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A professora-doutora assume o comando provisoriamente nesta quinta-feira, às 15 horas, em Brasília
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Roselma Lucchese: reitora temporária da Universidade de Catalão | Foto: Reprodução[/caption]
A professora-doutora Roselma Lucchese assume a Reitoria da Universidade Federal de Catalão (UFCAT) na quinta-feira, 12, às 15 horas, em Brasília.
Roselma Lucchese será reitora pro tempore. Ela é a atual diretora da regional Catalão da Universidade Federal de Goiás.
Currículo Lattes da reitora
“Possui graduação em Enfermagem e Obstetrícia pela Fundação Educacional de Fernandópolis (1988), mestrado em Enfermagem Psiquiátrica pela Universidade de São Paulo (2000) e doutorado em Enfermagem pela Universidade de São Paulo (2005). Atualmente é professora-associada da Universidade Federal de Goiás-Regional Catalão; diretora da Regional Catalão UFG; orientadora de Iniciação Científica e Docente do Curso de Pós-Graduação Nível Mestrado Profissional em Gestão Organizacional, líder do Grupo de Pesquisa Interdisciplinaridade em Ciências da Saúde (Incisa. Consultora ad hoc em revistas na área de Saúde Coletiva e Enfermagem, com concentração de produções científicas na área de Ciências da Saúde e Saúde Mental. Tem experiência de ensino, pesquisa e extensão na área de Ciências da Saúde, subárea Saúde Coletiva, Saúde Mental e Enfermagem, sobretudo nos seguintes temas: educação em enfermagem, saúde mental e psiquiatria, uso e abuso de álcool, tabaco e outras drogas, grupos e Grupo Operativo”.
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Também em fase inicial, como o empreendimento brasiliense, obra do “Saúde Premium” está parada há sete anos e aguarda relatório do Crea
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À esquerda, empreendimento "Saúde Premium", em Goiânia; à direita desabamento de obra em Brasília[/caption]
O desabamento de parte de uma obra em Brasília, noticiado nesta terça-feira, 10, coloca em alerta empreendimentos em condições similares. Em Goiânia, o Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) investiga a obra do que seria o hospital “Saúde Premium”, parada há sete anos e que já conta com apontamentos da Prefeitura de Goiânia sobre irregularidades.
Localizado na Avenida D com a Rua 23-A, o empreendimento apresenta, segundo a prefeitura, irregularidades de calçamento além de falta de liberação municipal. Após a vistoria feita pela Prefeitura, que atendeu a pedido do MP, o Executivo municipal solicitou ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO) laudo detalhado sobre as condições estruturais do local.
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Após a informação da Prefeitura, o Jornal Opção mantém contato com o Crea. Antes da solicitação da prefeitura ser entregue, a entidade respondeu que junto aos documentos do conselho não haviam irregularidades, sendo que a última vistoria teria acontecido em 2015, na época sendo constatada plena normalidade. Após cerca de um mês, o pedido foi entregue ao Crea, que informa que um técnico visitou o local e que o laudo estaria em processo de elaboração.
Apesar da notificação da Prefeitura à empresa responsável pela obra - SPE Goiânia Premium, as tentativas de contato entre a reportagem e a empresa nunca foram exitosas, com telefones inexistentes. Os donos do imóvel também nunca foram localizados.
Em Brasília, autoridades investigam o que causou o colapso da estrutura, a indicação é de que somados à chuva forte, o rompimento de uma rede pluvial seriam as causas do desabamento que engoliu quatro carros e mantém a via interditada.
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Proposta de Vinícius Cirqueira (Pros) prevê critérios mais seguros e objetivos, estabilidade e segurança jurídica aos vendedores ambulantes
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Estádio Serra Dourada | Foto: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption]
A Assembleia Legislativa rejeitou o veto do Governo de Goiás ao projeto de lei do deputado que regulamenta o comércio ambulante na área externa do estádio Serra Dourada. A matéria havia sido aprovada, porém o Poder Executivo considerou que extrapolava as competências do Legislativo. Com derrubada do veto a proposta se torna lei estadual.
O texto, de autoria do deputado Vinícius Cirqueira (Pros), prevê que a venda de produtos dependerá de prévio cadastramento. O órgão gestor terá o prazo máximo de 30 dias para emitir o certificado com validade de dois anos, podendo ser renovado.
O argumento do parlamentar é que o comércio ambulante se tornou um dos principais meios de complementação da renda de inúmeros trabalhadores. Segundo ele, as constantes mudanças na gestão do estádio criam um estado de permanente insegurança jurídica para os comerciantes que, a qualquer momento, podem ser impedidos de permanecerem trabalhando.
“Algumas famílias da região Metropolitana de Goiânia exercem, há décadas, o comércio ambulante no estacionamento do estádio Serra Dourada, nos dias de eventos esportivos e culturais. Já passou da hora de regulamentarmos essa atividade”.
Segundo a nova lei, os itens comercializados no local deverão estar em bom estado de conservação e mantidos em condições adequadas de armazenamento, com estrita obediência às exigências da legislação sanitária. O texto determina ainda que o lixo produzido pelos produtos comercializados deve ser corretamente acondicionados pelo comerciante, atendendo à padronização estabelecida pelo órgão gestor do estádio Serra Dourada.
A matéria proíbe ao poder público dispensar tratamento diferenciado ao comércio ambulante em decorrência do ramo de atividade desenvolvida ou do tipo de mercadoria comercializada, salvo quanto ao grau de risco estabelecido pelo órgão nacional de vigilância sanitária.


