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Ao lado de esposas de militares, Fernanda Brum fez uma oração na porta do 6º BPM, na Tijuca, e intercedeu pelo fim do conflito
Candidato ao Supremo Tribunal Federal, ministro teria falado sobre sua opinião acerca de temas polêmicos, como a Operação Lava Jato
Aprovados em concurso ouviram de representantes da prefeitura que nomeação ocorrerá de forma parcial já nos próximos dias
Peemedebistas apostam que o senador não disputará o governo e, ao final, indicará o vice do candidato peemedebista ou um postulante a senador
O decano peemedebista teria resistência ao deputado devido à disputa para presidente regional do PMDB
O deputado José Nelto diz que, se o PR não quer o parlamentar campeão de votos em 2014, o PMDB o avalia como importante para seu projeto político-eleitoral em 2018
Tucanos dizem que a presidente do PSB está tencionando para tentar ser candidata à reeleição
Secretária de Educação afirma que greve dos professores deflagrada no ano passado não impediu a reorganização do setor, incluindo a estrutura curricular
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Lissauer Vieira, Juraci Martins e Karlos Cabral | Arquivo[/caption]
A lista abaixo está postada em ordem alfabética. É possível que, como ocorreu noutras eleições, que alguns dos mencionados, ao final, não sejam candidatos, assim como é possível que novos nomes apareçam. A lista reflete, portanto, as especulações atuais. O que se sabe é que o grupo de Juraci Martins deve lançar de um a dois candidatos (é possível, até, que, evitando concorrer com Lissauer Vieira, Juraci Martins tente um mandato de deputado federal, aí, sim, para disputar com seus arqui-adversário Heuler Cruvinel). O prefeito Paulo do Vale, do PMDB, até para ter força na Assembleia Legislativa e junto ao governo do Estado,
1 — Chico do KGL/DEM— Vice-prefeito e empresário do ramo de supermercado.
2 — Juraci Martins — O ex-prefeito tanto pode ser candidato a deputado estadual quanto federal.
3 — Karlos Cabral/PDT — É deputado estadual.
4 — Lissauer Vieira/PSB — É deputado estadual. Se for candidato, Juraci Martins “entra” no seu eleitorado.
5 — Lucivaldo Medeiros/PMDB — Presidente da Câmara Municipal, será o candidato do prefeito Paulo do Vale
6 — Maria José/PSDB — É mencionada, mas não se declara pré-candidata.
7 — Paulo Roberto Tartuce/PSD — Médico neurologista, criador de gado e presidente do PSD em Rio Verde.
8 — Walter Baylão/DEM — Ex-presidente do Sindicato Rural de Rio Verde e atual secretário de Transporte da Prefeitura de Rio Verde.
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Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
Há alguns dias, um juiz de Goianésia concedeu entrevista explicando como está a situação do prefeito de Goianésia, Renato de Castro, do PMDB. Em suma, frisou que a Justiça não decide a toque de caixa e que não se pode confundir informação objetiva com fofoca das redes sociais.
A fala do juiz foi importante, sobretudo porque demonstrou que tem preocupação com a opinião pública e não trabalha numa torre de marfim. Mas é certo que há elementos — se a defesa não for ampla, objetiva e verdadeira — para cassar o mandato de Renato de Castro. Seus gastos de campanha não foram, aparentemente, muitos católicos. Suas contas não batem com as contas do vice-prefeito, Carlos Veículos. São incompatíveis, embora a campanha fosse uma só.
Se a Justiça agir com rigor — o rigor com que o juiz Sergio Moro trata os acusados na Operação Lava Jato —, é possível que a chapa Renato de Castro-Carlos Veículos seja cassada. Aí seriam convocadas novas eleições.
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Arquivo[/caption]
Pesquisas indicam que, quando se coloca Jorge Kajuru como candidato ao Senado, a “chapa” do senador Ronaldo Caiado, do DEM, para governador de Goiás, na disputa de 2018, ganha musculatura. Principalmente na Grande Goiânia. A ressalva é que o vereador pelo PRP de Goiânia afirma que será candidato a
Porém, quando se menciona Alcides “Cidinho” Rodrigues como possível vice de Ronaldo Caiado, o eleitorado fica indiferente — não melhorando nem piorando os números do democrata. Cidinho é conhecido, por ter sido vice-governador e governador, mas não desperta emoções positivas ou negativas.
O marqueteiro Jorcelino Braga, possível candidato a senador na chapa de Ronaldo Caiado, não é conhecido da população.
