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“Vou implantar OSs nos Cais de Goiânia, legalizar todos os bairros e despoluir o Meia Ponte”

Presidente da Câmara e pré-candidato a prefeito pelo PSDB apresentou tópicos de seu ambicioso plano de governo. Ele garante que já tem as fontes de recurso

Veja como, segundo um computador, Ernesto Geisel foi escolhido para presidente da República

O computador vasculhou todos os arquivos do Exército e, de maneira inusitada, escolheu o irmão do general Orlando Geisel para presidente

Força-tarefa contra o Aedes em Goiás é a melhor do País, diz ministro

Em reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Castro, o governador Marconi Perillo e o secretário estadual de saúde Leonardo Vilela, apresentaram ao ministro Marcelo Castro o programa do governo de Goiás para o combate ao mosquito

Ministro da Educação confirma criação das universidades federais em Catalão e Jataí

Aloizio Mercadante disse que envio de proposta para aprovação no Congresso depende de pequenos ajustes e que conquista do Estado é "resultado do empenho de Marconi"

Leilão da Celg D deve ocorrer em março

Privatização da companhia foi tema de reunião entre o governador Marconi Perillo e o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga

Investimentos em Goiás superam R$ 1,5 bilhão em 2015

Balanço da secretária da Fazenda mostra que, mesmo com ajuste fiscal, Estado conseguiu investir

Ministério e SED assinam acordo de cooperação por três anos

Trabalho conjunto se dará por meio do Pronatec-PBM para formação e qualificação de mão de obra que atuará no setor produtivo goiano

Seminário nacional patrocinado pelo BID discutirá projeto da LRFE em Goiás

Proposta do governo estadual de criação da Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual será tema de evento previsto para fevereiro

Roberto Gazzi demitiu Reginaldo Leme em dezembro e foi demitido em janeiro pelo Estadão

O parceiro de Galvão Bueno na TV Globo permanece escrevendo uma coluna para a Agência Estado e o ex-editor se torna consultor, inclusive do Estadão

Aprovados na UFG deverão fazer pré-cadastro online

Após esta primeira etapa, estudantes deverão ir até a regional de destino para efetivar matrícula do dia 22 a 26 de janeiro

Dilma poderá ser ouvida como testemunha de defesa na Operação Zelotes

Justiça Federal autoriza presidente da República a participar de processo que apura suposta compra de medida provisória que teria beneficiado setor automotivo

Amma verifica situação de erosão em parque ambiental no Conjunto Itatiaia

Dano ambiental poderia ser maior se não fosse a ação voluntária de morador que praticamente construiu o bosque da área verde

Nasa declara 2015 como o ano mais quente da história

Temperatura média global no ano passado superou o recorde anterior, de 2014, de 0,13°C. Análises têm por base medições feitas em 6.300 estações meteorológicas

Show de Dominick Cruz, na vitória contra TJ Dillashaw, aproximou o MMA do sublime

