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Delação da OAS pode revelar qual político goiano recebeu 2 milhões de reais

Ronaldo Caiado é ligado ao prefeito de Salvador, ACM Neto, o político mais associado à empreiteira, mas não há prova que tenha recebido dinheiro ilegal

Câmara realiza sessão especial em homenagem à Record TV

Presidente do Grupo, Luiz Cláudio Costa, também receberá título de Cidadão Goianiense em breve na Casa

Comissão rejeita projeto que proíbe uso de aplicativo para alertar blitz no trânsito

A proposta, que já tinha recebido outro parecer favorável, deverá ser avaliada por todos os deputados em plenário

O Popular informa errado que cantor e compositor Belchior entrou criança para um mosteiro

Por que o jornal não procurou saber como era o “relacionamento” entre o compositor e pintor com o artista plástico goiano Siron Franco?

Carnaval fora de época volta a Goiânia com Durval Lelys e Bell Marques

A festa começa na concentração dos blocos, a partir do meio-dia. Confira horários e locais para retirada dos abadás

Paraíso das águas termais, Caldas Novas está em estado de emergência hídrica

Sete bairros já recebem reforço de caminhão-pipa. Resorts e hotéis têm abastecimento próprio e não são afetados

Conselho de Psicologia recorre de decisão que abre brecha para “cura gay”

Para o CFP, a decisão liminar abre a perigosa possibilidade de os profissionais passarem a empregar terapias de reorientação sexual

Prefeito Vinícius Luz comemora reabertura de unidade da BRF em Jataí

Previsão é que o retorno já garanta de imediato a geração de 500 empregos diretos

Apresentadora do Globo Esporte pede demissão

Maíra Lemos, do Globo Esporte em Minas Gerais, diz que vai buscar novos caminhos profissionais

Integrante da CCJ, deputada goiana avalia que Câmara deve livrar Temer de nova denúncia

Magda Mofatto (PR-GO) passou a fazer parte da comissão em agosto, para votar com a base governista e contra a primeira denúncia da PGR

Após ofender gari, Boris Casoy é condenado a pagar R$ 60 mil de indenização

José Domingos de Melo afirma que foi aconselhado a não processar o jornalista, porque gari é “invisível”, mas, por acreditar na Justiça, decidiu seguir adiante

Goianienses comemoram previsão de chuva para esta sexta (22)

Leitores do Jornal Opção já relatam chuviscos em alguns setores da capital. Confira o que dizem os meteorologistas 

Prefeito interino de Petrolina surpreende e pode ser eleito titular do cargo

Tiago Cigano, vereador mais bem votado em 2016, é considerado pule de dez pelos moradores do município

Quem for pego fumando no carro acompanhado de crianças poderá ter que pagar multa

Projeto de lei cria multa para motorista ou passageiro que for flagrado fumando ao transportar criança com menos de 12 anos 

