Por Ketllyn Fernandes

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Greve dos motoristas do transporte público da Grande Goiânia é considerada ilegal pelo TRT-18

Na última sexta-feira a Justiça acatou duas ações movidas pela Rápido Araguaia e o Setransp. Juiz da 9ª Vara do Trabalho da capital proibiu qualquer aproximação de grevistas a garagens e terminais

“Trabalho para que o DEM fique dentro da base”, defende Helio de Sousa

Deputado estadual pondera, entretanto, que a decisão será tomada em convenção partidária [caption id="attachment_4237" align="alignright" width="300"]Deputado estadual Helio de Sousa | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Deputado estadual Helio de Sousa | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Para o deputado Helio de Sousa (DEM), o caminho natural de composição do partido para ter espaço numa chapa majoritária é com a base governista. De acordo com o democrata, essa posição se deve ao fato de a legenda ter estado sempre ao lado das gestões marconistas e por isso também fazer parte do chamado tempo novo. “Minha posição é definida. Trabalho para que o DEM fique dentro da base, é esse o caminho natural”, disse ao Jornal Opção Online, pontuando que até uma candidatura solo de Caiado, como cogitada pelo presidente do PSDB, Paulo de Jesus, em conversa com a reportagem, foge da normalidade esperada pela maioria dos democratas. Presidente da sigla em Goiás, o deputado federal Ronando Caiado colou-se como pré-candidato ao Senado, mas tem evitado sinalizar qualquer definição partidária antes das convenções. O democrata mudou o rumo da pré-candidatura depois de ver seu plano de candidatar-se ao governo de Goiás cair por terra com a ida de Marina Silva para o PSB. “O que temos conversado dentro do DEM e com o próprio Caiado é que valerá a decisão da convenção”, pondera Helio de Sousa. Questionado sobre a aventada possibilidade de Ronaldo Caiado vir a compor com a oposição, visto que já houve certa aproximação com o PMDB por meio de conversa com Iris Rezende, o parlamentar disse desconhecer essa ou qualquer outra conversa. Caiado desconversa sobre o diálogo com o líder peemedebista. “Foi conversa política, não teve nada de muito importante”, diz.

Disputa "pedreira"
Ronaldo Caiado marcou presença na última quinta-feira (15/5) em evento do Solidariedade que reuniu os postulantes ao governo de Goiás Júnior Friboi (PMDB), Antônio Gomide (PT) e Armando Vergílio (SDD). Ao discursar o democrata reforçou que a convenção do DEM trará a decisão a ser acatada por ele, tendo admitido que a disputa pelo Senado neste ano será uma “pedreira”. Um voo solo, como começa a ser aventado, tornaria ainda mais difícil a perspectiva de assumir uma cadeira no Senado.

Clima de tensão no Terminal Praça A e tentativa de incêndio a ônibus do Eixão

Avenida Anhanguera teve o tráfego interrompido e alguns manifestantes tentaram forçar entrada em lojas dos camelódromos da região

Editais de licitação mais rígidos e Comissão de Ética estão em relatório sobre a Operação Poltergeist

Seis membros da comissão de sindicância que analisou denúncia do MP têm até esta quinta-feira para entregar o documento resultante das análises

Tucano fala em dificuldade de compor com Caiado e aventa voo solo do democrata ao Senado

Dificuldade estaria concentrada na quase certa definição em torno de José Eliton e Vilmar Rocha. Paulo de Jesus também critica falta de projetos pelos nomes peemedebistas diante do impasse interno

Martiniano Cavalcante e Elias Vaz procuram Iris Rezende em seu QG

Ida de pessebistas após nova reviravolta provocada por iristas pode indicar fato novo em composições e trocas de apoio Semana normal no QG irista, o que significa entra e sai de políticos no escritório do ex-prefeito e ex-governador, que dias atrás retirou sua pré-candidatura ao governo de Goiás em prol da união interna do PMDB –– que está abalada e constantemente questionada desde as primeiras notícias de que teria como novo filiado o empresário José Batista Júnior, o Júnior Friboi, o atual pré-candidato. Na manhã desta quarta-feira (14/5), após movimentação intitulada “volta Iris” ocorrida na tarde de terça-feira (13), o peemedebista recebeu em seu escritório os pessebistas representantes da Rede Sustentabilidade em Goiás Martiniano Cavalcante e o vereador Elias Vaz. [relacionadas artigos="4068,3971"] Ontem, Iris Rezende voltou a dizer-se “à disposição” da legenda e demonstrou ânimo no caso de o partido precisar dele, tendo sido bastante cauteloso no que se refere ao respeito ao que a legenda determinar. “[...] Eu gostaria de ser governador, de ser tudo”, disse em discurso. A motivação dos pessebistas tem relação direta com o retorno do líder à cena política, o que deixa em aberto possível apoio ou composição que garanta palanque ao pernambucano Eduardo Campos, presidenciável pelo PSB. Possível união com Vanderlan Cardoso nunca foi descartada pelos peemedebistas, mesmo com o pessebista (ex-PMDB) mantendo firme a posição de pré-candidato ao governo custe o que custar. Pesquisas eleitorais, como a mais recente do Instituto Fortiori, entretanto, mostram Vanderlan em terceiro no levantamento espontâneo (3%, num cenário em que Gomide e Friboi obtiveram 2% de citações) e em segundo no estimulado (18%), somente 1 ponto porcentual à frente de Júnior Friboi –– que diga-se de passagem, também não cresceu consideravelmente após Iris sair do tabuleiro, mas no que confere a Vanderlan, iniciou sua pré-campanha bem depois do pessebista, que desde a derrota em 2010 enquanto filiado ao PR, sempre se colocou como pré-candidato ao governo.

