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ATM defende mais ação dos municípios na eliminação dos lixões

[caption id="attachment_127559" align="alignleft" width="620"] Foto: Divulgação[/caption] A ATM promoveu um grande Encontro Técnico de prefeitos, presidentes de Câmara de Verea­dores e secretários municipais de Meio Ambiente, cujo tema foi a Gestão dos Resíduos Sólidos no Tocantins, com o objetivo de promover a adequação dos Municípios à Política Nacional de Resíduos Sólidos. O evento foi organizado por uma comissão de instituições que envolvem TCE, Associação To­can­tinense de Municípios (ATM), Ministério Público do Estado (MPE), Naturatins, Secretaria Esta­dual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e União de Vereadores do Tocantins (UVET). “Os Municípios tocantinenses precisam avançar o processo de eliminação dos lixões e impulsionar a implementação dos aterros sanitários. O prazo encerrou em 2014 e as penalidades são duras aos gestores municipais que ainda não adequaram os municípios na Política Nacional de Resíduos Sólidos”, alertou o presidente da ATM e prefeito de Pedro Afonso, Jairo Mariano (PDT). As sanções aplicadas aos gestores que não cumprirem a legislação variam de detenção, que vai de um a três anos, determinada pela Justiça comum, ao pagamento de multa que pode chegar até R$ 100 mil, no âmbito do TCE. A Política Nacional de Resí­duos Sólidos (Lei 12.305/2010) determinou que União, Estados e Municípios elaborassem os Planos Municipais de Resíduos Sólidos até o exercício de 2012. O prazo dado pela lei aos Municípios para a destinação ambientalmente correta dos resíduos sólidos e para a construção de aterros sanitários findou em 2014. “De lá para cá, os municípios vem executando as etapas dessa política, mesmo diante da falta de recursos financeiros e técnicos. Temos ainda a esperança de que o prazo seja prorrogado”, explicou Mariano.

Prefeita do PT declara apoio à candidatura de José Eliton a governador

[caption id="attachment_55333" align="aligncenter" width="620"] Foto: Divulgação[/caption]

Prefeitos das oposições declararam, na Cidade de Goiás, na terça-feira, 5, que vão apoiar a reeleição do governador José Eliton (PSDB).

A prefeita da Cidade de Goiás, Selma Bastos, do PT, decidiu que irá apoiar José Eliton para governador. Trata-se de uma articulação conjunta do ex-governador Marconi Perillo (PSDB) e da ex-secretária da Educação Raquel Teixeira.

Caiado, Daniel e Kátia admitem acerto das Organizações Sociais na saúde

[caption id="attachment_127554" align="aligncenter" width="620"] Foto: Reprodução[/caption] Os pré-candidatos do DEM, Ronaldo Caiado, do MDB, Daniel Vilela, e do PT, Kátia Maria, fazem, ao menos em parte, a defesa do legado do ex-governador Marconi Perillo. Os três aprovam o modelo de gestão por intermédio das Organizações Sociais no setor de saúde.

Raquel Teixeira cometeu erro ao se filiar ao PSDB

Chapa não terá três candidatos do tucanato

Todo ano James Joyce se renova

O mês de junho é uma boa oportunidade para se começar a ler “Ulysses”, um dos romances mais emblemáticos da história, pois no dia 16 deste mês em 1904 Leopold Bloom nos deu a mão para um passeio pelo abismo humano

Advogado Dalmy de Faria vai receber título de cidadão goiano

[caption id="attachment_84727" align="aligncenter" width="620"] Advogado Dalmy de Faria vê chance praticamente nula de o TSE mudar seu entendimento e impedir Divino Lemes de continuar no cargo[/caption]

O advogado Dalmy de Faria, 64 anos, vai receber o título de Cidadão Goiano na sexta-feira, 15, às 19 horas, na Assembleia Legislativa de Goiás. O autor do título é o deputado Wagner Siqueira (MDB). Foi aprovado por unanimidade. Porque poucas pessoas merecem tanto a homenagem quando o advogado.

Nascido em Tiros, Minas Gerais, Dalmy de Faria veio para Goiânia em 1969. Ele fez o curso clássico no Colégio Pedro Gomes, em Campinas, e formou-se em Direito na Universidade Federal de Goiás.

Dalmy de Faria já é cidadão goianiense e vilaboense.

Especialista em Direito Público e Eleitoral (sabe quase tudo de cor e salteado), Dalmy de Faria já defendeu centenas de políticos. Curiosamente, já teve militância política, no PMDB, e foi um dos principais santillistas de Goiás.