Dillashaw é caçador de elefante mas tem dificuldade para encontrar e acertar um leopardo Dominick Cruz e Tj Dillashaw 13ufn-boston16-event-096 Quando TJ Dillashaw e Dominick Cruz entraram no octógono, no domingo, 17 — ou na madrugada de segunda-feira, 18, ao menos para nós, brasileiros —, pensei: o primeiro é mais forte do que o segundo. Dominick, de tão magrinho, parecia vulnerável, mas obrigou Dillashaw a carregar a cruz dos derrotados. À primeira vista, fiquei com a impressão de que, rápido como um corisco, Dominick Cruz apenas se defendia. Ledo engano. Ante um lutador com maior pegada, o Muhammad Ali do MMA adotou a tática de bater e escapar. Parecia que fugia? Não. Porque escapava e batia, quase sempre acertando o rosto do oponente, que, como dizem os narradores e comentaristas, saiu do octógono com o rosto bem “magoado” (dê uma olhada no olho esquerdo de Dillashaw na foto acima). Dominick Cruz e TJ Dillashaw 12 ufn-boston16-event-091 “Senti que ele não tinha força alguma nos seus golpes”, criticou Dillashaw. De fato, Dominick Cruz não é tão forte quanto o rival, mas sua técnica extraordinária compensa uma possível debilidade física. Mas a face de Dillashaw, ligeiramente inchada e vermelha, não foi esmurrada por uma pulga ou, diriam os fãs de Muhammad Ali, por uma abelha. Cá entre nós, e bem longe de Dillashaw, Dominick Cruz é, apesar de magérrimo, bem forte. Dominick Cruz e TJ Dillashaw 23ufn-boston16-event-106 O corner de Dillashaw deu orientações por vezes precisas, sugerindo onde chutar e colocar golpes mais duros, mas não lhe disse a verdade: Dominick Cruz venceu os três primeiros rounds com relativa facilidade. Dillashaw precisava saber disso, de maneira enfática, para que, percebendo a derrota iminente, mudasse a conduta no octógono. Ele até chutou duramente as pernas de Dominick Cruz, reagiu nos dois últimos rounds, com mais agressividade, mas era tarde. Havia perdido a luta. Só ganharia com um nocaute — e isto deveria ter sido dito pelos especialistas que o treinam com todas as letras, ainda que se corresse o risco de levá-lo ao desespero. Dillashaw é um grande “caçador”, mas precisa achar a presa e emparedá-la nas grades. Quando o oponente não consegue escapar, bate com extrema força e apuro. O nocaute é quase certo. Foi o que fez com Barão, que, depois da luta, voltou a ser Plebeu. Bateu duramente, de maneira insistente e o lutador brasileiro “arriou”, como se diz em Belém, terra do crítico de literatura e de música Rafael Teodoro; em Goiânia, cidade do lutador e quase técnico Ricardo Tavares, e em Iporá, a Ítaca do bardo Carlos Willian Leite, expert em MMA, boxe e tantas outras lutas. Durante os cinco rounds, talvez esperando cansar o adversário, Dillashaw caçou Dominck por todos os cantos do octógono. Quando achava, e conseguia apertá-lo, acabava levando jabs e não acertava golpes contundentes (brigou com o ar várias vezes). Não há a menor dúvida de que Dillashaw é mais forte, mas Dominick provou que por vezes a técnica apurada de um Davi supera a força de um Golias. Quem não assistiu aos cinco rounds da luta entre Dillashaw e Dominck Cruz, dois mestres de rara excelência do MMA, perdeu uma das grandes lutas do ano. Quase sublime, se a palavra não fosse reservada tão-somente para definir literatura (prosa e poesia), música e, aqui e ali, artes plásticas (não a abstrata, que não é pintura, e sim nódoa). Para que a Candice Marques de Lima, a Rayana, o Rafael Teodoro, o Frederico Oliveira, o Ricardo Tavares e o Nelsonmuaythai descansem entre uma luta e outra, até a próxima batalha entre Fabrício Werdum e Cain Velásquez, publico, abaixo, um poema, “A luta antes da luta”, de Alberto Pucheu. A luta antes da luta Alberto Pucheu Você sabe, de nada adianta rezar no canto do ringue. Aquele que nele sobe, sobe sozinho. As bravatas lançadas na hora da pesagem e o peso da multidão colado em sua carne, você sabe, lá em cima, só aumentarão seu abandono. Você sabe também o preço que terá de pagar se deixar que qualquer vagabundo desfigure sua fisionomia. Mas é isso que você quer? Não é isso que você quer. Aconteça o que acontecer, não jogarei a toalha, não é para isso que chegamos até aqui... Você ainda é muito novo para perder, e sua família, muito necessitada. Você sabe, você tem de deixar seu passado para trás, eu sei que você não quer voltar para as ruas, para o crime, para a cadeia... Portanto, quando subir lá em cima, eu lhe digo, não deixe que o adversário veja medo em sua face: se, ainda antes do primeiro soar do gongo, ele vislumbrar uma mínima expressão de temor em seu rosto, conhecerá o caminho mais rápido para encontrá-lo durante o combate. Mas você não terá nenhum instante de fraqueza nesse combate, você está preparado, eu sei que você está preparado, e você também sabe disso. Ninguém quer acordar amanhã num quarto de hospital... você quer acordar num quarto de hospital balbuciando palavras desconexas? Ein? Você quer acordar num quarto de hospital, com sua mulher chorando preocupada ao lado da cama? Não, você não quer isso pra você nem pra sua família, nem eu quero isso para o meu garoto de ouro. Por isso, treinamos duro, por isso, treinamos tanto. Então, vá lá em cima, já estão anunciando seu nome, suba para o quadrado, suba, já começaram a tocar a música, vá para o ringue e, no meio do entrevero, por entre as saraivadas de golpes, faça seu adversário sentir o peso do esquecimento carregando-o para longe do estádio, carregando-o para longe de todo e qualquer lugar. (http://revistapolichinelo.blogspot.com.br/2011/02/nobre-arte-alberto-pucheu-minhas.html)  

Tanner de Melo disputará eleição para prefeito de Aparecida pelo PP

Partido Progressista anuncia o nome do ex-vice-prefeito como candidato principal da chapa majoritária este ano no município