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Base marconista subestimou Caiado e superestimou outro políticos

Um prefeito do DEM dizia na semana passada, revoltado: “Tenho o maior apreço pelo deputado Ronaldo Caiado, mas como vou justificar para meus aliados e eleitores uma aliança com o PMDB de Iris Rezende — nosso adversário há vários anos”. De outro democrata: “O DEM é a bola de Ronaldo Caiado. Quando ele fica irritado, põe o partido debaixo do braço e o leva para onde quer”. Mas uma coisa é certa: Ronaldo Caiado enviou vários sinais de que queria compor com o governador Marconi Perillo. Como não quiseram, ele tem o direito de buscar outro porto que julga seguro para seu projeto de disputar mandato de senador. O fato é que subestimaram Caiado e superestimaram outros políticos da base.

A história do goleiro Bruno e de Eliza Samudio: falta de educação também mata

Iúri Rincon Godinho Três pessoas se juntaram para escrever um livro que não traz nada de novo nessa pavorosa história de loucura e morte de Eliza Samudio, uma modelo, garota de programa, atriz de filmes pornográficos, apaixonada por jogadores de futebol e que queria “apenas” se dar bem na vida. Para quem acompanhou o caso pela imprensa ,“Indefensável” (um belo título dado o contexto e a profissão do goleiro Bruno) nada acrescenta e, para piorar, a parte final trata de maneira detalhada e sonolenta o longo julgamento dos acusados do crime. Bola, o assassino frio e, fica subentendido, matador de aluguel, talvez seja o personagem mais interessante dessa história, sobre como um policial treinado para defender a sociedade acaba se revoltando contra ela e fazendo justiça à sua maneira. Mas a obra passa apenas de raspão por ele. De interessante mesmo apenas a desconstrução de um ser humano, no caso Bruno, um atleta talentosíssimo que, sem educação adequada e vindo de um lar desfeito — o que parece servir de desculpa para todas as atrocidades do planeta —, sobe aos céus e desce ao inferno que ele mesmo criou. Recentemente, estive com o maior ídolo da história do Vila Nova, o atacante Guilherme, que jogou no final dos anos 60 e início dos 70. Emocionado, contou que se arrependia apenas de uma coisa no futebol: não ter tido orientação de uma pessoa mais velha, um empresário, um familiar, um extraterrestre, qualquer um. O mesmo se aplica ao goleiro Bruno. Tudo indica que Bruno é quem estava orientando as pessoas, e, claro, mal. Quando começou a ganhar dinheiro e fazer sucesso, deixou de ser o garoto simples da periferia para se transformar em um perdulário — sorte dos “amigos” — e um predador sexual, que não deixava passar uma, apesar de já casado com a companheira que sempre o amou, compreendeu e, no final, o ajudou no crime e foi condenada por isso. Mas o goleiro continuou bronco e ingênuo, tanto que transou — e engravidou — a modelo Eliza Samudio em uma orgia e foi o único a não usar camisinha. O relacionamento entre Bruno e Macarrão, seu braço direito, é tratado correta e paradoxalmente como sexual sem sexo, lembrando a complexidade do ser humano e as muitas formas de convivência não percebidas pelo comportamento “normal” da sociedade. No fim de tudo, com todos presos, fica a lição: não é só o dinheiro, o sexo, o poder e o sucesso que corrompem, mas também — e muito — a falta de educação. Iúri Rincon Godinho é jornalista. Serviço Título: “Indefensável – O Goleiro Bruno e a História da Morte de Eliza Samudio” Autores: Paulo Carvalho, Leslie Leitão e Paula Sarapu. Editora: Record Páginas: 266 Preço: 32 reais

Marina Silva diz que DEM e Rede-PSB são incompatíveis e desaprova ofensas a Dilma na abertura da Copa

Análises da ex-senadora pelo Acre foram feitas na capital goiana, momentos antes da convenção que homologou Vanderlan Cardoso na disputa pelo Estado

Vanderlan confirma que convenção foi antecipada para acabar com boatos de que seria vice de Iris

Ex-prefeito de Senador Canedo falou sobre decisão momentos antes da oficialização de seu nome para disputa ao governo. Peemedebistas definiram candidato no último dia 11

Por que ler Proust?

