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Anúncio foi feito pelo ministro das Comunicações do país asiático

Repórteres Sem Fronteiras condena falsa morte de jornalista russo na Ucrânia

Em parceria com o Serviço de Segurança do país, Arkady Babchenko fingiu ter sido assassinado

Livro revela o esquema de J. Hawilla para corromper o futebol

Obra dos jornalistas Allan de Abreu e Carlos Petrocilo conta como o delator revelou a corrupção no esporte mais amado pelos brasileiros

Biografia resgata a história do violonista Raphael Rabello

O músico viveu apenas 32 anos, mas deixou uma obra musical ampla e de alta qualidade

TBC manda equipe para cobrir preparação da Seleção Brasília em Londres e na Rússia

Os craques Cid Ramos e Weuler Gomes entram em campo para reportar as ações de Neymar e demais jogadores

Audálio Dantas revelou escritora favelada que conquistou a revista Time e Alberto Moravia

Autora do celebrado “Quarto de Despejo”, Carolina de Jesus, traduzida em 13 países, vendeu 1 milhão de exemplares, ganhou dinheiro e morreu pobre. Sua obra faz sucesso nas universidades [caption id="attachment_126919" align="aligncenter" width="350"] Clarice Lispector e Carolina Maria de Jesus: duas escritoras brasileiras[/caption] O livro “Tempo de Reportagem — Histórias Que Marcaram Época no Jornalismo Brasileiro” (Leya, 287 páginas), de Audálio Dantas, contém verdadeiras aulas de jornalismo. Além de reportagens clássicas, típicas do jornalismo literário mas sem a pretensão típica de Truman Capote e Tom Wolfe, há textos introdutórios sobre como foram feitas. Recomendo vivamente “A nova guerra de Canudos”, “Povo caranguejo” e “O drama da favela escrito por uma favelada”. Neste texto, de 1958, o autor conta a história de Carolina Maria de Jesus (1914-1977), a favelada que se tornou escritora famosa, autora do livro “Quarto de Despejo”, com destaque em vários jornais do exterior e edições da obra em 13 países. Antecipando Jorge Amado e Paulo Coelho, vendeu mais de 1 milhão de livros. [caption id="attachment_126918" align="aligncenter" width="620"] Carolina de Jesus e Audálio Dantas: o jornalista descobriu e firmou a reputação da escritora[/caption] O bom repórter não é aquele que cumpre a pauta à risca, sem abrir espaço ao novo. O verdadeiro repórter é aquele que transforma a pauta, ou, ao cumpri-la, no meio do caminho muda seu eixo, ao descobrir que a realidade é outra. Em 1958, Audálio Dantas propôs ao chefe de reportagem  das “Folhas” (eram três jornais, “Folha da Manhã”, “Folha da Tarde” e “Folha da Noite”), Hideo Onaga, uma matéria sobre a favela do bairro do Canindé, às margens do Rio Tietê. O repórter ficaria uma semana na favela, para compreendê-la com mais precisão, mas três dias depois voltou à redação e jogou meia dúzia de cadernos encardidos na mesa do editor. No texto em que apresenta a reportagem, de 2012, Audálio Dantas escreve: “Eu não havia escrito uma linha sequer, mas a reportagem estava, de fato, naqueles cadernos, especialmente em um que continha um diário iniciado três anos antes, em 15 de julho de 1955, pela favelada Carolina Maria de Jesus, moradora do Canindé”. Aos 44 anos, ela vivia “de apanhar papéis no lixo para vender”. [caption id="attachment_126920" align="aligncenter" width="619"] Edição italiana de "Quarto de Despejo", com prefácio de Alberto Moravia[/caption] Lidas as primeiras páginas do diário, Hideo Onaga sugeriu: “Isso dá um livro!” Audálio Dantas conta que, “além do diário, havia contos, poesias, até um começo de romance”. Por mais que os textos estivessem repletos