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Justiça decreta falência do jornal Diário da Manhã

Veículo continuará funcionando provisoriamente por um período de 30 dias [caption id="attachment_229950" align="alignnone" width="620"] Batista Custódio, fundador do jornal | Foto: Reprodução[/caption] A Justiça decretou, nesta terça-feira, 7, a falência do jornal goiano Diário da Manhã — antigo 5 de Março.  De acordo com a decisão assinada pelo juiz Otacilio de Mesquita Zago, o jornal continuará funcionando provisoriamente por um prazo de 30 dias. A decisão de concessão do prazo foi tomada com base na relevância social do veículo e também para minimizar maiores prejuízos causados aos consumidores que contratam suas mídias. No documento consta que foi apresentado um plano de recuperação da empresa, homologado em julho de 2017. Vista a dificuldade para cumprimento do mesmo, a empresa apresentou um termo aditivo, devidamente aprovado em Assembleia Geral de Credores. No entanto, segundo o magistrado, o veículo permaneceu descumprindo o acordado. "Como se não bastasse, a empresa deixou de cumprir as obrigações processuais, quais sejam: apresentação de balancetes e demonstrativos financeiros e contábeis", complementou. O juiz também manteve o administrador judicial que foi nomeado no processo de recuperação judicial. A empresa tem também cinco dias para carrear a relação dos débitos e créditos, com especificação de valores dos títulos, nomes e endereços dos credores e devedores, bem como para que atenda ao disposto no art. 104 do referido diploma legal, sob pena de crime de desobediência. A reportagem tentou contato com o jornal, mas ainda não recebeu retorno.

Bolsonaro afirma que gostaria de um salário mínimo de R$ 10 mil, mas que não haveria dinheiro para isso

Segundo o presidente, ministro da Economia irá decidir sobre política de reajuste do salário mínimo [caption id="attachment_185042" align="alignnone" width="620"] O presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Economia, Paulo Guedes | Foto: Reprodução[/caption] O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, 2, que não sabe se o salário mínimo será reajustado a cada ano por meio de medida provisória (MP), como ocorreu de 2019 para 2020, e afirmou que a definição de uma nova política sobre o tema cabe ao ministro da Economia, Paulo Guedes. De acordo com informações de O Globo, ao ser questionado se enviaria ao Congresso uma proposta de política de reajuste, Bolsonaro respondeu: “Não sei. Quem trata desse assunto é um tal de Paulo Guedes, que está fazendo um bom trabalho”, disse o presidente. O presidente ainda afirmou que gostaria de um salário mínimo de R$ 10 mil, mas que não haveria dinheiro para isso, e disse que o reajuste desse ano (de 4,1%) foi maior do que seria se a antiga fórmula de aumento ainda estivesse em vigor.

Novo formato?

O antigo formato, que vigorou de 2010 até a virada de 2018 para 2019, previa que o piso nacional fosse reajustado pela inflação do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Paulo Guedes é um crítico de uma regra de longo prazo para o salário mínimo e defende que o valor seja definido ano a ano. O novo valor do salário mínimo — R$ 1.039 — foi definido em uma MP editada por Bolsonaro no dia 31 de dezembro. Havia a expectativa de que o mínimo nacional fosse corrigido apenas pela alta de preços, para R$ 1.037. Em 2019, vigorou no país o piso de R$ 998.

Governo federal quer elevar teto do IR para R$ 3 mil por mês

Com a mudança, quem ganha até esse valor por mês, em média, estaria dispensado de declarar ao Fisco

STF derruba liminar que suspendeu PEC da Previdência, que volta a tramitar nesta sexta, 20

Demais projetos aprovados em primeira votação nesta quinta serão apreciados no fim do dia de sexta-feira, 20, cumprindo o interstício de 24 horas

Promotora é afastada do cargo no MP-GO por crime de improbidade

De acordo com denúncia, Juliana de Almeida França elaborou pedidos de revogação de prisão preventiva e de delação premiada para beneficiar um homem que ela contratou para matar o ex-marido

STJ determina soltura do ex-governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão

Ele foi preso, em pleno exercício do mandato, acusado de receber mais de R$ 39 milhões em propina em um esquema de corrupção instalado entre 2007 e 2015 no governo do Rio

Justiça suspende concurso para professor da UFG por ligação entre banca e aprovado

Suspensão liminar foi solicitada pelo MPF por meio de Ação Civil Pública (ACP)

Câmara de Vereadores de Peixe afasta vice-prefeito condenado por peculato

João Carlos Lima Neto (PDT), conhecido como “Patiu”, foi condenado a pena de três anos de reclusão por subtrair rodas e pneus de propriedade do município