Proust não foi apenas um analista da alma. Ele viveu o fim de uma era e foi o historiador dessa agonia. Um cronista da decadência que produziu a crônica impiedosa e fiel de uma sociedade moribunda que desaguou na carnificina da primeira Guerra Mundial

Lista de livros fundamentais elaborada por Jeff Bezos, criador da Amazon

[caption id="attachment_7045" align="alignright" width="620"]Jeff Bezos: o bilionário que criou a Amazon, a loja de tudo Jeff Bezos: o bilionário que criou a Amazon, a loja de tudo[/caption] Jeff Bezos, formado por Prin­ceton, é tido como um dos homens mais brilhantes do setor de tecnologia e do comércio varejista dos Estados Unidos (agora, está entrando no Brasil). A Amazon começou vendendo livros e em seguida passou a vender quase tudo. Bezos (pronuncia-se “Beizos”) se tornou um grande investidor em tecnologia, criando, por exemplo, o Kindle, um leitor de livros digitais. O bilionário, dono do jornal “Washington Post”, é um leitor compulsivo. No livro “A Loja de Tudo — Jeff Bezos e a Era da Amazon” (Intrínseca, 398 páginas, tradução de Andrea Gottlieb), Brad Stone publica a “Lista de leitura de Jeff”. É uma síntese. Na obra, há indicações de outros livros que influenciaram o empresário. Stone diz que “a Amazon surgiu por causa dos livros, e foram eles que moldaram sua cultura e sua estratégia”. Bezos recomenda os livros listados aos executivos e funcionários da empresa. 1 — Os Resíduos do Dia, de Kazuo Ishiguro Brad Stone diz que é o “romance preferido de Jeff”, o que não deixa de ser curioso, porque nada tem a ver com tecnologia. “O livro é sobre um mordomo que lembra com saudosismo de sua carreira na Grã-Bretanha no período de guerra. Bezos já disse que aprende mais com romances do que com livros de não ficção.” O quê aprende em livros de ficção, Stone não revela. Mas Bezos exige que seus executivos e tecnólogos apresentem as ideias em forma de narrativa, em seis páginas no máximo. [Companhia das Letras, 288 páginas, tradução de José Rubens Siqueira] 2 — “Sam Walton: Made in America”, de Sam Walton e John Huey Se Jeff Bezos tem um ídolo este é Sam Walton, o criador da rede de hipermercados Walmart. Stone frisa que a “disposição para experimentar várias coisas e cometer muitos erros”, princípios do empresário americano, se tornaram dois valores básicos da Amazon. Bezos e o Walmart se tornaram concorrentes, mas o criador do Amazon permanece admirando Walton. [Campus, 243 páginas] 3 — “Memos From the Chairman”, de Alan Greenberg O presidente do Bear Stearns, um extinto banco de investimentos, enviava memorando para seus funcionários nos quais reafirmava valores como a “modéstia” e a “simplicidade”. O comunicado de Bezos aos acionistas da Amazon retratam em parte as ideias de Greenberg. O dirigente da Amazon preza a simplicidade e a economia (veta, por exemplo, viagens na classe executiva dos aviões). [Workman Publishing, 156 páginas] 4 — “O Mítico Homem-Mês”, de Frederick P. Brooks Bezos às vezes se retira do setor operacional para pensar sobre as atividades da Amazon. Pega algum livro, lê cuidadosamente, fazendo anotações nas margens, e depois volta à empresa com ideias novas. O livro é menos um guia do que uma inspiração. O influente cientista da computação “apresenta o argumento improvável [visão de Stone, não de Bezos] de que pequenos grupos de programadores são mais eficientes do que grupos maiores para lidar com projetos complexos de software”. Bezos usou a ideia para criar suas equipes na Amazon — uma para dirigir o setor varejista e outra para criar e expandir a área de tecnologia. Detalhe: o Kindle foi inspirado numa invenção sugerida por dois pesquisadores. [Campus, 328 páginas, tradução