de erros de português, com algumas avaliações mal costuradas, havia vida, alma, no trabalho de Carolina de Jesus. O repórter frisa que “estava convencido de que não conseguiria retratar aquele mundo miserável com a mesma força e a mesma verdade contidas naqueles cadernos”. A vida, vista de dentro, sem os adornos dos métodos, era apresentada em toda a sua crueza, numa espécie de levantamento entre o sociológico e o antropológico. Carolina de Jesus lia livros que encontrava no lixo. Modesto, Audálio Dantas afirma que a “descoberta” dos cadernos não lhe custou “nenhum esforço de reportagem”. Como Carolina de Jesus já havia procurado outras redações, talvez até a do repórter, é possível dizer que sem a percepção de Audálio Dantas, sem a sua sensibilidade, a autora teria ficado inédita por alguns anos ou, quem sabe, seus diários teriam se perdido nos desvãos do tempo e das agruras dos pobres. O olho clínico do repórter, a sua percepção da importância do outro, mesmo dos que não têm “cultura” e, em tese, não são interessáveis, foi decisivo para a descoberta de Carolina de Jesus. Na favela, Audálio Dantas não conseguia convencer alguns marmanjos que usavam brinquedos a deixá-los para as crianças. Então, imprecando, aparece Carolina de Jesus, com sua voz tonitruante: “Vou botar o nome de vocês no meu livro!” Mesmo xingando, os homens deixaram os brinquedos para os meninos. Perceptivo, Audálio Dantas perguntou: “Que livro é esse?” Carolina de Jesus respondeu: “O livro em que estou escrevendo as coisas daqui da favela”. A reportagem, com trechos dos diários — mais de 20 cadernos —, foi publicada na edição de 9 de maio de 1958, na “Folha da Noite”, com o título de “O drama da favela escrito por uma favelada”. A repercussão, bombástica, gerou comentários céticos: “Isso é invenção de repórter, pra vender jornal”, “onde já se viu, uma negra semianalfabeta, e ainda por cima favelada, escrevendo desse jeito”. Ao reler o texto que escreveu para apresentar os diários, 54 anos depois, Audálio Dantas aponta “excessos de adjetivos, alguma pieguice e imperdoáveis falhas de informação” (não deu o nome dos filhos de Carolina de Jesus). Recorde de vendas e celebridade Como o Brasil pedia a publicação do livro de Carolina de Jesus — saiu, depois, mais uma reportagem, na revista “O Cruzeiro” —, Audálio Dantas compilou os diários, publicando apenas o que continham de mais instigante. O livro, com o título de “Quarto de Despejo”, saiu em agosto de 1960. Os 10 mil exemplares da primeira edição foram vendidos numa semana. “Um recorde para a época.” Carolina de Jesus tornou-se, a partir da reportagem e do livro, uma celebridade internacional. “Time”, “Life”, “Paris Match” e “Le Monde” deram amplo destaque aos seus diários e à história da escritora favelada. A revista “Time” destacou o repórter David St. Clair para relatar a história da Cinderela negra que virou escritora famosa. O jornalista hospedou-a no Copacabana Palace, o hotel mais luxuoso do Rio de Janeiro, e comprou vestidos caros para sua “convidada”. “No Antonio’s, se não me engano, montaram uma impressionante cena de preparação de uma sobremesa flambada em meio a altas chamas. Carolina registraria mais tarde em seu diário: ‘Comi aquela confusão toda e não gostei’”, registra Audálio Dantas. A escritora começou a ser apresentada às elites intelectual e do capital como “uma espécie de bicho estranho. Exibiam-na em jantares elegantes nos bairros finos de São Paulo”. Preocupado, Audálio Dantas alertou-a. Irritada, Carolina de Jesus reclamou que o jornalista queria ser seu “tutor”. “Quarto de Despejo”, talvez mais comentado do que lido, era elogiado em vários países. É provável que leitores, escritores e críticos percebessem que não se tratava de literatura, de prosa refinada, e sim de retratos ou recortes da vida cotidiana. Os relatos de Carolina de Jesus estão mais próximos da sociologia e da antropologia, ainda que sem o uso de métodos mas com uma observação direta precisa. Talvez o grande equívoco tenha sido tratá-los como (alta) literatura, que exige uma elaboração que, evidentemente, não há nos livros de Carolina de Jesus. [caption id="attachment_126885" align="aligncenter" width="541"] Audálio Dantas com livro no qual reconta a historia de Carolina de Jesus[/caption] É claro que Carolina de Jesus não é uma farsa, dada sua percepção aguda e vívida da vida na favela, mas não é também uma escritora comparável a, digamos, Clarice Lispector, Rachel de Queiroz e Lygia Fagundes Teles. Não se pode nem mesmo compará-las. Porque, nas obras de Carolina, por falta de formação cultural e de banco escolar mesmo, não há elaboração, apuro na linguagem. Ainda assim, o livro foi traduzido em 13 idiomas e vendeu mais de 1 milhão de exemplares. Alberto Moravia prefaciou a edição italiana. O grande escritor italiano percebeu a “força”, extraliterária, dos escritos da mineira. O próprio Audálio Dantas, no texto de 1958, assinala: “... ela é dotada de agudo senso de observação e talvez por isso retrate tão bem o meio em que vive”. Não há condescendência com os pobres nos seus diários, como às vezes ocorre em trabalhos de acadêmicos engajados à esquerda: “Aqui é assim. Não há ricos, só pobres, uns prejudicando os outros”. Um mundo hobbesiano. Noutro trecho diz: “Suporto as contingências da vida, resoluta. Eu não consegui armazenar dinheiro para viver. Resolvi armazenar paciência”. Autenticidade dos relatos Com o tempo, enquanto críticos acadêmicos (alguns brasilianistas) tratavam de valorizar a obra de Carolina de Jesus, inclusive do ponto de vista literário — o que é difícil, senão impossível, provar, exceto por frases esparsas, mas nunca no conjunto —, alguns críticos, como Wilson Martins, começaram a duvidar da autenticidade da autoria dos relatos. [caption id="attachment_126927" align="aligncenter" width="313"] Wilson Martins, crítico literário, duvidou que Carolina de Jesus fosse autora do livro. Errou[/caption] Jornalistas diziam para Audálio Dantas: “Rapaz, você teve um trabalhão para inventar o livro da negra!” Manuel Bandeira lavou a honra do repórter. Em texto para “O Globo”, o poeta “menor” escreveu que ninguém seria capaz de “inventar” um texto como o de Carolina de Jesus. O crítico Wilson Martins atacou duro e disse que o livro era um “embuste”. Numa segunda crítica, frisou que a história “não podia ser de Carolina”. Porque “continha expressões rebuscadas como ‘astro-rei’ em vez de sol, simplesmente; ou frases inteiras, como ‘acordei, abluí-me e aleitei-me’, o que, jurava [Wilson Martins], só podia ser coisa de jornalista”. E, por certo, jornalista parnasiano... Irritado, “bravo de verdade”, Audálio Dantas publicou uma longa resposta no “Jornal do Brasil” e ameaçou processar Wilson Martins. “Tinha como testemunhas os cadernos escritos por Carolina, que mantive sob minha guarda até outro dia, quando decidi doá-los à Biblioteca Nacional”, diz Audálio Dantas. Mesmo depois de 60 anos de jornalismo, Audálio Dantas diz que a reportagem sobre Carolina de Jesus foi a mais importante de sua vida. Foi a que fez mais sucesso. [Texto publicado na edição 1940, de 9 a 15 de setembro de 2012]