Jovem morre atropelada por caminhão na Avenida Presidente Kennedy

Trânsito na região ficou congestionado em várias vias que dão acesso ao Setor Santa Genoveva

Helder Valin lembra aos deputados que ainda é período pré-eleitoral

Presidente da Assembleia Legislativa de Goiás terá conversa com os parlamentares para cobrar compromisso com a atual legislatura. Ponto eletrônico não é descartado

Ponto a funcionários estará em relatório da comissão de sindicância da Operação Poltergeist

Prazo para conclusão do documento se extingue na próxima quinta-feira, mas há possibilidade de atrasos. Diretor parlamentar aponta excesso de autonomia ao então chefe de gabinete do deputado Daniel Messac, Robson Feitosa

Operação Monte Carlo: Julgamento de mais de 50 réus começa no próximo dia 19

Mais de 200 testemunhas irão depor. Dentre os réus estão PMs, o coronel Sérgio Katayama, o delegado Aredes Correia, o irmão de Carlos Cachoeira, Paulo Roberto de Almeida Ramos, e o ex-diretor da Delta Cláudio Abreu

Iristas promovem o “volta Iris” nesta terça-feira, 13

Grupo argumenta que o nome do peemedebista é o único capaz de levar as eleições para o segundo turno e garantir mais chances à oposição

Marconi lidera e Friboi alcança Vanderlan Cardoso após recuo de Iris, aponta pesquisa

Levantamento aponta que o tucano não teria dificuldades de vencer no primeiro turno, sendo que no segundo pleito também sairia vitorioso sob todos os possíveis adversários [caption id="attachment_3973" align="alignnone" width="620"]Fotos: Fernando Leite | Jornal Opção Fotos: Fernando Leite | Jornal Opção[/caption] A primeira pesquisa realizada após a retirada do nome de Iris Rezende do tabuleiro das pré-candidaturas foi realizada pelo Instituto Fortiori e publicada nesta segunda-feira (12/5) pelo jornal “Diário da Manhã”. O levantamento mostrou o que era aguardado com a jogada de toalha do líder peemedebista: o governador Marconi Perillo (PSDB) dispara e poderia vencer já no primeiro turno, minando os planos oposicionistas também em caso de segundo turno, em que o tucano sairia vitorioso sob qualquer um dos possíveis adversários –– pois teria uma diferença porcentual entre 19 e 27% (leia mais abaixo). [caption id="attachment_2534" align="alignright" width="300"]O resultado em que Vanderlan sobe para segundo e, consequentemente, Friboi conquista alguns pontos porcentuais, evidentemente, se deve à falta do nome de Iris Rezende para os entrevistados | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção O resultado em que Vanderlan sobe para segundo e, consequentemente, Friboi conquista alguns pontos porcentuais, evidentemente, se deve à falta do nome de Iris Rezende para os entrevistados | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Na espontânea, o nome de Iris é lembrado (6% das citações) e fica em segundo, atrás do tucano (17%), enquanto Friboi empata com o petista Antônio Gomide nos 2% de indicações, ambos em quarto. Vanderlan Cardoso (PSB) figura em terceiro, com 3%. O número de indecisos foi de 62%, o que representa amplo campo de atuação a todos os pré-candidatos. 7% responderam que votariam nulo ou branco caso o pleito fosse agora. A pesquisa foi feita entre os dias 2 e 6 de maio e abrangeu todas as regiões do Estado, com mil entrevistados em 66 municípios. Na estimulada, o governador Marconi Perillo alcança 43% e o peesebista Vanderlan Cardoso chega ao segundo lugar (18%), sendo que, sem a apresentação do nome de Antônio Gomide (PT), Friboi fica em terceiro pela diferença mínima de 1 ponto porcentual. Com o petista, que fica com 10%, Friboi permanece em terceiro, mas cai para 15% das intenções de voto. O resultado em que Vanderlan sobe para segundo e, consequentemente, Friboi conquista alguns pontos porcentuais, evidentemente, se deve à falta do nome de Iris Rezende para os entrevistados responderem à pergunta “Este ano haverá eleição para governador. Se a eleição fosse hoje, em quem você votaria para governador de Goiás?”