Sombras da infância na poesia de Moura Campos

“Refúgios do Tempo”, último livro do poeta, publicado 11 meses antes de sua morte, traz reminiscências dos primeiros anos e da juventude, não em procedimentos metafóricos, mas em versos que se aproximam da crônica

Marconi Perillo diz que está impressionado com as ações e José Eliton

[caption id="attachment_115771" align="aligncenter" width="620"] Divulgação[/caption] Marconi Perillo disse aos aliados que está impressionado com a movimentação administrativa e política do governador José Eliton, pré-candidato à reeleição. O tucano-chefe frisou a capacidade do jovem tucano e sugeriu que se trata de uma mistura, em termos políticos, de Messi e Neymar.

Marconi Perillo mexe no tabuleiro de xadrez de Goiás e do país

[caption id="attachment_121540" align="aligncenter" width="620"] Marconi Perillo | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]

Apontado como uma força da natureza, o ex-governador Marconi Perillo, logo depois de retornar para Goiânia, mexeu no tabuleiro de xadrez da política de Goiás e do país. Na segunda, 4, e na terça-feira, 5, se reuniu com o ex-governador Geraldo Alckmin e com o ex-prefeito João Doria, em São Paulo, e conversou sobre eleições presidenciais e disputas nos Estados.

Na quarta-feira, 6, Marconi Perillo encontrou-se com o governador de Goiás, José Eliton. Juntos, vão, a partir de agora, rearticular a base aliada. Eles vão trabalhar com aqueles que querem, de fato, permanecer como aliados. Há um consenso de que, na política, não há lealdade pela metade.

Marconi Perillo dialogou, longamente, com Vilmar Rocha (PSD), que, apesar das críticas ao governador José Eliton, deve permanecer na base aliada. Em seguida, o tucano-chefe falou, por telefone, com o ministro das Cidades, Alexandre Baldy (PP).

O quartel-general político de Marconi Perillo fica no Setor Sul. De lá, conversa por telefone com líderes de vários partidos — locais ou de outros Estados — e recebe líderes e militantes da base aliada. Até marqueteiros aparecem para ouvir a opinião do pré-candidato a senador pelo PSDB. “Ninguém esmiúça pesquisas tão bem quanto o ex-governador”, afiança um marqueteiro.

Luis Cesar Bueno diz que eleitores querem um novo Marconi Perillo para o governo

Pré-candidato a senador, o deputado aposta na campanha de Kátia Maria para o governo

Deputado diz que chefão da Secima prejudica imagem do governo junto ao servidor público

Há quem aposte que Juraci Martins pode substituir Hwascar Fagundes na Secretaria das Cidades e Meio Ambiente

Iris perde entusiasmo com Caiado e nanopartidos começam a abandonar o senador

O pré-candidato do DEM pode ficar com dois partidos pequenos e mais o Podemos e o PSL

José Carlos Bumlai, se quiser, pode implodir uma candidatura em Goiás

[caption id="attachment_127566" align="aligncenter" width="620"] Foto: Divulgação[/caption] Há quem aposte que José Carlos Bumlai, o ex-primeiro-amigo de Lula da Silva, pode implodir uma candidatura em Goiás. Ele teria dado uma grana polpuda — 500 mil reais — para um político goiano, na campanha de 2010, por intermédio de um sócio. Léo Pinheiro, da OAS, também estaria com a língua coçando.

Desembargador Ronaldo Eurípedes é investigado pelo CNJ

[caption id="attachment_127567" align="alignleft" width="620"] Desembargador Ronaldo Eurípedes de Souza | Foto: Divulgação[/caption] Na terça-feira, 5, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu pela abertura de um processo administrativo disciplinar para investigar suposta venda de decisão judicial pelo desembargador Ronaldo Eurípedes de Souza, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins. O procedimento administrativo foi aprovado por oito votos a seis. "É um instrumento de apuração [...] É o início de uma investigação, até para garantir à parte o direito da ampla defesa e esclarecer qualquer dúvida", comentou a presidente do CNJ, ministra Cármen Lúcia. A suspeita é de que o desembargador teria vendido um habeas corpus — pedido de liberdade — para um acusado de ser o mandante do assassinato de uma família de ciganos em Araguaína. O crime aconteceu em 2012 e dois envolvidos no caso foram condenados a mais de 70 anos de prisão. A apuração sobre a suposta venda de sentença foi arquivada em 2013 pela Justiça no Tocantins. O pedido de reabertura, que resultou na condenação, foi feito pela Corregedoria Nacional de Justiça. Em nota, o desembargador Ronaldo Eurípedes informou que "sua atuação no habeas corpus se deu em sessão da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, em decisão colegiada, e que o processo não era de sua relatoria. Razão pela qual entende que não há justa causa para instauração do processo administrativo, por absoluta ausência de indício de irregularidade na atuação judicial”. O Tribunal de Justiça afirmou que não se manifestará sobre processos que se encontram em tribunais superiores ou no CNJ.

Deputados dizem que, como agente da mudança, Daniel Vilela deve ser eleito governador

Paulo Cezar Martins e Waguinho Siqueira dizem que, ao contrário do que prega Adib Elias, o MDB está sob controle do pré-candidato a governador