Lúcio Flávio consegue liminar para não ir à CPI da Enel

Advogado da empresa italiana havia sido convocado após questionar legalidade de projeto para rescisão do contrato de venda da Celg D

Pais de aluno que morreu afogado no Rio Araguaia, há cinco anos, serão indenizados

Estado de Goiás alegou à época que o fato havia acontecido fora do estabelecimento educacional, o que o isentaria de culpa. Entretanto, o juiz não entendeu dessa forma

Líder diz que irá recorrer da liminar que suspendeu PEC da Educação

"Decisão não prosperará. Judiciário vai entender que a vontade do Plenário deve ser respeitada", disse Bruno Peixoto (MDB)

Liminar suspende PEC da Educação e pede nova tramitação

Matéria prevê a junção do orçamento de 2% aos 25% da educação básica, mas, ainda, a retirada de cerca de 4% dos inativos e remanejamento para o Goiás Previdência

Defesa de João de Deus deve recorrer no STJ, após ter pedido de habeas corpus negado

Junto ao processo, a defesa anexou diversos laudos médicos, inclusive recentes, que mostram a fragilidade de saúde do réu

Presidente do TCE é notificado para afastar Fernando Carneiro do cargo de procurador de contas

Servidor prestou concurso há 20 anos, mas teria descumprido regras. Decisão foi publicada no dia 3 de setembro, mas só nesta sexta, 13, chegou notificação

Estado tem 45 dias para nomear concursados da Aganp, diz sentença

"Recebo em meu gabinete, semanalmente, candidatos aprovados que aguardam nomeação, munidos de cópia de edições contemporâneas do Diário Oficial do Estado de Goiás, dando conta de nomeações de servidores comissionados", afirma magistrado

Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção

Nesta quinta-feira, 5, o juiz Gustavo Dalul Faria, da 2ª Vara da Fazenda Pública Estadual, determinou que o Estado de Goiás proceda a convocação e nomeação de todos os aprovados no concurso público 01, 02, 03/2006 da AGANP, no prazo de 45 dias, tempo suficiente para os trâmites administrativos necessários, até que se alcance o total definido na sentença. Na decisão, o magistrado explica que antes do trânsito em julgado, inúmeros cumprimentos provisórios de sentença foram protocolados nas diversas Varas de Fazenda Pública Estadual, tendo muitos candidatos já alcançado a nomeação e posse.

“O direto debatido já se encontra consolidado pelo trânsito em julgado do acórdão do Tribunal de Justiça, proferido nestes autos virtuais da Ação Civil Pública de n. 135601-52. Foi realizada audiência de conciliação nos autos da Ação Civil Pública referente ao concurso da AGANP, onde o Estado de Goiás se comprometeu a apresentar um cronograma de nomeações. Contudo, peticionou posteriormente, alegando impossibilidade de cumprimento do acórdão do Tribunal de Justiça, transitado em julgado, que determinou a nomeação de todos os candidatos aprovados e constantes do cadastro de reserva”, diz trecho da decisão.

O juiz também afirma que apesar de o Estado alegar que encontra-se em situação de calamidade econômico-financeira e que não poderia cumprir a decisão antes de junho de 2020, não há resistência em nomear comissionados. “Desde o trânsito em julgado, até os dias de hoje, recebo em meu gabinete, semanalmente, candidatos aprovados que aguardam nomeação, munidos de cópia de edições contemporâneas do Diário Oficial do Estado de Goiás, dando conta de nomeações de servidores comissionados. Não é esse o tratamento esperado pela norma constitucional”, destaca.

Por fim, Gustavo Dalul Faria determina a suspensão de todos os cumprimentos provisórios e definitivos de sentença individualmente propostos pelo titular do direito, em tramitação na 2ª Vara da Fazenda Púbica Estadual (salvo naquelas em que o indivíduo já alcançou o seu intento, por liminar ou reconhecimento administrativo), visto que o cumprimento de sentença na ação coletiva abarcará o direito de todos.

Concursados

Segundo o líder da comissão dos aprovados do concurso da Aganp, Flávio Coutinho, “o governo perdeu a chance de fazer a coisa certa e ignorou a chance de apresentar um cronograma. Agora queremos que ele nomeie todos de uma vez. O custo será bem menos do que o custo com os atuais comissionados do Estado. Será somente uma substituição”, declarou.

Jornal Opção entrou em contato com a assessoria de comunicação do Governo de Goiás, que enviou a seguinte nota:

O Governo de Goiás, por meio da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e da Secretaria de Estado da Administração (Sead), esclarece que aguarda notificação da justiça referente à decisão judicial sobre a convocação dos candidatos do concurso público da AGANP. Após a comunicação, o governo tomará as medidas cabíveis.