de Cesar Brod. O livro saiu no Brasil com o título de “O Mítico Homem-Mês — Ensaios Sobre Engenharia de Software”] 4 — “Feitas Para Durar — Práticas Bem-Sucedidas de Empresas Visionárias”, de Jim Collins e Jerry I. Porras O livro mostra que as empresas bem-sucedidas “são orientadas por uma ideologia central, e só os funcionários que abraçam a missão avançam; os outros acabam por ser ‘eliminados como um vírus’”. Collins, frisa Stone, é um dos autores que influenciam o pensamento de Bezos, que já o levou à Amazon para conversar com seus executivos. [Rocco, 408 páginas, tradução de Sílvia Dussel Schiros] 6 — “Empresas Feitas Para Vencer”, de Jim Collins Antes de publicar o livro, Jim Collins apresentou uma síntese para os executivos da Amazon. “As empresas devem confrontar os fatos brutais do seu negócio, descobrir no que são realmente boas e dominar o seu volante. De acordo com esse conceito, cada parte do negócio reforça e acelera as outras partes”, escreve Stone. [No Brasil, o livro foi lançado com um título longo: “Empresas Feitas Para Vencer — Por que Algumas Empresas Alcançam a Excelência... E Outras Não”. HSM Editora, 368 páginas] 7 — “Creation — Life and How to Make It”, de Steve Grand Síntese de Stone: “Um designer de videogame alega que sistemas inteligentes podem ser criados de baixo para cima se formos capazes de projetar um conjunto de blocos de construção primitivos. Esse livro influenciou a criação da Amazon Web Services, ou AWS, o serviço que popularizou a ideia de nuvem”. [Editora Harvard II] 8 — “O Dilema da Inovação”, de Clayton M. Christensen Os executivos da Amazon usaram alguns de seus princípios “para facilitar”, segundo Stone, “a criação do Kindle e do AWS. Algumas empresas relutam em adotar tecnologias revolucionárias porque elas podem afastar os clientes e prejudicar seus principais negócios, mas Christensen alega que ignorá-las pode acarretar custos ainda maiores”. [Editora M. Books, 304 páginas, tradução de Laura Prades Veiga] 9 — “A Meta — Um Processo de Melhoria Contínua”, de Eliyahu M. Goldratt e Jeff Cox Os autores escreveram um romance para explicar a ciência da manufatura. “O livro encoraja”, assinala Stone, “as empresas a identificar os maiores limites de suas operações e, então, a estruturar suas organizações para que possam extrair o máximo desses limites. ‘A Meta’ foi uma bíblia para Jeff Wilke e a equipe que construiu a rede de atendimento de pedidos da Amazon”. [Editora Nobel, 366 páginas] 10 — “A Mentalidade Enxuta nas Empresas”, de James P. Womack e Daniel T. Jones Stone diz que “a filosofia de produção inaugurada pela Toyota chama a atenção para as atividades que criam valor para o cliente e para a erradicação sistemática de todo o resto”. [Campus Editora, 458 páginas] 11 — “Data-Driven Marketing: The 15 Metrics Everyone in Marketing Should Know”, de Mark Jeffery O livro fornece um guia “como métrica para tudo: da satisfação do consumidor à eficácia do marketing”. Stone diz que “os funcionários da Amazon devem usar dados como base para todas as afirmações, e, se os dados apresentarem uma fraqueza, eles devem apontá-la, ou então seus colegas o farão”. (Editora John Wiley Trade, 298 páginas] 12 — “A Lógica do Cisne Negro”, de Nassim Nicholas Taleb Livro muito respeitado por Bezos. “O estudioso argumenta”, sintetiza Stone, “que as pessoas estão condicionadas a reconhecer padrões no caos, enquanto permanecem cegas para eventos imprevisíveis, que trazem consequências esmagadoras. A experimentação e o empirismo triunfam sobre a narrativa fácil e óbvia”. [No Brasil, o livro saiu com o título de “A Lógica do Cisne Negro: O Impacto do Altamente Improvável”. Editora Best Seller, 464 páginas]

