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Mãe com bebê de quatro meses é presa por transportar cocaína em ônibus

Mulher de 20 anos vinha da Bolívia com destino à Brasília

Imagem: divulgação/PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu nesta quarta-feira, 20, na BR 060 em Goiânia, uma jovem transportando pasta base de cocaína presa ao corpo. A mulher, de 20 anos, estava acompanhada do filho, um bebê de quatro meses, em um ônibus que seguia para Brasília.

De acordo com a própria jovem, a droga veio com ela desde Ascensión, na Bolívia, seguindo por Várzea Grande (MT), onde reside com a mãe e, de lá, embarcando em ônibus com intenção de chegar até a capital federal, onde entregaria os dois quilos de pasta base de cocaína.

Durante a revista às bagagens e aos passageiros, os agentes da PRF suspeitaram da garota e uma policial descobriu a droga presa por uma cinta na cintura da jovem.

Ela disse estar desempregada e receberia R$2 mil pelo transporte do entorpecente. Cada quilo de pasta base, pode produzir até 10 quilos de cocaína refinada.

A mulher foi detida e levada para a Polícia Federal, em Goiânia, onde responderá por tráfico internacional de drogas.

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Gomide afirma que “não existe qualquer condenação envolvendo” seu nome

Deputado e presidente da Comissão de Obras da Alego, porém, é réu em três ações civis e alvo de outra por improbidade administrativa

Depois de ser definido presidente da Comissão de Obras da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), nesta terça-feira, 19, parte da imprensa resgatou as informações sobre os processos pelos quais o parlamentar é investigado pelo TCM e denunciado pelo Ministério Público. 

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Gomide, que é réu em três ações civis e alvo de outra ação civil por improbidade administrativa em todas, tem entre os documentos a denúncia de gastos mal explicados com a “construção” da Câmara Municipal de Anápolis. Para contestar, o deputado divulgou nota à imprensa onde se justifica sobre o assunto, confira na íntegra:

"Sobre a notícia veiculada em alguns sites de notícias acerca das obras da Câmara Municipal de Anápolis, há de se esclarecer que a suposta informação é mentirosa, caluniosa e inverídica em todas as vertentes, haja vista que:

1. Não existe qualquer condenação envolvendo o nome de Antônio Gomide, uma vez que sequer há um processo instaurado na Justiça;

2. Antônio Gomide sequer foi ouvido nas investigações promovidas pelo Ministério Público de Goiás, que analisa as obras em questão;

3. Quando da construção da Câmara Municipal, Antônio Gomide sequer era prefeito de Anápolis, tendo deixado o cargo em março de 2014. As obras só começaram dois meses depois;

4. A obra da Câmara Municipal de Anápolis não tem qualquer embargo da Justiça ou mesmo pedido do MP neste sentido. O projeto está liberado para que seja concluído pelos poderes municipal e estadual daquela cidade."

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