Notícias

Encontramos 150927 resultados
Presidente da Comurg, Alisson Borges, em CEI na Câmara Municipal de Goiânia | Foto: reprodução
Política
Ex-presidente da Comurg afirma que vai atuar na venda da pedreira para resolver problema da empresa

Alisson Borges é candidato a vereador e tem a empresa pública como a sua principal bandeira de campanha

Economia
Como herdeiros podem resgatar “dinheiro esquecido” antes que vire recurso público?

Caso a proposta de fato vire lei, os donos do "dinheiro esquecido" terão 30 dias após a publicação da norma para resgatar valores

Turismo
Turismo em Goiás cresce 85% e é o 8º destino mais procurado do país, segundo IBGE

O estado está em 8º lugar dos destinos mais buscados pelos viajantes. Em 2023 os goianos fizeram 779 mil viagens

Eleições 2024
Gracinha Caiado reforça parceria do Estado para gestão de Leandro Vilela em Aparecida

Em caminhada pela região do Garavelo com o candidato a prefeito pelo MDB, primeira-dama fala de propostas de governo voltadas para a área social

De volta
Horário de verão volta a ser discutido pelo governo por conta da seca

Após ser cancelado em 2019, o horário de verão pode voltar, afirma o ministro. Especialistas questionam a eficácia energética, e o governo considera outros fatores.

Difícil até para eles
Empresa que supostamente é ligada ao PCC pede recuperação judicial

Empresa denunciada pelo Instituto Combustível Legal tenta reverter decisão da ANP e recuperar operações, alegando perdas de R$ 830 milhões e impacto em 500 empregos indiretos

“Rio do Sono”, livro de contos do escritor e tradutor Flávio Kothe: em busca das memórias perdidas

O livro do professor, tradutor, crítico e escritor Flávio R. Kothe traz 30 contos que procuram penetrar nos mistérios insondáveis da alma

À beira do abismo: a liberdade individual está em perigo

Entre as manipulações usadas pelos autoritários para constranger a liberdade individual está a dicotomia entre a obediência à Lei ou às autoridades constituídas

A esquerda (ou sinistra) através dos tempos, lugares e posições

Nas altas esferas de um governo federal, ou no Senado, nos dias de hoje, como nas salas de aula de uma Escola de Engenharia há setenta anos, as esquerdas não mudam

Trilogia de John Banville é uma história de exploração da memória, da família e da identidade

A trilogia é ricamente escrita, de uma forma honesta, profundamente interrogativa e, acima de tudo, espetacularmente bela. É uma obra de parte

Cheiro de Biblioteca, de Salatiel Correia, revela um ensaísta agudo e preciso nas análises

Fechando seu livro com chave de ouro, o crítico apresenta cinco ensaios sobre obras que marcaram a cultura ocidental, com destaque para a latino-americana

Michelle Bolsonaro | Foto: Reprodução
Justiça acerta ao condenar IstoÉ por ter insinuado que Michelle Bolsonaro era “infiel”

A revista terá de pagar 40 mil reais à ex-primeira-dama e publicar direito de resposta. A publicação da Editora 3 cometeu um deslize ético e jornalístico

Livro de Célia de Gouvêa Franco conta a história do jornal Gazeta Mercantil

O “Valor” é o maior jornal de economia do país. Assim como a “Exame” é a principal revista. No momento, ninguém consegue competir, em qualidade e amplitude, com o “Valor Econômico”, do Grupo Globo (o grupo que dirige a “Folha de S. Paulo” vendeu sua parte).

Nem sempre foi assim, durante anos. Quando se queria uma informação de economia abalizada buscava-se, de imediato, as páginas da “Gazeta Mercantil”, jornal dirigido por Herbert Levy e por seu filho, Luiz Fernando Levy. Era um jornal confiável. O pico do PIB brasileiro o lia.

