam por temas complexos da economia brasileira procurando desmitificar e responder por que o país, mesmo com a grande oferta de empregos, vem crescendo tão pouco

Pedro Nava: livros para  ler numa ilha deserta

Pedro Nava: livros para ler numa ilha deserta

Leitor de vida inteira de Marcel Proust, Pedro Nava, também conhecedor de Henri Bergson, entendeu os mecanismos da memória involuntária. Sua obra é profundamente proustiana, influência que proclamou abertamente. Daí sua fixação obsessiva com a passagem do tempo, como confessava

Eu tento mas a desesperança não morre

Eu tento mas a desesperança não morre

A nova legislação dizia bem assim: que cada família se virasse e tomasse tento dos seus doentes mentais, ao invés de atirá-los à clausura, ao abandono, ao esquecimento de um hospício cujos corredores tinham um cheiro de fezes mesclado ao eucalipto dos desinfetantes”

Por que ler Proust?

Por que ler Proust?

Proust não foi apenas um analista da alma. Ele viveu o fim de uma era e foi o historiador dessa agonia. Um cronista da decadência que produziu a crônica impiedosa e fiel de uma sociedade moribunda que desaguou na carnificina da primeira Guerra Mundial

Nick Hornby melhorado

Nick Hornby melhorado

“Uma Longa Queda”, adaptação cinematográfica dirigida pelo francês Pascal Chaumeil, surpreende ao retirar o essencial dos três vértices o livro de Nick Hornby: a tentativa quádrupla de suicídio, a relação dessa turma improvável de amigos com a mídia após um pacto e o desfecho piegas

Livros da infância: modos de usar

Livros da infância: modos de usar

Vi nascimentos e conheci a injustiça da morte. Descobri o amor, suas alegrias e dores, e também vivenciei a amizade, com suas traições à espreita. Entendendo pouco ou nada de tudo aquilo, buscava refúgio nos livros, que traduziam o que eu experimentava e supriam minhas deficiências