Greve dos professores de Palmas tem apoio de parlamentares

[caption id="attachment_105806" align="alignleft" width="620"] Eli Borges, Vicentinho Junior e Wanderlei Barbosa anunciaram apoio ao movimento dos educadores | Fotos: Divulgação Aleto e Agência Câmara[/caption] Após 17 dias, os professores da Rede Municipal de Palmas seguem em greve buscando o recebimento de direitos obtidos em 2015, quando a Prefeitura se comprometeu em realizar diversas alterações em prol da Educação do município, como o pagamento das progressões, as titularidades, os retroativos, a data-base, além da eleição de diretores, o direito de reposição e o não corte do ponto. Apesar do documento assinado, a Prefeitura se nega a negociar com os professores e o acordo proposto não foi aceito pela classe que é representada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet). A classe política se reuniu em torno da causa e o deputado Eli Borges (PROS) esteve na Câmara Municipal para ouvir os professores grevistas e defendeu o diálogo entre a classe e a prefeitura da capital. “Na democracia há uma coisa que nunca pode faltar que é o diálogo, mesmo quando todas as possibilidades se esgotam ele tem que continuar existindo”, declarou. Eli Borges espera a compreensão por parte da Prefeitura e da totalidade da Câmara para que o problema seja resolvido. “Eu sou solidário a este movimento”, disse o parlamentar. Já o deputado Wanderlei Barbosa (SD), usou a tribuna da Assembleia Legislativa, na sessão ordinária de quarta-feira, 20, quando cobrou o fim “do cabo de guerra” entre os professores e o Executivo Municipal e, consequentemente, o retorno às aulas. O pronunciamento do deputado foi acompanhado por profissionais e representantes da categoria que ocupavam as cadeiras de honra do Poder Legislativo. Segundo Wanderlei, o prefeito prometeu, fez uma série de acordos e essa greve, é apenas uma cobrança desses compromissos feitos lá atrás. O parlamentar disse ainda, que essa não é a vontade dos professores, que eles queriam estar nas salas de aula, ensinando e cumprindo as suas obrigações. O parlamentar espera que o prefeito Carlos Amastha (PSB), que prega a nova política, um modelo novo de fazer política, que ele possa discutir com a classe, com os servidores e com representantes de sindicatos para poder estancar a paralisação. Segundo o deputado, o modelo não é ignorando, um modelo moderno, ele discute, ele conversa, ele propõe àquilo que é possível ele pagar. Na mesma linha de raciocínio, o deputado federal Vicentinho Júnior (PR) usou seu espaço na Câmara dos Deputados na quarta-feira, 20 para cobrar a Prefeitura de Palmas para cumprir o pagamento dos direitos trabalhistas dos professores. Vicentinho Junior exaltou o trabalho dos professores e fez questão de citar o início da greve de fome que os profissionais ameaçam iniciar. O deputado cobrou que o Prefeito Carlos Amastha cumpra o que prometeu aos professores em 2015, zelando pelo pagamento dos profissionais que são tão importantes para a cidade e disse ainda que o gestor faz descaso com à educação de Palmas. Justiça determina desocupação Em decisão na Ação de Reintegração e Manutenção de Posse (0031108-88.2017.827.2729) ajuizada pela Câmara Municipal, que alega que 700 professores da rede municipal, que estão em greve, e integrantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sintet), ocuparam sua sede desde o dia 13 de setembro, o juiz da 1ª Vara da Fazenda e Registros Públicos de Palmas, Roniclay Alves de Morais, determinou a desocupação do prédio legislativo. Os professores da rede municipal de Palmas devem deixar de praticar quaisquer atos atentatórios à posse, dentro da Câmara Municipal de Palmas, como ocupações ilícitas, bloqueio de entrada do prédio, armação de barracas, instalação de colchões, instrumentos musicais, caixas e alimentos estranhos ao exercício da atividade e à composição da estrutura do órgão. Segundo a ação, alguns vereadores fizeram diversas tentativas de diálogo com os grevistas para que desocupassem o parlamento, porém, os ocupantes querem permanecer no local, por tempo indeterminado, até a Prefeitura Municipal pagar a data-base e demais reivindicações da classe. O magistrado reconhece que o servidor público tem assegurado o direito constitucional do exercício de greve, mas observa que esse direito “não pode extrapolar os limites da razoabilidade, invadindo e impossibilitando o normal funcionamento da Casa Legislativa Municipal pelos professores e representantes do Sindicato”. Para o juiz, as fotos juntadas mostram que os grevistas instalaram, dentro da Câmara Legislativa, barracas, colchões, instrumentos musicais, caixas e alimentos contrariando a lei. “Isso não quer dizer, porém, que os manifestantes não possam exercer suposto direito de greve à frente do órgão, ou transitarem nele, desde que seus atos não atentem à posse do autor, nem obstaculizem o exercício normal das atividades daquele Órgão, sob pena de ferir o direito de posse do autor”.