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Culinária à base da mandioca, com 22 variedades de pratos, e shows artísticos movimentaram evento na Praça da Prefeitura durante três dias. “São sete anos de grande sucesso”, destaca prefeito Jânio Darrot
Através do "Goiânia do Meu Coração" será possível encaminhar fotos e vídeos com denúncias, propor leis e pedir audiências públicas
Colegiado promoverá encontro sobre o tema na sede do Legislativo goiano, em Goiânia, no dia 4 de dezembro
Gaspara Stampa, Emily Dickinson, Cecília Meirelles, Cora Coralina, Adélia Prado e Hilda Hilst escreveram, com mestria, sobre o amor
Uma internet civilizada e democrática, com os cidadãos tão empoderados quanto os governos e as empresas, é possível — aposta Tim Berners-Lee
Jornais e emissoras de televisão se interessam pelas críticas de quem obtém repercussão nacional — é o ás do petismo
Mas o vice-prefeito Gleysson Cabriny também está no páreo e planeja disputar a prefeitura em 2020
Livro de Wendy Guerra faz uma radiografia íntima e nada lisonjeira da vida das pessoas sob o regime comunista em Cuba
Se o vice for emedebista, o nome deve ser o de Ortegal, no qual o prefeito confia. Se o vice for do DEM, a escolha recai em Silvio Fernandes
Apesar do desgaste e da crise, o prefeito é candidato à reeleição. O presidente da Câmara é a pedra no seu caminho
Aliados dizem que o ex-prefeito é favorito. Mas ele reluta em se candidatar, depois de dois mandatos
O democrata deve enfrentar o candidato de Paulinho Rezende, que toda a cidade chama de “prefeito itinerante”
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José Délio: vereador planeja disputar a Prefeitura de Hidrolândia | Foto: Facebook[/caption]
O prefeito de Hidrolândia, Paulinho Rezende (PSDB), não pode disputar a eleição de 2020, pois foi reeleito em 2016. Por isso os planejadores políticos ligados ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), começam a articular, fortemente, o vereador José Délio Alves Júnior.
Advogado, José Délio foi o vereador mais bem votado na última disputa eleitoral. Ele tem a confiança e o apoio de Ronaldo Caiado. O objetivo é derrotar o candidato bancado por Paulinho Rezende – conhecido na cidade como “prefeito itinerante, sempre em todos os lugares, menos em Hidrolândia”.
“Paulinho é presidente da Associação Goiana de Municípios (AGM) e, por isso, praticamente abandonou a cidade para a qual foi eleito. Ele fica mais em Goiânia e outras cidades do que em Hidrolândia. Quem quiser esconder-se do prefeito deve visitar o município”, afirma um vereador.
O ano de 2019 sequer se encerrou, mas o parecer técnico do órgão de controle sobre as contas do governador já foi relatado, revisado e aprovado
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Carlesse: TCE considerou suas contas regulares | Foto: Ezequias Araújo[/caption]
Causou surpresa a aprovação pelo Tribunal de Contas do Estado do Tocantins – em tempo recorde – das contas públicas de 2018 do governador Mauro Carlesse (DEM). O ano de 2019 sequer se encerrou, mas o parecer técnico do órgão de controle já relatado, revisado e aprovado. Partindo-se da assertiva de que Carlesse tem uma base sólida no parlamento estadual, quando suas contas passarem pelo “crivo” dos deputados, certamente serão aprovadas sem ressalvas. Logicamente, essa aprovação evita, por consequência, se tornar inelegível e isso é “ouro em pó” para quem pretende continuar na vida pública.
Mas o fato do TCE ter sido rápido no julgamento não tem o tom crítica, longe disso. Essa mesma celeridade por parte dos Tribunais de Contas deveria ser a regra, entretanto, como não é a prática não normal – e não é exclusividade do Tocantins – passou, basicamente, a ser uma exceção.
Outros ex-governadores tocantinenses, por exemplo, assim como uma série infindável de prefeitos ainda não tiveram suas contas apreciadas pelo Tribunal de Contas. Eles ainda vivem a dramática expectativa de – além de ter suas contas tecnicamente rejeitadas pelo órgão – enfrentar o julgamento/referendo político de vereadores e deputados que já não estão mais alinhados com o gestor, como era na época do seu governo.
Exemplificativamente, o ex-prefeito da capital, Carlos Amastha (PSB), teve suas contas relativas a 2016 rejeitadas pelo TCE/TO. A Câmara de Vereadores, no julgamento político, poderia “salvá-lo” de acordo com a regra vigente, certo? Errado. Com a atual composição do parlamento palmense, se as contas de Amastha fossem a plenário hoje, seriam solenemente rejeitadas. Amastha tem, por baixo, doze desafetos entre os detentores de mandato.
Critica-se aqui a regra casuística. A apreciação técnica do órgão de controle, aprovando ou desaprovando, não tem muita importância se o governante controla – sabe-se lá como – os parlamentares. Se ele já não controla mais, como se diz pelas bandas do Norte, “foi embora o boi com a corda”.
O País precisa de reformas, não restam dúvidas. Algumas delas exponenciais, como a previdenciária e a tributária, por exemplo, mas o Brasil necessita, principalmente, de mudanças nas leis que regem a essência do direito. Algumas aberrações jurídicas, como a exemplificada, são inadmissíveis em temos de transparência, eficiência e moralidade. Os congressistas precisam ser mais ágeis, afinal, eles foram eleitos para o poder legislativo, ou seja, para legislar – propondo leis ou reformas daquelas que se mostram incoerentes ou absurdas.
Mestre em História diz que a decisão unilateral da senadora boliviana Jeanine Áñez seria piada até no movimento estudantil
Com apoio político, possivelmente de políticos, dono de posto consegue barrar construção de viaduto