Qual era o segredo da “Gazeta Mercantil”? Sua equipe excepcional. De lá saíram os melhores jornalistas de economia do país. A reportagem e a análise econômicas eram de primeira linha, dotadas de credibilidade incontestável. A publicação era tão ousada que manteve, por longo tempo, um excelente suplemento de cultura (onde escreviam, entre outros, Sônia Nolasco, Daniel Piza).

O “Valor” é filho da “Gazeta”. Quando as famílias Frias e Marinho se uniram para criar o jornal, vinte e quatro anos atrás, correram atrás dos melhores profissionais forjados pela “GM”. O primeiro diretor de redação, o grande Celso Pinto, era egresso do jornal dos Levy.

Célia de Gouvêa Franco: jornalista e pesquisadora | Foto: Site da Editora Contexto

A história do “Jornal do Brasil” tem sido contada com frequência — há excelentes “biografias” nas livrarias, escritas por Cezar Motta (seu livro é magnífico), Luiz Gutembeg e Belisa Ribeiro —, mas não a da “Gazeta Mercantil”.

Por isso é oportuno o lançamento de “Gazeta Mercantil — A Trajetória do Maior Jornal de Economia do País” (Contexto 176 páginas), de Célia de Gouvêa Franco. Por dois motivos. Primeiro, porque, finalmente, preenche uma lacuna. Segundo, pela autora.

Célia de Gouvêa Franco é uma das mais completas jornalistas de economia do país. Como repórter e analista privilegiada. Dada sua formação, tanto capaz de narrar bem o que lhe contaram quanto de explicar se o relatado está certo ou não. Não é “datilógrafa” de redação, quer dizer, uma profissional que apenas transcreve o que lhe dizem. Não é assim. Ela sabe o que é mais importante para o leitor, ou seja, a verdade.

Por ter trabalhado 20 anos na “Gazeta Mercantil”, Célia de Gouvêa Franco sabe tudo ou quase do jornal. Porque faz parte de sua história.

Acima de tudo, sou repórter e analista de política — e não de cultura, ao contrário do que muitos pensam. Mas tenho o hábito, desde há muito tempo, de começar a leitura de jornais pela seção de economia (lendo o “Valor”, todos os dias, notei uma movimentação mais forte da economia — que levaria ao aumento do PIB. Disse isto aos meus colegas de redação, e bem antes de se anunciar a elevação do crescimento). Leio as principais reportagens e análises (só depois encaminho-me para a parte política).

Por vários anos, desde a década de 1980, eu comprava a “Gazeta Mercantil” em três bancas de Goiânia, a do Marcão da Banca na Avenida Anhanguera, nas proximidades da Rua 8, no Centro de Goiânia, e nas bancas do João na Praça Cívica (na porta do Correios) e na Praça Tamandaré. As matérias eram longas e começavam na primeira página e eram concluídas no corpo do jornal. Lembro-me de como apreciava a leitura do jornal — tão bem-feito, denso, sério e seguro.

Com o tempo, com novas contratações, a “Gazeta Mercantil” começou a publicar resenhas de livros e reportagens de cultura. Então, o que era bom, ficou melhor.

Célia de Gouvêa Franco começou a trabalhar na “Folha de S. Paulo”, como repórter, em 1974, há 50 anos. De lá, encaminhou-se para a “Gazeta Mercantil”. Depois, com a debacle da “GM” (o jornal acabou em 2009, mas já vinha mal há anos), contribuiu para a criação do “Valor Econômico”, do qual é colaboradora. Era casada com outro ícone do jornalismo econômico, Celso Pinto, que morreu em 2020, aos 67 anos.

Reinvenção permanente: Jornal Opção avança com debates e com o Opção Pesquisas

O ano de 2024 chegou com novidades. Mais opinião no Faltou Dizer, mais cobertura de meio ambiente. Aposta em debates entre candidatos e o instituto de pesquisa sério e independente

Haraquiri de Roberto Naves: prefeito opera pró-Gomide, esquerda, contra Márcio Corrêa, da direita

O prefeito de Anápolis é um grande político, mas, ao operar contra o candidato de Jair Bolsonaro e Daniel Vilela, articula, indiretamente, para o postulante do PT