Por Redação
Porém, em meio a UTIs lotadas e aumento do número de mortes, prefeito Alexandre Kalil diz que seguirá decisão do plenário do STF Em decisão proferida durante a madrugada e divulgada em suas redes sociais, o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou ao prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), que faça cumprir, "com máxima urgência", a decisão de permitir missas, cultos e outras celebrações religiosas, de forma presenciais. O primeiro domingo do mês é sempre uma data muito importante para as igrejas, haja vista que é de costume que dízimos e ofertas de fiéis se avolumem, por conta da data de pagamento da maior parte dos vencimentos salariais. Em meio ao crescimento do número de mortes e das UTIs lotadas, além de imediada execução, a intimação de Nunes Marques dá a Kalil o prazo de 24 horas para esclarecer "as providências tomadas, sob pena de responsabilização, inclusive no âmbito criminal, nos termos da lei". Mas há uma questão importante: a determinação abrupta de Kassio gerou impasse justamente contra decisão do próprio plenário do Supremo que integra e, pela qual os cultos e as missas seguiriam suspensos. É essa visão do pleno que o prefeito diz que seguirá: https://twitter.com/alexandrekalil/status/1378464517039005704 Além da postagem, a Advocacia-Geral da União (AGU) também se manifestou dando notícia da determinação do prefeito. Além do cumprimento imediato, a intimação dá 24 horas para que Kalil esclareça "as providências tomadas, sob pena de responsabilização, inclusive no âmbito criminal, nos termos da lei".
Em novo livro da série autobiográfica "Sem Fim", escritora Valéria Veiga descreve com detalhes memórias de outra vida, que acessou em uma regressão espontânea
A permanência de Agenor Mariano (MDB) na Secretaria de Planejamento e Habitação ainda ainda não é uma certeza e pode influenciar nos apoios a Rogério Cruz
Plenário será o termômetro da crise política entre o prefeito Rogério Cruz e MDB
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Parlamentar ouviu dos técnicos que compõem o conselho a situação da unidade e das demais do Estado e reafirmou seu posicionamento de contribuição e parceria nas ações de saúde, principalmente nas que forem voltadas para o enfrentamento e combate da pandemia
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O livro de poesias ‘O secreto silêncio do amor’, de Álvaro Alves de Faria e Denise Emmer, mostra que o amor vence mesmo em tempos áridos que secam as lágrimas da sensibilidade.
O jornalista disseca a cantora a partir de múltiplos pontos de vista. Era uma artista em permanente processo de (re)construção, avessa a dogmas
Um dos veteranos intérpretes do cenário musical brasileiro, ele morreu aos 84 anos depois de ficar internado desde o dia 17 de março, no Rio O cantor Agnaldo Timóteo é outro nome da cultura nacional a perder a vida em decorrência da Covid-19. Ele estava internado desde 17 de março na Casa São Bernardo, na capital carioca, mas não resistiu. Sua morte foi anunciada no início da tarde deste sábado, 3. O Instituto Funjor, do qual o cantor era conselheiro, divulgou a seguinte nota:
Agnaldo Timóteo viverá eternamente em nossos corações! A família agradece todo o apoio e profissionalismo da Rede Hospital Casa São Bernardo nessa batalha. A família informa que a Corrente de Fé, com pensamentos positivos e orações, permanecerá, em prol da cura final dessa doença e pelos que ainda estão lutando."Mineiro nascido em Caratinga, cidade mineira do Vale do Rio Doce, hoje com 92 mil habitantes, Agnaldo começou a trabalhar como mecânico – foi também motorista da cantora Ângela Maria. Depois de se mudar para o Rio de Janeiro no início da década de 60, lançou vários discos e alcançou destaque ainda nos primeiros anos de carreira – ao longo da vida, foram 62 discos. Além da longa estrada na música, Agnaldo Timóteo também fez política: a partir de 1982, foi deputado federal, depois estadual (pelo Rio) e também vereador (por São Paulo).
O chefe do Executivo argentino fez teste rápido que confirmou infecção por Covid-19, mesmo depois de ter completado ciclo de imunização com a Sputnik V
Depois de apresentar febre e outros sintomas, o presidente argentino, Alberto Fernández, revelou neste sábado, 3, que um teste rápido confirmou que ele está "positivo" para coronavírus. Em sua conta no Twitter, o governante disse estar "fisicamente bem" e animado.
Um canal local entrou em contato com o chefe do Executivo da Argentina, que respondeu, pela rede social: "Estou bem e agradeço a preocupação. Só tive um pouco de dor de cabeça, não tenho nenhum sintoma alarmante." Ele aguarda agora o resultado do PCR, considerado o teste padrão ouro para Covid-19.
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Alberto Fernández: infecção após receber Sputnik V, mas com estado geral bom| Foto: Reprodução[/caption]
Fernández completou 62 anos nesta sexta-feira, 2, e aproveitou para cumprimentar todos os que lhe enviaram mensagens de aniversário.
A questão que se torna intrigante é que o presidente já havia tomado as duas doses da vacina Sputnik V – a primeira no dia 21 de janeiro e a segunda três semanas depois. A proteção, então, não teria sido efetiva?
Na verdade, toda vacina, depois de aplicada, tem uma janela até que se complete a imunização total que deve oferecer. No caso da Coronavac, por exemplo – a mais utilizada no Brasil e produzida no Instituto Butantan –, o prazo é de duas semanas após a segunda dose.
Sobre a Sputnik V, já houve outros relatos de infecção por coronavírus após as doses do imunizante russo. Em janeiro, o repórter Sergey Satanovskiy, da Deutsche Welle (DW), afirmou que pegou Covid-19 mesmo após recebê-las – ele havia sido voluntário nos testes da vacina em dezembro e, ao visitar a avó para as comemorações de fim de ano, contraiu a doença, mas sem desenvolver sintomas graves.
A jornalista, que tinha 67 anos, foi casada com o jornalista Tonico Duarte, ex-TV Globo
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Julian Pontes e um grupo de oficiais passaram na frente e se vacinaram antes das tropas que estão trabalhando nas ruas. Mais de 20 policiais morreram devido à Covid

