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A arma secreta do Hamas é a exploração do sofrimento dos palestinos

O Ocidente acredita que os palestinos vão se livrar do Hamas. É uma visão equivocada, pois eles não são contra a liderança do grupo

Metade dos eleitores do Tocantins não indica candidato a governador e assusta o país

Os eleitores que votaram escolheram um senador tradicional e um político que está no poder. Sugere um não à renovação?

“Não temos como monitorar a proliferação de informação falsa que circula pelo WhatsApp”

Jornalista que abandonou emprego em um grande jornal para criar uma agência de "fact-checking" alerta que não há forma de barrar notícias mentirosas nas mensagens

Luana Baldy pode ser candidata a senadora na chapa de Daniel ou suplente na chapa de Marconi

O ministro Alexandre Baldy diz que o projeto político de sua mulher será decidido por ela

O PP pode se dividir: parte fica com Daniel Vilela e parte com José Eliton

Baldy pode acompanhar o pré-candidato do MDB, mas Balestra, Sandes, Sérgio Lucas e até Cruvinel tendem a ficar com José Eliton

Candidatos derrotados não apoiam Carlesse e Vicentinho no 2º turno

[caption id="attachment_127578" align="alignleft" width="620"] Carlos Amastha, Kátia Abreu e Marlón Reis sabem que se apoiarem um candidato agora não terão como criticá-lo na eleição de 7 de outubro. Está em jogo muito mais a próxima disputa do que outra questão | Fotos: Arquivo / Jornal Opção[/caption] Nenhum dos dois candidatos, o governador Mauro Carlesse (PHS) e o senador Vicentinho Alves (PR), que disputarão o segundo turno das eleições suplementares no Tocantins, será apoiado pelos grupos derrotados na primeira etapa do pleito. O motivo não explicitado é o fato de que a pouco tempo, em 7 de outubro, se terá uma nova eleição para governador. Quem apoiar agora não poderá criticar depois. Em reunião realizada na segunda-feira, 4, em Palmas, a Comissão Executiva Estadual do PT — que compôs a chapa de Carlos Amastha (PSB) — decidiu, por unanimidade, não apoiar as candidaturas vitoriosas no primeiro turno, tendo em vista que nem o programa defendido pelo PHS quanto pelo PR não vão ao encontro as ideias do PT e não representam, portanto, os programas e projetos da sigla. “A executiva estadual do PT em uma reunião ampliada decidiu por ampla maioria não apoiar no segundo turno nenhuma das duas candidaturas por não representar o que defendemos. Solicitamos aos nossos companheiros que ninguém faça manifestação pública de apoio neste segundo turno da eleição suplementar”, disse o presidente estadual do partido, deputado estadual Zé Roberto. O candidato da Rede, Márlon Reis, após amplo debate com as lideranças do “Comitê Estadual do Mo­vimento Ficha Limpa no Tocantins”, decidiu que o grupo não apoiará qualquer um dos dois candidatos que concorrem ao segundo turno. O referido Comitê também decidiu manter o nome de Márlon Reis como pré-candidato ao Governo do Tocantins nas eleições de 7 de outubro. A decisão foi sustentada exclusivamente com base na integridade do posicionamento do grupo, que mantém sua luta para promover uma profunda mudança moral e administrativa no Estado do Tocantins. Em nota à Imprensa, a senadora Kátia Abreu (PDT) agradeceu a confiança e os votos recebidos, lideranças e militância que acreditaram em seu projeto para o Tocantins. Kátia recebeu com serenidade o resultado das eleições suplementares e diz que continuará defendendo os interesses do Tocantins no Senado. Em nota à imprensa, o grupo que participou das eleições suplementares afirmou que não apoiará nenhum candidato no segundo turno. “Os presidentes dos partidos políticos integrantes da Coligação Reconstruindo o Tocantins: PDT, PSD, PEN, AVANTE e PSC, juntamente com líderes políticos de outros partidos, vêm a público comunicar a decisão, unânime, de permanecerem unidos sob a coordenação da senadora Kátia Abreu; onde não tomarão partido no segundo turno da eleição suplementar para o governo do Estado do Tocantins. Tendo em vista o momento político, em que temos um projeto político-administrativo sólido, visando o desenvolvimento econômico, o combate à pobreza e a responsabilidade fiscal, vamos participar das eleições de 7 de outubro, com candidatura própria, aberta para composição com outras siglas partidárias”. Os partidos que compuseram a coligação A Verdadeira Mudança, encabeçada por Carlos Amastha (PSB), também se reuniram para avaliar os cenários após o primeiro turno da eleição suplementar. Segundo o presidente estadual do Partido Comunista do Brasil (PC do B) e ex-secretário municipal na gestão de Amastha, Nésio Fernandes, o grupo não vai se posicionar no segundo turno, contudo, as legendas que apoiaram Carlos Amastha (PSB) já o colocam como pré-candidato a governador em 7 outubro.

Rede de Marina Silva pode apoiar Daniel Vilela para governador

[caption id="attachment_126333" align="aligncenter" width="620"] Wilson Dias/Agência Brasil)[/caption] Um repórter conversou em Bra­sília com um político ligado a Marina Silva, pré-candidata a presidente da República pela Rede. O político disse que, em Goiás, a Rede pretende lançar Edson Braz para governador —desde que, na chapa majoritária, figure Jorge Kajuru como postulante ao Senado. A tese é que o líder do PRP poderia “puxar” o redista. Como a aliança com o vereador é complicada, a Rede pode apoiar o pré-candidato do MDB, Daniel Vilela, para governador.