Ronaldo Caiado pode ser o oxigênio de Iris Rezende na disputa para o governo

[caption id="attachment_7144" align="alignright" width="620"]Iris Rezende e Ronaldo Caiado: o que têm a ver o peemedebismo do primeiro com o  udenismo do segundo? |   Foto: Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção Iris Rezende e Ronaldo Caiado: o que têm a ver o peemedebismo do primeiro com o udenismo do segundo? | Foto: Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Há dois PMDBs em Goiás. O PMDB de Iris Rezende, chamado de “histórico”, e o PMDB de Júnior Friboi, a­pontado como “contemporâneo”. O de Iris “atropelou” a candidatura de Friboi, mas agora quer e até exige seu apoio. O de Friboi não quer apoiar Iris e pode até mesmo lançar um candidato a governador na convenção do partido — por exemplo, Leandro Vilela, com o objetivo de derrotar Iris ou mesmo de manter acesa a divisão partidária. Outra parte do PMDB, rebelada com a dissensão na cúpula, está migrando para o lado do governador Marconi Perillo (PSDB). Pelo menos 20 prefeitos devem seguir o tucano-chefe — um grupo às claras e outro grupo, o maior, mais discretamente. Há aqueles que dizem apoiar Iris, mas pretendem fazer corpo mole na campanha. O friboizismo sustenta que, para “atacar” Iris, pode atuar ao lado de Van­derlan Cardoso, de Antônio Gomide (PT) e, até, do governador Marconi. Ante a divisão do PMDB, não resta a Iris Rezende outro caminho senão buscar o apoio de líderes políticos de outros partidos, como Ronaldo Caiado (DEM). O problema é que o peemedebista nunca abre espaço — sempre quer submeter os “parceiros”. O petista Antônio Gomide não serve para ser candidato a governador. Serve para vice. O mesmo ocorre com Vanderlan Cardoso (PSB). Noutras palavras, candidatos relativamente “novos” deveriam se submeter a um grupo político que não se renova desde 1982 — há 32 anos, quase sempre lançando os mesmo candidatos. Iris vai para sua quinta disputa do governo de Goiás. No momento, Iris grudou em Ronaldo Caiado, que representa para o decano político do Estado uma tábua de salvação. O presidente do partido Demo­cratas, fechada a aliança, de­verá ser o oxigênio do peemedebista na campanha.

Em Goiânia, presidenciável Eduardo Campos reafirma que Vanderlan vai acabar com polarização Iris e Marconi

Ex-governador de Pernambuco e sua vice Marina Silva estiveram na capital goiana para evento que oficializou o nome do ex-prefeito de Senador Canedo ao governo do Estado

Campos e Marina são aguardados para convenção que vai homologar Vanderlan como candidato a governador

Candidatos a presidente e vice são aguardados com expectativa por militantes de diferentes cidades goianas. Auditório da Assembleia esta lotado

Ensino formal é o caminho para melhoria efetiva da qualidade da democracia

Mais instruídos, eleitores saberão melhor em quem votar e por que votar. O mesmo vale para candidatos a cargos públicos, sobre a capacitação para ocupá-los

“É muito pouco provável que o PMDB apoie Dilma. Se Vanderlan vier, vamos fechar com Eduardo Campos”

Presidente regional do partido diz que chapa majoritária pode incluir Ronaldo Caiado ao Senado e que são esperados até dez partidos na coligação puxada por Iris Rezende

Eleitores podem trocar o ‘novo’ pelo ‘gestor’ na disputa de 2014

Qual é o problema da presidente Dilma Rousseff? O eleitorado não a percebe como gestora. Em Goiás, pelo contrário, os quatro principais candidatos são assimilados como gestores