Audálio Dantas garante que brasileiros inventaram o Novo Jornalismo

O jornalista afirma que Joel Silveira, antes dos americanos, é um dos criadores do Novo Jornalismo

Morto aos 88 anos, Audálio Dantas enfrentou ditadura pra denunciar assassinato de Vlado Herzog

“Audaz” Dantas não relutou e denunciou a ditadura, que matou o jornalista não num "porão", e sim numa dependência oficial

Real Madri não quer ser o 1º da Europa e o 2º da Espanha. É o motivo da queda de Zidane

Conquista da Liga dos Campeões enche o torcedor do Real de orgulho. Mas o que ele quer mesmo é ser campeão da Espanha

TCE-GO e Agência Lupa vão realizar oficinas de fact-checking

Iniciativa visa preparar jornalistas, estudantes e controladores sociais para utilizar metodologia que ajuda a combater fake news

Deusmar Barreto está internado com suspeita de meningite

O jornalista havia pedido a memória, mas já está reconhecendo as pessoas e respira sem aparelhos

Laís Fernanda, advogada, foi assassinada. Nilson Gomes diz que agora é luz

Laís estava terminando sua tese de mestrado em Processos Sustentáveis

A Laís agora é luz

Nilson Gomes 1 Laís Fernanda Araújo Era brilhante advogada Em breve realizaria O sonho de ser magistrada Mas na linda biografia Encerrou-se a alegria: Laís foi assassinada 2 Ninguém queria crer naquilo: “Ah, está mentindo quem diz” Pois Laís significava Só coisa boa e feliz Não, não podia ser verdade Se há limite na maldade Ela não chega à Laís 3 Laís conquistava a todos E tudo com seu talento Inteligência, persistência Esforço, discernimento Tanta virtude reunida Tanta beleza, tanta vida Não findariam num momento 4 Laís estava terminando Sua tese de mestrado Em Processos Sustentáveis Conteúdo elogiado No Brasil e até no Chile Tantas ideias em desfile Pro futuro deste Estado 5 Não há futuro sem Laís Não há lugar que no presente Suporte assistir quieto O sofrer de sua gente No Chile foi que Laís viu Como desfila no Brasil Quem faz sofrer o inocente 6 Mas Laís era a pureza No presente e no pretérito Estava vencendo concursos Para trabalhar em inquérito Depois, seria juíza Com a dedicação precisa De quem triunfa por mérito 7 O mérito nunca foi seu Era o que Laís dizia: “Deus dá tudo ao que crê Ar, água, a luz, o dia” Deus é bom, nos deu Laís Deu tudo o que ela quis: Bondade e sabedoria 8 Foi o que Laís inspirou Nos fiéis de sua igreja Mandando luz para os povos De onde quer que esteja E está junto de Deus De novo, por méritos seus De novo, por ser benfazeja 9 Bem fazia ao ensinar Às células, às crianças O ministério da Palavra Das palavras de esperanças De novo, ao novo, ao velho Levou a luz do Evangelho Levou a paz nas andanças 10 Por onde anda a paz? Voou como a pomba branca? “A paz está dentro de nós” Laís responderia franca Não duvidaria da fé Reafirmaria quem é O Deus que nos alavanca 11 Antes de a paz alçar voo Antes da noite fatídica Laís estava no Senar Como assessora jurídica Respeitada no Direito Por fazer tudo bem feito Por fazer tese verídica 12 Mas chegou a noite de maio Dia 10, no Alto da Glória O bairro de muitos amigos A moça, marca da vitória Conseguiu estacionar E foi mexer no celular Quando chegou a escória 13 O Inimigo tem mil faces Duas surgiram nas janelas Do Fit prata de Laís Como assombração daquelas De fazer tremer a espinha “De fazer a mulher sozinha” Acelerar pelas ruelas 14 O bandido se enganou Laís nunca esteve só Mas o tempo todo com Deus Não há companhia melhor – O diabo é a violência – Não adianta ter prudência De ninguém os monstros têm dó 15 As faces do Mal assustaram Laís acelerou sem ver Os bandidos viram ser fácil Matar