Segundo turno

Em caso de segundo turno contra Friboi, a pesquisa aponta que Marconi venceria com 49% dos votos e o peemedebista conseguiria 29%. Contra Vanderlan, o tucano também sairia vitorioso com o mesmo porcentual, sendo que o pessebista teria 30% dos votos. A vantagem de Marconi subiria dois pontos porcentuais (51%) se o adversário fosse o petista Antônio Gomide, que receberia 24% dos votos. Neste sentido os dados reforçam que o maior desafio do ex-prefeito de Anápolis é mesmo se tornar mais conhecido até 5 de outubro.
Popularidade
A pesquisa Fortiori/DM aponta tendência de manutenção do ritmo de conquista de aprovação do governo Marconi. De acordo com o levantamento, o tucano teria 52% de aceitação do eleitorado goiano caso o pleito fosse agora, sendo que 35% seguem desaprovando sua gestão. 12% dos entrevistados se mostraram isentos quanto a este quesito, respondendo que não desaprovam nem aprovam o atual governo. 30% classificaram a gestão como regular e 1% não soube ou não quis opinar. Conforme apontado pelos dados recentes do Fortiori, a entrada do nome de Antônio Gomide não alterou de maneira significante o cenário para as eleições majoritárias em Goiás.

Goiano recua em apoio à Dilma Rousseff

[relacionadas artigos="3601"] Como nos demais levantamentos feitos pelos mais diversos institutos de pesquisas pelo país, o Fortiori verificou queda entre os goianos na popularidade da presidente Dilma Rousseff, pré-candidata à reeleição. Somente 28% dos entrevistados confirmaram aprovação à petista enquanto os que rejeitam somam 40%. Outros 31% consideram o governo da presidente regular. Já a aprovação ao desempenho pessoal de Dilma à frente do país passou de 46% verificados pelo Fortiori em janeiro para 33% agora, enquanto os que a desaprovam somam 54% ante os 40% verificados anteriormente. A pesquisa Fortiori/DM possui margem de erro de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança em torno dos 95%. O levantamento foi registrado no Tribunbal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) com a numeração 00032/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por 00102/2014.

Iristas vão argumentar que Iris Rezende segue como o nome mais competitivo

Encontro foi iniciado pouco depois das 9h desta segunda-feira. Alá pró-Iris reforçará que o nome do ex-prefeito é o mais competitivo e pode levar Caiado a compor com a oposição

“Depois de toda a investigação, nada ficou provado contra mim e não fui indiciado pelo inquérito”

Ex-presidente do Goiás diz que denúncias contra ele — movidas por pessoas do clube — foram infundadas. Em tempo de Copa do Mundo, ele questiona as críticas ao evento

Se candidato a senador, Iris Rezende ‘puxa’ Ronaldo Caiado para a chapa de Marconi Perillo

[caption id="attachment_3894" align="alignright" width="620"]Marconi Perillo (governo), Vilmar Rocha (vice) e Ronaldo Caiado (Senado): esta a chapa apontada como forte para derrotar uma chapa peemedebista com Júnior Friboi e Iris Rezende | Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção Marconi Perillo (governo), Vilmar Rocha (vice) e Ronaldo Caiado (Senado): esta a chapa apontada como forte para derrotar uma chapa peemedebista com Júnior Friboi e Iris Rezende | Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Na semana passada, o Jornal Opção ouviu de um dos auxiliares mais próximos do governador Marconi Perillo: “Uma composição com Ronaldo Caiado, se não é impossível, é muito difícil”. O motivo? “Nos últimos anos, o deputado federal do DEM tem jogado duramente contra o nosso projeto. Se dependesse dele, estaríamos na chapada.” Detalhe: este auxiliar é ouvido com frequência pelo tucano-chefe. Entretanto, outro auxiliar de Marconi, quase tão importante quanto o citado acima, apresenta outra visão. “Decisivo mesmo é manter o governo, os dedos. O anel, o Senado, pode ficar para Caiado. Por que não?” E acrescenta: “Uma candidatura de Iris Rezende ao Senado tende a ‘puxar’ Caiado para nossa chapa. Iris, muito forte, exige um contrapeso sólido”. O marconista, da intelligentsia tucana, diz que Caiado soma duplamente. “Primeiro, em termos eleitorais, porque atrai voto ‘novo’ para Marconi. Trata-se de um voto externo, que não é nosso. O voto interno, porque já é nosso [o auxiliar está citando, indiretamente, o deputado federal Vilmar Rocha e o vice-governador José Eliton], não é relevante para o projeto governista. É possível que Caiado atraia cerca de 150 mil eleitores. Segundo, Caiado acrescenta muito na campanha, se fizer um discurso duro e cortante contra os adversários. Ele bate com firmeza, com rara competência, tanto no PT de Antônio Go­mide-Dilma Rousseff quanto naquilo que Júnior Friboi representa, os frigoríficos que penalizam os produtores.” O discurso forte de Caiado, na opinião do auxiliar, abriria espaço para Marconi apresentar uma agenda mais ofensiva e propositiva — escapando à agenda defensiva. O tucano, portanto, ficaria menos exposto. “O PP e o PSD têm tempo de televisão, e isto é importante e necessário, mas não é suficiente. É preciso agregar novos votos.” O auxiliar anterior contrapõe: “Mas, se nos aliarmos a Caiado, o que vamos dizer ao eleitorado? O que o próprio deputado vai dizer? A situação é complicada tanto para o tucano quanto para o democrata.”