Iris volta ao cenário oficialmente e sobressai em pesquisa

[caption id="attachment_7192" align="alignleft" width="620"]“Fui convencido a disputar mais essa”, disse Iris Rezende sobre pré-candidatura ao governo de Goiás / Foto:Fernando Leite/Jornal Opção “Fui convencido a disputar mais essa”, disse Iris Rezende sobre pré-candidatura ao governo de Goiás / Foto:Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Após recuo do empresário Júnior Friboi, o PMDB oficializou na tarde da quarta-feira, 11, a pré-candidatura de Iris Re­zende ao governo do Estado. A cerimônia de homologação ocorreu no auditório da Assembleia Legislativa de Goiás. Iris afirmou que só decidiu representar o partido após reunião com deputados federais e estaduais da sigla. “Até antes de ontem não era pré-candidato, mas em reunião com os deputados, fui convencido a disputar mais essa”, disse na cerimônia. No dia seguinte, o presidente do PMDB em Goiás, o de­putado estadual Samuel Bel­chior, disse que, após a oficialização, não acredita que os partidários que apoiavam a candidatura de Friboi e que pretendem disputar as eleições nas chapas proporcionais, desistirão do pleito. “Não vai desistir ninguém. Aqui é o seguinte: se daqui para lá [até as convenções] acontecer um desastre e a gente não fizer alianças e montar chapas, são outros quinhentos”, avaliou. Iristas garantem que o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM) comporá a cha­pa com Iris Rezende. Ainda sustentam negociações com Vanderlan Cardoso (PSB). Nos bastidores, há a hipótese de que, se não for Vanderlan, o vice para compor com Iris será Ar­mando Vergílio (SD). Con­forme levantamento do Ins­tituto Verus, o cenário apresenta uma intenção de voto polarizada entre Iris e Marconi Pe­rillo (PSDB), que segue à frente na espontânea.