sem que nem por quê Confiantes na impunidade Dois menores de idade E casal de fazer tremer 16 Laís não tremeu, assustou-se No País dos 60 mil Assassinatos por ano Quem estava perto ouviu Um tiro e uma corrida Pela morte, não pela vida E quem treme é o Brasil 17 Sejam maiores ou menores, Quatro maiúsculos no crime Um tiro fatal no tórax Fatal pra moça tão sublime Um tiro não só na Laís Tiro na cara do País Fatal pra este vil regime 18 Regime é sempre fechado Para as pessoas de bem Não podem sair de carro Nem a pé, ônibus ou trem Ficam presas dentro de casas O crime roubou-lhes as asas Liberdade ladrão é que tem 19 Quatro bandidos mataram Um apertou o gatilho Outro acompanhou do lado No carro-fuga o caudilho A quarta vigiou a rua Desde então, até a Lua E o Sol perderam o brilho 20 As Polícias foram rápidas Juntas prenderam o quarteto Civil e PM agindo Funcionou bem o dueto Problema é que marginal Se livra com a lei penal E o ECA obsoleto 21 A Laís é tão querida Que a tragédia já inspira Um movimento de juristas Nos quais as leis dão é ira Chega de Código vencido Que só traz razão a bandido O resto é tudo mentira 22 Edemundo de Oliveira É delegado e pastor Defende direitos humanos Mas se cansou desse horror Quem matou Laís é ladrão E perpétua é a prisão Que merece o malfeitor 23 Ladrão que mata pra roubar É chamado de latrocida Nas raras vezes que vai pego Sai logo pela lei falida Menores nem ficam nas celas Pros que surgiram nas janelas? Casa, roupa limpa, comida 24 As faces do horror nas janelas 13 e 16 anos Rindo da dor da família Rindo por estragar planos Inda dizem ser crueldade Que reduzir maioridade Afeta direitos humanos 25 A OAB divulgou nota Saudando os policiais Centenas de advogados Usaram redes sociais Elogiando a polícia Que por dias foi notícia Enjaulando os marginais 26 Os que a polícia prendeu Serão soltos pelas leis Os menores saem em meses Talvez sete, talvez seis Os maiores vão ficar Até a Copa do Catar Talvez antes, meu Deus!, talvez 27 Foi isso o que escreveu Demóstenes, um procurador Que tentou mudar as leis Em seu tempo de senador Diz que batia de frente Com quem acha que delinquente Merece carinho e flor 28 Demóstenes lembrou que todos No latrocínio envolvidos Haviam matado, roubado Deveriam estar detidos Mas a frouxidão das leis Transforma ladrões em reis E os cidadãos em bandidos: 29 “A família e os amigos Nunca mais verão Laís. Já as ruas logo verão A dupla que porta fuzis Matar quem estaciona A criminalidade é dona Da vida, da paz, do País” 30 As leis às quais Laís Dedicou sua juventude Precisam mudar com urgência E pra que algo aqui mude É preciso mostrar pra Nação Que Laís não sofreu em vão Que vamos tomar atitude 31 Laís não chegou a juíza Mas precisamos ter juízo Laís não reagiu, mas pra Nós agir logo é preciso Sua linda biografia Recomeça com alegria Começa a cada sorriso Nilson Gomes é jornalista, escritor e advogado.

Elon Musk planeja criação de site para avaliar notícias e jornalistas

[caption id="attachment_126407" align="alignnone" width="620"] Foto: Reprodução[/caption] O empreendedor Elon Musk, CEO da Tesla Motors, quer criar um site para avaliar notícias e jornalistas. “Vou criar um site onde o público possa avaliar a verdade básica de qualquer artigo e acompanhar a pontuação de credibilidade ao longo do tempo de cada jornalista, editor e publicação”, publicou no Twitter. A ideia inicial era chamar a plataforma de Pravda, o principal jornal da extinta União Soviética. Mas o domínio “pravda.com” já está comprado por ucranianos e Musk, conhecido por criticar a mídia, teve que se contentar com “pravduh.com”.