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Nota oficial do CNPG elogia a carreira jurídica do indicado e exalta atuação de à frente do Ministério da Justiça
Na última quarta-feira (8/2), o deputado estadual Paulo Mourão (PT), acompanhado do prefeito de Porto Nacional, Joaquim Maia (PV), participaram de uma audiência com a secretária da Educação, Juventude e Esportes Wanessa Sechim, para levar ao conhecimento da secretária a necessidade de construção de uma escola de tempo integral no Distrito de Luzimangues.
O parlamentar justifica o pedido, ressaltando que Luzimangues vem se desenvolvendo e por conta desse crescimento tem se elevado o índice populacional. “Hoje não há em nenhum lugar no Estado do Tocantins um local que vem crescendo de forma acelerada, como Luzimangues. É preciso que o Estado observe isso”, justificou.
“A população está aumentando e com isso parte da juventude que reside no distrito também. Esse crescimento elevado vem aumentado a demanda de alunos no distrito e a falta de estrutura física obriga os jovens a terem que se deslocar para estudar em outras regiões. Daí a importância de se construir uma nova escola para atender a demanda local”, reiterou.
O prefeito Joaquim Maia reforçou o pedido, destacando que Luzimangues está em pleno desenvolvimento. “Hoje temos uma demanda grande de alunos, essa demanda vem crescendo em um ritmo muito alto e isso nos preocupa. Então Luzimangues necessita de uma nova escola para ampliarmos o ensino no local”, ressaltou.
Por sua vez, a gestora da Pasta da Educação, Wanessa Sechim, disse que vai analisar a demanda apresentada pelo deputado e prefeito e estudar a viabilidade de atender a solicitação.
Durante coletiva de imprensa, prefeito detalhou déficit deixado pela gestão anterior, que inclui contas vencidas e parceladas
Em cidades com horário de verão, fenômeno terá início por volta das 20h30. A fase máxima do eclipse está prevista paras as 22h44
Primeira-dama do Brasil pretende mobilizar com o Estados, ações regionais do programa voltado par a primeira infância
Decisão é para proteger visitantes e funcionários de possíveis ataques terroristas A Torre Eiffel vai ter um muro de proteção a prova de balas para prevenir ataques terroristas. A informação é do Público, de Portugal. Segundo o jornal, a medida integra um programa de investimento de 300 milhões de euros nos próximos 15 anos. Desse montante, 20 milhões serão aplicados no muro. A ação deverá alterar completamente a circulação de pessoas no local, que recebe aproximadamente sete milhões de visitas anuais. Os painéis de vidro terão uma altura de 2,5 metros e vão proteger toda a base da Torre. Os painéis serão permanentes e o objetivo é diminuir o risco de ataques terroristas ou a entrada de veículos nas proximidades do monumento. O governo francês já havia colocado barreiras de metal no local para a Euro 2016. Nesta sexta-feira, 10, a polícia francesa deteve quatro pessoas suspeitas de preparar um novo ataque terrorista em Paris. A prisão aconteceu na cidade de Montpellier. De acordo com a imprensa francesa, entre os detidos está uma menina de 16 anos. O ataque aconteceria com cintos explosivos num local turístico de Paris.
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Filme do diretor francês Étienne Comar conta a história de Django Reinhardt, um dos grandes guitarristas europeus dos anos 1940 e 1950
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Filme conta a história de Django Reinhardt, mas não se trata de um longa biográfico comum, pois cola a história do guitarrista ao contexto das perseguições contra os ciganos pelo regime nazista | Foto: Roger Arpajou[/caption]
Rui Martins
Especial para o Jornal Opção, de Berlim
"Django", que abriu o 67º Festival Internacional de Cinema de Berlim, não é um filme biográfico típico. Étienne Comar, seu realizador, preferiu colar a imagem de Django Reinhardt no contexto das perseguições contra os ciganos, alvos do mesmo extermínio projetado pelos nazistas contra os judeus. Aliás, é um dos raros filmes a tratar do assunto.
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Django Reinhardt foi um dos grandes guitarristas europeus dos anos 1940 e 1950, tendo tocado com os grandes nomes do jazz americano e feito uma tournée com Louis Armstrong pelos Estados Unidos.
Apesar de ter dois dedos atrofiados em consequência de um incêndio, Django era um virtuoso da guitarra. Com sua banda, ele tocava swing, blues e principalmente jazz, tendo sido um ícone da música popular em Paris, na época da Ocupação. No seu momento de maior prestígio, sentindo-se ameaçado por ser cigano — nascido na Bélgica, quando seus pais viajavam pela Europa em roulottes —, decidiu fugir para a Suíça.
O filme deixa em suspenso se Django foi ou não acolhido pelos suíços, em 1943, mas o diretor Éttiene Comar falou de uma rápida acolhida, seguida de um retorno à França, para a cidade de Toulon, onde possuía parentes. Em Toulon, Django permaneceu incógnito, mas retornou a Paris, depois da Libertação, quando compôs um Réquiem para seus irmãos ciganos, composto para órgão, orquestra e coro.
Essa composição foi executada apenas uma vez, em Paris, e dedicada a todos os ciganos massacrados pelos nazistas. A maior parte da partitura se perdeu, mas Étienne Comar obteve uma reconstituição para as cenas finais do filme com fotos de ciganos mortos nos campos de concentração nazistas.
E essa história de perseguição étnica, num momento de guerra, se reveste de grande atualidade. Ao ver os ciganos perseguidos, os espectadores se conscientizam de que hoje o mundo revive um momento de guerra e perseguição, gerador de centenas de milhares de refugiados.
A história se repete, sendo interpretada por outros líderes mundiais no papel dos mesmos personagens. "Django" não é um filme de entretenimento porque pode provocar má consciência nos espectadores. Fechar a Europa e as Américas aos refugiados? Quem quer ter hoje o papel de Hitler, na nova encenação do drama vivido pela humanidade nos anos 1930? Qual será o papel escolhido por Donald Trump?
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Em nota, secretaria de Saúde afirmou que serviço não foi retomado na última quinta-feira porque laboratório não estava entregando insulina para distribuidora Hospfar