Violência aumenta na capital e região metropolitana
O número de homicídios na capital e região metropolitana assusta com 18 mortes, em 24 horas, da quinta-feira, 12, até o dia seguinte. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO), no mês de maio, 174 homicídios foram registrados no Estado. Até agora, março foi o mês mais violento, com 222 pessoas assassinadas em Goiás. “Em datas festivas a gente espera que aumente o número de ocorrências”, afirmou a delegada Silvana Nunes, sobre a relação com a Copa do Mundo. Goiânia está entre as cidades mais violentas. Segundo levantamento da Organização não Governamental Conselho Cidadão pela Seguridade Social Pública e Justiça Penal, Goiânia é 28ª cidade mais violenta do mundo.
Schumacher deixa UTI
O ex-piloto alemão Michael Schumacher, em coma há quase seis meses, saiu da unidade de terapia intensiva (UTI) para ala de reabilitação, também no Hospital de Grenoble, na França, na sexta-feira, 13. Porém, a transferência não sinaliza um quadro favorável ao alemão. Pelo contrário. Conforme a publicação da revista alemã “Bunte”, as chances de recuperação total caíram. Na ala de reabilitação, Schumacher continuará a receber a massagem terapêutica e a tonificação muscular. De acordo com a revista, o heptacampeão está sendo preparado para continuar a recuperação em uma clínica especializada, o próximo passo no tratamento. A assessora do ex-piloto, Sabine Kehm, não se pronunciou sobre o assunto.
Brasil vence na estreia pela Copa 
O início da partida foi de pavor. Um gol contra foi feito por Marcelo. Na sequência, Neymar fez dois gols, um de pênalti, e Oscar marcou outro. O placar final foi de 3x1, e de inúmeras críticas. Nas redes sociais, foi ou não pênalti? Comentários sobre o gol contra, diziam, preconceituosamente, sobre a cor da pele de Marcelo. A cerimônia também recebeu críticas. Em homenagem às riquezas naturais e a cultura do Brasil, os 25 minutos falavam sobre a natureza, as pessoas e o futebol brasileiro. A imprensa internacional falou da quantidade de números de dança e da apresentação, em playback, de Claudia Leitte, Jennifer Lopez e Pit Bull. “Welcome to Brazil” dava boas-vindas ao mundo. Um vídeo do apresentador John Oliver, da HBO, ganhou as redes na quarta-feira, 11, compartilhando as críticas dos gastos e a vontade, contraditória, dos brasileiros de torcer pela seleção. Ainda houve protestos em Porto Alegre, com embate entre manifestantes e policiais.
Afastamento de padre suscita debate sobre fé e preconceito
O afastamento por tempo indeterminado do padre César Garcia de suas atividades religiosas, a partir da tarde da terça-feira, 10, pela Ar­quidiocese de Goiânia, trouxe novamente a discussão sobre as questões de fé e preconceito. O padre abençoou o casal de arquitetos Léo Romano e Marcelo Trento, juntos há 11 anos, no dia 20 de maio. O padre exercia o sacerdócio em Goiânia, havia 30 anos. Em defesa, disse que a atitude não passou de um ato ousado de bondade, próprio de Jesus Cristo e afirmou que “tratam como delito”. A Igreja Católica abriu um inquérito para apurar o caso. Em nota, a Ar­quidiocese afirmou: “A Igreja Ca­tólica, desde sempre, entende que o casamento é a união estável sacramental entre um homem e uma mulher, para juntos constituírem uma família”. Em rede social, Léo Romano comentou que a reação da Igreja era homofóbica e retrógrada.
Vereadores vetam entrada de água e comida na Câmara
Os vereadores da Câmara Municipal de Goiânia aprovaram um requerimento, na sexta-feira, 13, determinando a proibição da entrada de qualquer pessoa que não seja autoridade municipal ou representante da Justiça. Com a decisão, os grevistas da rede municipal de educação, que ocupam o plenário desde a terça-feira, 10, sofrem com a falta de água e comida. Além disso, sofrem com a falta de energia elétrica desde o dia da ocupação. A greve teve início no dia 26 de maio por cumprimento integral do acordo firmado para o fim da paralisação em 2013, que durou quase um mês, além de uma audiência com o prefeito Paulo Garcia (PT). Um dos professores, disse que a situação é sub-humana, mas que não deixarão o local até que o prefeito e os vereadores deem uma resposta concreta às reivindicações. Já na área da saúde, os trabalhadores municipais estão em greve, desde a segunda-feira, 9. A categoria não requer o impeachment do prefeito, como os professores, mas reivindicam pelo pagamento integral da data-base de 2014, ainda neste ano. [caption id="attachment_7193" align="alignleft" width="700"]Foto: Ricardo Stuckart Filho Foto: Ricardo Stuckart Filho[/caption]

Petismo e tucanato devem cobrar mais civilidade de seus militantes e da sociedade

O povo adora quando o rei está nu. Nos estádios, onde os indivíduos se dissolvem e se tornam massa, com a consequente diluição da responsabilidade, é comum os poderosos, como um presidente da República ou o próprio árbitro, serem criticados com extrema aspereza e, não faro, deselegância. No caso da presidente Dilma Rousseff, no jogo da Seleção Brasileira contra a Seleção da Croácia, por mais que vaias sejam sinônimo de vitalidade da democracia e de que o Estado não controla tudo, é evidente que os xingamentos foram de uma grosseria imperdoável. Nas redes sociais, a petista vem sendo agredida da maneira indelicada, até brutal. Às vezes, é chamada de “anta”. Trata-se de uma falta de civilidade que assusta. Porém, quando o agredido é Aécio Neves, do PSDB, às vezes apresentado como cheirador de cocaína — na revista “Piauí”, num longo perfil escrito pela repórter Malu Delgado, o tucano nega e admite apenas que, na juventude, fumou maconha —, vários petistas acham graça e, até, aplaudem. As vozes civilizadas do petismo e do tucanato deveriam se insurgir contra as grosserias gerais.

Oposição sem bandeiras estruturais

Opositores passaram quase quatro anos levantando bandeiras conjunturais contra governo. Todas elas caíram. E agora?