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O 67º Festival Internacional de Cinema de Berlim começa mostrando ser um evento que reúne discursos favoráveis à política alemã pelos refugiados Rui Martins Especial para o Jornal Opção, de Berlim O 67º Festival Internacional de Cinema de Berlim começa nesta quinta-feira, 9, com o filme francês "Django", de Etienne Comar. O festival deste ano terá um recorde de filmes brasileiros em exibição, sendo um goiano, além de um na competição internacional de longas-metragens ("Joaquim", de Marcelo Gomes), e outro na competição internacional de curtas ("Estás vendo coisas", de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca). Este Festival é francamente engajado, por decisão de seu diretor Dieter Kosslick, em favor da política alemã pelos refugiados. Talvez por isso, os filmes das diversas mostras filmes sejam claramente antirracistas e anticolonialistas. É o caso do filme brasileiro "Joaquim", que mostra a figura de Tiradentes, o primeiro rebelde contra os portugueses pela independência; do filme "Vazante", de Daniela Thomas, que revive o tempo da escravidão no Brasil, em Minas Gerais, na exploração das minas de pedras preciosas; de "Django", o filme da abertura, que mostra o cigano perseguido pela SS nazista; e do filme do haitiano Raoul Peck, "Não sou o teu negro", inspirado na vida de James Baldwin, um libelo contra o racismo nos Estados Unidos.
T2 Transpotting
Será que Did Renton criou uma família e comprou uma lavadora de carros como terminou o primeiro filme de Danny Boyle? O festival de Berlim dará a resposta logo no segundo dia do Festival com o retorno de Ewan McGregor. A expectativa é grande e a crítica estará mobilizada para reservar seu lugar na primeira exibição e será ainda mais difícil achar um lugar na grande sala onde Danny Boyle e Ewan McGregor falarão com a imprensa.Aki Kaurismäki e Volker Schlöndorff
Outro retorno importante será o do finlandês Aki Kaurismäki, na terça-feira, 13, com seu novo filme "O outro lado da esperança", que é um conto talvez utópico sobre a amizade entre um refugiado sírio que, depois de viver rejeitado nas ruas de Helsinki, na Finlândia, é descoberto pelo dono de um restaurante, que lhe dá cama, comida e trabalho. O cineasta alemão Volker Schlöndorff também está de volta a Berlim, mas sem um tema social, embora continue criando dentro do universo do seu amigo suíço, já falecido, Max Frisch, que o inspirou no filme "Homo Faber". "De volta a Montaulk" é o novo filme de Schlöndorff na competição internacional e que é focado nos problemas amorosos de um escritor com a inspiradora da personagem do seu novo livro. Haverá ainda um filme francês de Martin Provost, "Parteira", com a veterana atriz Catherine Deneuve. O filme da atriz portuguesa Teresa Villaverde, convertida em cineasta com seu filme "Colo", mostra, também na competição internacional, uma família sofrendo as consequências da crise econômica. O presidente do júri da competição internacional é o cineasta holandês Paul Verhoeven, que com outros seis especialistas da Alemanha, Tunísia, México, Islândia, Estados Unidos e China distribuirão os Ursos de Ouro e de Prata. Rui Martins é convidado do Festival Internacional de Cinema de Berlim
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Judy Garland e os atores anões que interpretaram os muchkins[/caption]
A atriz Judy Garland (1922-1969), que viveu o papel de Dorothy, no clássico “O Mágico de Oz” (1939), teria sido molestada no set de filmagens pelos atores anões que interpretaram os “munchkins”, durante a gravação do longa.
A notícia veio à tona com a divulgação de uma nota do jornal The Sun a respeito do livro de memórias “Judy and I: My Life with Judy Garland”, escrito pelo esposo de Judy, Sid Luft (morto em 2005), que será publicado em breve.
Judy relatou o caso ao marido e, segundo consta em seu livro, ela tinha 16 anos à época das gravações e os atores anões contavam por volta dos 40 anos de idade. De acordo com Luft, os anões bolinavam Judy, passando as mãos por debaixo do seu vestido. Aos mesmos anões foi atribuída a fama de proporcionarem algazarra, orgias e bebedeiras no hotel onde ficaram hospedados durante a realização de "O Mágico de Oz".
Judy, que brilhou também no teatro e na televisão, tornou-se viciada em anfetamina e barbitúricos, vindo a falecer de overdose em 1969, aos 47 anos.
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Segundo a revista "Variety" o ator foi contratado para a nova versão de "Toni Erdmann"
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Jack Nicholson deve protagonizar a nova versão de "Toni Erdmann" | Foto: Vera Anderson/WireImage)[/caption]
Jack Nicholson, que não atua em um filme desde a comédia romântica "Como você sabe", de 2010, deve voltar ao cinema em nova versão de "Toni Erdmann", filme alemão indicado ao Oscar de Melhor filme em língua estrangeira neste ano.
Para muitos, Nicholson estaria aposentado, mas informações da revista "Variety" garantem que o ator será o protagonista da nova versão do filme, a ser produzida pelo estúdio Paramount Pictures, que adquiriu os direitos cinematográficos da produção alemã.
"Toni Erdmann" é um filme da escritora e diretora Maren Ade, que será produtora executiva ao lado de Jonas Dornbach e Janine Jackowski. Adam McKay, diretor de "A grande aposta" (2015), será um dos produtores do projeto ao lado de Will Ferrell e Jessica Elbaum. Ainda não há diretor escalado.
O filme é um dos favoritos ao Oscar de melhor filme estrangeiro e se tornou uma sensação internacional desde sua estreia no festival de Cannes, em maio de 2016. "Toni Erdmann" será exibido na 10ª Mostra o Amor, a Morte e as Paixões.
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