Por Editor
O governador parece perceber o tucano como seu principal para a disputa de 2022, daí o confronto frequente. Mas eleitor pode apostar noutra alternativa
Se há o crime de desacato à autoridade, nada mais justo que, quando configurado, se punir o crime de abuso de autoridade
O RRF pode gerar um desgaste corrosivo para a imagem do governador, nos próximos três anos; o PEF é duro mas Goiás tem mais condições de cumpri-lo
O Posto Ipiranga do presidente Jair Bolsonaro está propondo ações para destravar a economia brasileira
O maior parceiro comercial do Brasil não é o país de Donald Trump, e sim a nação dirigida por Xi Jinping
Maguito Vilela quer ser candidato a prefeito de Goiânia. Se barrá-lo, Iris Rezende poderá cometer o mesmo erro de 1998
No momento, no lugar de pensar numa cidade-cidadã, Iris Rezende, mais do que construir obras — exibe-as. Saúde? Deixa para a bedel
Camex está sob comando do ministro da Economia. Paulo Guedes, e não o presidente do banco, pode abrir a caixa-preta dos empréstimos para campeões nacionais e Cuba
Se eleito, Maguito Vilela mantém o legado de Iris Rezende e do MDB. Ronaldo Caiado quer constituir novo grupo político, o que exclui o emedebismo
MDB corre risco se bancar Iris Rezende para prefeito da capital. Porque falta sintonia entre os eleitores e o veterano emedebista
Tendo se tornado um político de dimensão nacional, com a possibilidade de disputar o governo de Goiás, o secretário desagrada ao passado que rejeita o presente construtivo
Reduzir o número de veículos das ruas, com incentivo ao uso do transporte público, não faz parte do repertório do prefeito, um gestor que puxa Goiânia pra trás e não pra frente
O presidente tem de lançar o movimento #vamos governar e não deve perder tempo com o mundo irreal de aliados que pouco sabem da vida e da política
Alexandre Baldy, ex-ministro, Daniel Vilela, ex-deputado federal, e Vanderlan Cardoso, senador, querem suceder Ronaldo Caiado, mas sem prejudicar o desenvolvimento de Goiás
Dia da Tolha valoriza cultura pop, cinema e gêneros literários que costumam ser relegados ao 2º plano, como a fantasia, o suspense, o horror e a ficção científica

