Por Ketllyn Fernandes

Bull terrier de aproximadamente 5 anos encontra-se em situação debilitada, com ferimentos por todo o corpo, e cuidadoras não têm como arcar com o tratamento sozinhas

Luiz Juvêncio era filiado ao PMDB desde 1974. Ex-peemedebista não poupou críticas à ala irista e ao próprio empresário

[caption id="attachment_4849" align="alignnone" width="620"] Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
Homem forte da gestão marconista, o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop) Jayme Rincon comentou em entrevista ao Jornal Opção Online na manhã desta sexta-feira (23/5) que a cisão interna do PMDB é persistente. O comentário do tucano se deu quando ele abordava a composição da chapa da base aliada, no sentido de estar caminhando para fechar em torno de José Eliton (PP) e Vilmar Rocha (PSD), “mas que mudanças inesperadas podem ocorrer.” “Veja o que aconteceu com o PMDB”, exemplificou Rincon.
A reportagem então perguntou qual possível influencia do recuo da pré-candidatura de Júnior Friboi (PMDB) nas articulações da base, no que Jayme disse: “Quem vai disputar não tem que se preocupar com os adversários, a briga é deles, eles que se entendam.”
Para o tucano, os recuos de Iris e Friboi em suas pré-candidaturas, devido ao fogo amigo entre iristas e friboizistas, demonstra que a relação entre o ex-prefeito e o empresário é “irreconciliável”. “Eles não têm como se apresentar para a sociedade depois do que se chamaram”, sentenciou, referindo-se à carta de renúncia de Júnior Friboi, na qual o neopeemedebista reiterou em diversos trechos que sua decisão se devia ao não cumprimento da palavra de Iris Rezende de que não pretendia ser candidato. Nos bastidores as críticas de iristas giram em torno do poder aquisitivo de Friboi.

Pessoas próximas ao governador afirmam que intensificação das conversas entre ele e o senador mineiro têm foco nacional, mas circula nos bastidores interesse em ter o DEM na majoritária goiana

Petista e demais autoridades participaram de evento de lançamento de 855 quilômetros da ferrovia, que deve entrar em operação em 2015. Governador teceu elogios à presidente, que por sua vez acabou por fazer críticas veladas às gestões que antecederam os governos do PT

Acusados pelo assassinato da empresária e seu sobrinho têm recorrido em instâncias superiores há 17 anos. Adiamento atende pedido do MPGO para melhor análise do processo
[caption id="attachment_4019" align="alignright" width="300"] Martha Cosac e Henrique Talone / Foto: Reprodução - TV Anhanguera[/caption]
Depois de 17 anos, ficou para o dia 15 de outubro o julgamento de Frederico Rocha Talone e Alessandri da Rocha Almeida, réus no caso Martha Cozac, empresária assassinada em 1996 junto com seu sobrinho, Henrique Tolone, de 11 anos. O adiamento foi decidido pelo juiz Jesseir Coelho de Acantara, do 1º Tribunal do Júri de Goiânia, que atendeu pedido do Ministério Público de Goiás (MPGO). A data anterior era para 28 de maio, porém o MP alegou precisar de mais tempo para a análise do processo, dividido em 23 volumes mais os apensos.
Segundo o MP, os diversos recursos e seus trâmites em instâncias superiores ao longo de quase duas décadas tornou o conteúdo complexo, sendo que o órgão não chegou a atuar nas fases anteriores do caso.
Em sua decisão o magistrado pontuou reconhecer demora excessiva para o desfecho do crime, já que o trâmite pelos tribunais superiores, até chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF), impediu o agendamento da data de julgamento por 17 anos, mas que pela alegação do MPGO “não resta outra alternativa a não ser o adiamento".
Exame de DNA
Jesseir Coelho negou solicitação da defesa quanto à realização de exame de DNA em material genético que deveria ser fornecido pelos réus e também por Maria da Rocha Taleone, com objetivo de comparação com material genético impregnado no cartão bancário da empresária. O magistrado argumentou que não era necessária a realização do exame, visto que as Varas de Crimes Dolosos contra a Vida não vislumbraram tal necessidade.O caso
Martha Cosac e Henrique Talone foram mortos a facadas no dia 7 de outubro de 1996, no interior da confecção “Última Página”, de propriedade de Martha, no Setor Sul. Segundo a denúncia do MPGO, Frederico da Rocha Talone, sobrinho de Martha, e Alessandri da Rocha Almeida teriam cometido o crime e em seguida roubaram um cheque preenchido, assinado e endossado por Martha, no valor de R$ 1,5 mil, a carteira de identidade, cartões de crédito e de banco dela, aparelho de som, joias e dinheiro. Frederico era empregado de Martha, responsável por serviços de contabilidade da empresa, e tinha acesso à senha pessoal da conta dela. De acordo com a denúncia, no dia do crime Martha havia chegado de uma viagem e telefonado para Frederico, pedindo que ele fosse à confecção no dia seguinte para lhe entregar cheques de terceiros que estavam com ele. De acordo com o MP, Frederico e Alessandri foram à confecção no mesmo dia, por volta das 23 horas. Martha abriu o portão de sua residência – onde também funcionava a confecção -, os dois entraram, aplicaram-lhe golpes em regiões vitais do corpo, amarraram-lhe as mãos e os pés e, em seguida, a esfaquearam. Henrique Talone, sobrinho de Martha, foi morto em seguida por ter presenciado o crime.
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O fato foi explorado midiaticamente, como não poderia deixar de sê-lo no mundo atual, mas o que ficou da morte dos jovens para a vida que segue?