As ações do Programa Escola Comunitária de Gestão Compartilhada (PECGC) foram retomadas por decisão do governador Marcelo Miranda (PMDB), na quarta-feira, 8. Em solenidade no Palácio Araguaia, que reuniu educadores e auxiliares do Executivo, Miranda adiantou que o governo estadual continuará com a implementação de novos programas e projetos que visam o fortalecimento do processo de ensino e aprendizagem. “A educação é e sempre será o melhor caminho para se alcançar a cidadania. Aqui no Tocantins, o setor é uma das nossas prioridades. Por isso, estamos discutindo novos programas para a área. Uma boa notícia é a autorização do aumento nos valores repassados pela União, para estados e municípios, para a complementação da merenda escolar”, informou o governador. O governador defendeu a integração entre escola e comunidade. “Nesse processo, é importante destacar o fortalecimento das Associações de Apoio às Escolas, porque, nas associações e nos conselhos escolares, é onde está a grande representatividade deste programa (PECGC). Todos devem estar unidos: pais, alunos, educadores e comunidade, decidindo o melhor, por meio de uma gestão autônoma e descentralizada”, disse. Por sua vez, a secretária da Educação, Wanessa Zavarese, destacou que o PECGC vai beneficiar as 515 escolas do Tocantins, entre elas as agrícolas, Apaes, escolas indígenas e de Tempo Integral. "No ano em que o projeto completa 20 anos, ele foi redesenhado e retomado pelo governo do Estado para fortalecer e melhorar o processo de ensino e aprendizagem”, ressaltou. A reestruturação do programa foi realizada observando a capacidade técnica e financeira do Estado. Uma das principais mudanças foi o aumento do valor per capita aluno/ano para a manutenção da Escola, que, no ensino regular passa de 140 para 273 reais; e na Escola de Tempo Integral passa de 220 para 546 reais, em 2017.
Polícia Federal investiga se a Agehab doou cheques-reforma para beneficiar candidata a prefeita de Nova Veneza
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Marcos Antônio Kruger e Marcelo Miranda: boas-vindas do governador[/caption]
Na quarta-feira, 8, o governador Marcelo Miranda (PMDB) recebeu no Palácio Araguaia, a visita do novo superintende estadual do Banco do Brasil, Marcos Antônio Kruger. O executivo tomou posse recentemente e, na visita, Marcelo Miranda desejou boas-vindas ao Tocantins e destacou a importância da instituição para o desenvolvimento do Estado.
“É um parceiro do governo do Estado de grande importância para a promoção do nosso desenvolvimento”, destacou o governador, lembrando que o Tocantins tem uma economia baseada no agronegócio e tem tudo para ser um grande celeiro de produção para o Brasil.
Marcos Kruger disse que a conversa com o governador foi bastante positiva e em linhas gerais foi pautada na atuação do Banco do Brasil no Estado. “Nos colocamos à disposição para atender as demandas do Estado do Tocantins e também recebemos algumas informações do governador que nos deixa bastante motivados para o nosso trabalho no Estado”, pontuou.
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Valquíria , presidente metropolitana PRB: Sem “bola nas costas”[/caption]
A presidente do diretório metropolitano do PRB, Valquíria Rezende, se disse indignada pelo que classificou de “bola nas costas” por parte do prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB). O gestor nomeou na semana passada para presidente da Fundação Municipal de Esportes e Lazer de Palmas, Orlando Rangel Campos Silva, que, apesar de ser membro do PRB, não é indicação do diretório regional. Para discutir o impasse, Valquíria convocou reunião do metropolitano e convidou prefeitos do PRB de todo o Estado para o debate.
Ela disse que o partido precisa definir os encaminhamentos necessários e fazer uma nota oficial sobre o caso. “Amastha é um pré-candidato a governador, mas não pode nos dar uma ‘bola nas costas’ e querer que as coisas sejam feitas como acha que tem que fazer”, criticou Valquíria.
A presidente do PRB de Palmas garantiu que o partido no Estado contará com o apoio da direção nacional, apesar de que a manobra que levou à nomeação Orlando Rangel contou com a instância superior da legenda. “A nacional já tem sinalizado que vai nos apoiar”, assegurou Valquíria, que revelou já existir uma conversa com a executiva em Brasília. Ela lembrou do crescimento do PRB nas eleições municipais de 2016, quando o partido conquistou sete prefeituras – não tinha nenhuma – e ainda fez 5 vice-prefeitos e 60 vereadores. “São quase quatro anos de um trabalho muito bem feito que não podem ser jogados de acordo com interesses particulares”, defendeu a presidente do PRB metropolitano.


