Euler de França Belém
Euler de França Belém

Livro revela a história dos padres católicos que foram presos em Dachau

Vários padres, por não aceitaram o totalitarismo do governo de Hitler, pereceram no campo de concentração

Divulgação

“O Pavilhão dos Padres — Dachau: 1938-1945” (Contexto, 240 páginas, tradutores Julia Fervenza e Patrícia Reuillard), de Guillaume Zeller, contribui para fortalecer a bibliografia sobre a Segunda Guerra Mundial.

Sinopse da editora: “De 1938 a 1945, 2720 padres, religiosos e seminaristas são deportados para o campo de concentração de Dachau. Reunidos” em blocos “específicos — que ficarão conhecidos pelo nome ‘pavilhões dos padres’ —, 1034 deles deixarão suas vidas ali.

“Mais de 70 anos depois de sua liberação, o campo de concentração de Dachau permanece o maior cemitério de padres católicos do mundo. Com religiosos oriundos de diversos países, a ‘universalidade da Igreja’ se torna palpável no campo de Dachau.

“Jogados em uma situação de sofrimento profundo, como todos os confinados em campos de concentração na época, esses religiosos são obrigados a enfrentar a fome, o frio, as doenças, o trabalho forçado, as torturas da SS, as experiências médicas, as mortes dos companheiros — o que coloca à prova sua fé.

“Tentando sobreviver a tudo isso, os padres procuram manter intacta a vida espiritual e sacerdotal (uma capela, inclusive — a única autorizada nos campos no período —, lhes oferece um pequeno alento). Neste livro, o jornalista francês Guillaume Zeller reconta em detalhes as agruras e aflições vividas por esses religiosos durante o nazismo, jogando luz em um dos períodos mais tristes da História.”

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