Presidente nacional do partido esteve com o petista Rui Falcão. Já há entendimento em âmbito nacional São grandes as possibilidades de o PROS seguir a aliança nacional em Goiás e compor com o PT. Conforme informou ao Jornal Opção Online o pré-candidato Antônio Gomide, o presidente nacional do PROS, Eurípedes Júnior, esteve reunido com o presidente nacional do PT, Rui Falcão, na última segunda-feira (19). A conversa entre os presidentes de ambas as legendas se deu um dia após evento petista no qual Eurípedes manifestou apoio ao nome de Gomide, dando certo afunilamento à decisão a ser tomada até o final de junho. [relacionadas artigos="4555"] De acordo com Gomide, a sinalização favorável do PROS ao PT não se dá com imposições no sentido de a legenda estar representada na chapa majoritária. “É uma conversa tranquila, porque essa definição em relação à chapa se dará quando as conversações estiverem avançadas com os demais partidos”, afirma o petista. Gomide tem dado destaque às negociações com o PDT, Solidariedade e PCdoB. “Estive reunido com a Flávia Morais e o George Morais e me foi dito com todas as letras que devemos estar juntos, não necessariamente na majoritária, mas na proporcional, para a reeleição da deputada”, conta o petista sobre a relação com os pedetistas. Sobre o PCdoB da deputada Isaura Lemos, que já flertou com o PMDB de Júnior Friboi, Antônio Gomide diz que conversa tanto com a direção da sigla em Goiás como com a base. “Na Cidade Ocidental o PCdoB local já declarou apoio”, conta Gomide, emendando que “está começando a haver consistência para a formatação” da sua chapa.

Wagner Siqueira esteve no QG irista na segunda, e nesta terça-feira Marcelo Melo foi recebido pelo político
[caption id="attachment_4656" align="alignleft" width="620"] Wagner Siqueira: "Foi uma conversa com um amigo, para tentar reparar problemas internos" | Foto: Jornal Opção Online[/caption]
O escritório político do ex-prefeito Iris Rezende, antes restrito a iristas, passou a receber visitas de friboizistas desde a última segunda-feira (19/5), quando o deputado estadual Wagner Siqueira apareceu de surpresa à tarde e teve longa conversa reservada com o político histórico. Nesta terça-feira (20) desde a manhã quem está a portas fechadas com o peemedebista é o ex-deputado Marcelo Melo, que defensor da renovação dentro do PMDB, apoia veementemente o nome de Júnior Friboi como o cabeça de chapa pela legenda.
Os apoiadores do empresário sabem que sem Iris as dificuldades da campanha serão redobradas, mesmo que em alguns momentos tentem disfarçar. O que querem indo até o peemedebista transita entre o óbvio (convencê-lo a lançar-se ao Senado) e a improvável (mas não impossível, desistência de Friboi), visto que há uma versão para cada lado.
Os friboizistas repetem o coro de que não vão medir esforços até convencer Iris Rezende a integrar a chapa na vaga ao Senado, ou ao menos estar no palanque. Foi o que defendeu Wagner Siqueira em entrevista ao Jornal Opção Online. “Iris é o grande líder do PMDB”, disse, emendando: “Assim como o Friboi.” Com a diferença evidente dos 50 anos de vida política do primeiro.
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O que a declaração do deputado evidencia com a ressalta “assim como Friboi” é que sua ida ao QG irista possivelmente parte de uma orientação do próprio empresário, que encontra-se de repouso, mas que por ver o tempo escorrendo pelas mãos, não deixa de articular –– como mostrou sua desobediência a uma orientação médica na semana passada para estar em encontro promovido pelo Solidariedade. Todos os governadoriáveis da oposição marcaram presença, vale lembrar. O motivo do enquadramento por todos os lados? O SDD tem almejados 1min26seg de tempo de propaganda política.
Wagner Siqueira diz que sentiu que Iris Rezende participará da campanha do PMDB, seja compondo na majoritária ou como cabo eleitoral. Da ala irista, a informação ventilada é de que a ida de friboizistas ao QG de Iris seria provocação ao empresário, que não estaria atendendo seus apoiadores a contento. Wagner, bem como o deputado federal Pedro Chaves, que conversou com a reportagem brevemente no final da manhã, negam.
Um irista disse ao Jornal Opção Online que Júnior Friboi estaria com a pré-candidatura balançada. A fonte da informação seria pessoa próxima a um apoiador do empresário, que não é do PMDB. Perguntado sobre a especulação, Pedro Chaves disse ser algo “totalmente fora de cogitação”. “Ele está há dois anos trabalhando nesse projeto”, ressalta o deputado federal, elencando que os iristas já haviam difundido a tal desistência antes, sem sucesso.
Para Wagner Siqueira, esse tipo de situação é provocada por problemas das “instâncias inferiores do PMDB”, não entre Iris e Friboi.

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