Deputada Dorinha garante recursos para a construção de um Hospital em Palmas

  [caption id="attachment_120411" align="alignleft" width="620"] Deputada federal Professora Dorinha (DEM-TO) | Foto: Reprodução / Câmara dos Deputados[/caption] O Ministério da Saúde confirmou na terça-feira, 5, o empenho da emenda individual de R$ 1 milhão de reais, apresentada pela deputada federal Professora Dorinha (DEM) para a construção do Hospital de Amor em Palmas. A democrata atua pela implementação da unidade na capital. A construção do hospital em Palmas já começou e o projeto está orçado em R$ 100 milhões e a unidade deverá ter 80 mil m², em área na Avenida LO-27 com a NS-1 cedida pela Prefeitura de Palmas e governo do Estado. A pedido da bancada federal tocantinense houve o compromisso do Ministério da Saúde na doação de um acelerador linear, equipamento para tratamento do câncer em radioterapia, para a unidade palmense. Esse equipamento tem a capacidade de atender 70 pacientes diariamente. “O Hospital de Amor de Barretos tem o melhor atendimento no Brasil e é referência mundial no tratamento contra o câncer, pois segue protocolos rígidos para a garantia da qualidade do atendimento e dispõe de equipamentos de ponta. A instalação de uma unidade em Palmas facilitará aos pacientes do Tocantins o acesso ao tratamento, uma vez que eles terão os seus gastos reduzidos e ainda poderão se manter próximos de suas famílias”, afirma Professora Dorinha.

José Luiz Bittencourt e Santa Cruz iniciam duelo jornalístico no Diário da Manhã

[caption id="attachment_127564" align="aligncenter" width="620"] Fotos: Reprodução[/caption] Um debate jornalístico que promete: dois pesos-pesados, tão articulados quanto inteligentes, começam o que talvez se torne um dos maiores debates do jornalismo goiano. José Luiz Bittencourt Filho critica, de maneira ácida, o Tempo Novo, que teria envelhecido. Carlos Alberto Santa Cruz critica José Luiz e sugere que Ronaldo Caiado representa a política oligárquica e patrimonialista. A guerra está sendo travada nas páginas do jornal “Diário da Manhã”.

Thiago Peixoto é visto como pule de dez para vice de José Eliton

Além de um político que tem ideias, contribuiu para manter o PSD na base do pré-candidato tucano

João Campos está cada vez mais próximo de Ronaldo Caiado

Igreja Assembleia de Deus pressiona o deputado para compor com o pré-candidato do DEM

9 principais apostas do MDB para deputado estadual em Goiás

Paulo Cezar Martins, Humberto Aidar, Wagner Siqueira e Max Menezes estão entre os mais cotados

No Dia do Meio Ambiente, secretário anuncia volta dos programas Troca Sustentável e Papa Óleo

Autoridades de Trindade prestaram homenagem à data com ações no Parque Municipal Maria Pires Perillo

OVG passa a apostar mais na qualificação profissional do que em assistencialismo

Segundo diretora-geral, principal foco da instituição tem sido capacitar pessoas e continuar a desenvolver gestão organizacional mais qualificada

Ninguém está fora do páreo, pois o governador eleito agora poderá ter desgaste em outubro

[caption id="attachment_126355" align="alignleft" width="620"] Foto: Reprodução[/caption] Toda derrota tem um sentido. Em cada tropeço há sempre uma lição. O primeiro turno da eleição suplementar no Tocantins trouxe várias. A primeira delas é que a dificuldade de diálogo com possíveis aliados e a indubitável crença de que se é imbatível, em razão do retrospecto eleitoral ou dos cargos que exercem ou exerceram, não arregimentam votos e nem tampouco ganham eleição. Katia Abreu (PDT), senadora eficiente, com destaque nacional e qualificada para gerir o Estado, liderou as pesquisas, mas terminou o pleito em quarto lugar — com pouco mais de 90 mil votos (15,66%). A pedetista foi vitoriosa em 29 cidades, dentre as 139 existentes. Contudo, a maioria delas sem qualquer expressividade eleitoral, ou seja, menos de 2.500 votantes. Apenas cinco ultrapassam a casa dos 4 mil eleitores: Esperantina, Buriti do Tocantins, São Miguel do Tocantins, Arraias e Nova Olinda. A única que possui mais de 10 mil eleitores é Araguatins, dentre os quais pouco mais de 4 mil confiaram-lhe o voto. As alianças com o ex-prefeito de Palmas Raul Filho e com o deputado Osires Damaso (PSC), de Paraíso do Tocantins, não lhe renderam dividendos eleitorais. Uma carta de Lula da Silva, presidiário em Curitiba, não rendeu apoio à senadora. Entretanto, mesmo tendo ficado em quarto lugar, Kátia Abreu é uma forte candidata para a disputa de 7 de outubro. A que realmente vale. O governador que será eleito agora poderá obter mais desgastes do que votos no próximo pleito. E mais: o resultado das urnas podem gerar um novo quadro de alianças políticas. Ninguém, no fundo, está fora do páreo.