Contraponto

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Saga dos brasileiros que percorreram 15 países pra fazer projeto de estrada pra integrar as Américas

O livro “O Brasil Através das Três Américas” revela que três brasileiros percorreram 28 mil quilômetros. Um deles depois fundou Ceres, em Goiás, e outro ajudou a construir Brasília

Governo de Dilma emprestou 33 bilhões para 5 aliados de esquerda. É a caixa preta do BNDES

O déficit do governo petista é de 30 bilhões. O petismo “subsidiou” investimentos em Cuba, Venezuela, Nicarágua, Argentina e Angola. País de Fidel Castro é mau pagador

Cineasta Cacá Diegues discute violência, mas omite a questão das drogas e ataca a polícia

O permanente ataque à polícia brasileira faz parte de um catecismo da esquerda démodé

Qual é o profundo conhecimento que levou líder da CUT a ser conselheiro do BNDES?

[caption id="attachment_44036" align="aligncenter" width="620"]Vagner Freitas: pertencer à CUT significa o mesmo que notório saber? Vagner Freitas: pertencer à CUT significa o mesmo que notório saber?[/caption] Dá pena ver o pelego Vagner Freitas, da CUT, arrotar valentia. Só não dá para acreditar que aquela figura rechonchudinha, envergando uma camisa Lacoste comprada com dinheiro público, vá cumprir o que prometeu: entrincheirar-se de arma na mão para defender os roubos que os petistas fizeram na Petrobrás e enfrentar à bala os adeptos de um impeachment constitucional contra Dilma. Quanto tempo aguentaria entrincheirado, caso alguém não lhe levasse um sanduíche de mortadela e uma cervejinha? Duas horas? Menos? Daria conta, com aquela gordurinha toda, de marchar com um fuzil nas costas e uma mochila de munição até uma trincheira a mais de 50 metros de distância? Admitamos que o petralha cutista enfrentasse com galhardia essas duas provas de resistência e as superasse. Sei não, mas tenho um sentimento indefinido (daqueles que a gente não sabe de onde vem, mas que quase nunca nos engana), que bastaria um foguete explodindo nas vizinhanças para que Vagner Freitas abandonasse fuzil e munição e se escafedesse. E se o leitor não sabe, fique sabendo: esse ignorante, por mais absurdo que possa parecer, é conselheiro do BNDES. Por certo uma sinecura, para pagamento de sua solidariedade para com a roubalheira.

Angela Merkel é um bom exemplo para Dilma Rousseff

[caption id="attachment_44034" align="aligncenter" width="620"]Angela Merkel e Dilma Rousseff: a primeira dirige uma economia estável e a segunda, uma economia em frangalhos, devido a erros de seu primeiro governo Angela Merkel e Dilma Rousseff: a primeira dirige uma economia estável e a segunda, uma economia em frangalhos, devido a erros de seu primeiro governo[/caption] Alemanha: quem vê juntas Angela Merkel e Dilma Rousseff, como na semana passada, na visita da chanceler alemã ao Brasil, pensa logo numa nossa derrota pior que os 7 a 1 da copa passada. Merkel é a inteligência, a perspicácia, a articulação. Dilma, a obtusão, a miopia intelectual, a ausência de ideias conexas. Merkel, à frente da maior economia europeia, mantém essa liderança com firmeza, sem titubeios. Coloca-se na vanguarda de outras nações europeias e as traz consigo quando são necessários diálogo, cuidado e prudência, como na crise da Rússia contra Ucrânia, ou quando é necessário firmeza, como no caso da Grécia. Dilma, à frente do maior país sul-americano, tenta arrastá-lo para a aventura já claramente fracassada do bolivarianismo, doutrina que apoia onde ela já fincou pé. Merkel, tendo vivido na Alema­nha comunista, mostra seu discernimento professando sem deslizes a fé democrática. Dilma, comunista e terrorista na juventude, não parece, em momento algum, ter arrependimentos ou vislumbrar os fracassos da doutrina marxista. Sequer demonstra ter abdicado da crença stalinista. Vide o ar de verdadeira beatitude que ela mostra em todas as fotos tiradas em Cuba, ao lado dos irmãos Castro, e a má catadura que ostenta aqui no Brasil, em 90% dos eventos a que dá o desprazer de comparecer. Não se conhece uma palavra inútil ou desarrazoada de Merkel. Dilma, com sua fala desconexa, saúda até a mandioca. Qual a contagem da partida entre Merkel e Dilma? 14 a 2? 21 a 3? Difícil dizer. Mas sem dúvida um múltiplo dos 7 a 1.

A bravata de Evo Morales sobre “golpe” no Brasil

Circulou um vídeo na internet, com pronunciamento de Evo Morales, em que “advertia” os comandantes das Forças Armadas brasileiras de que não tolerará qualquer tentativa de golpe, aí entendido como golpe a deposição da presidente Dilma Rousseff. Explica-se a bravata: quando tomou militarmente as instalações da Petrobrás na Bolívia, vale dizer, quando assaltou o patrimônio brasileiro, viu de nosso governo apenas dois tipos de reação: cumplicidade e covardia. O estrupício está, pois, encorajado. Há na imprensa um silêncio geral, quando deveria existir uma gritaria condenando a ingerência. O Itamaraty está calado, até o momento em que escrevo. Natural, uma vez que na verdade obedece ao comunista Marco Aurélio Garcia. Nada se pode esperar do ministro da Defesa, Jaques Wagner, bolivariano convicto. Caso Dilma sofra impeachment, veremos o que faz o índio comunista. Virá até aqui recolocá-la no trono? Que venha.

Maria do Rosário é craque mas só pra time de várzea

A abominável (para quem não é petralha) deputada petista gaúcha Maria do Rosário tem ao menos uma qualidade: é grata, às vezes. Está solidária a Dilma Rousseff na resistência a um impeachment. Só não fala em pegar em armas, como Vagner Freitas; afinal é desarmamentista, embora tenha pedido (e sido atendida) à fábrica de armas Taurus uma doação para sua campanha à Câmara Federal. Reconhecimento justo: Dil­ma Rousseff a nomeou ministra dos Direitos Humanos, cargo que ela honrou zelando pelos direitos dos marginais desse Brasil afora. E o gesto magnânimo de Dilma para com ela pode ser comparado a uma convocação, por Felipão, de um craque de time de várzea para seleção na Copa do Mundo. É claro que tem que ser grata a Dilma. Mas deveria também sê-lo à Taurus.

A marcha do futuro das ruas e a marcha fúnebre do petismo

O Brasil que presta e foi às ruas no dia 16 também ganhou de lavada dos que fizeram a vergonhosa marcha pró-corrupção do dia 20. Não é de se estranhar: quem protesta com o coração é mais expressivo do que quem marcha pelo bolso. Somos hoje muitos mais os que queremos o fim da roubalheira do que os que querem manter sua boquinha no governo petista. Ninguém precisou de diária, transporte e sanduíche pagos com verba pública para ir às ruas dia 16. Cada qual pagou com seu dinheiro.

Luis Fernando “Medíocre” Verissimo

Filho do escritor gaúcho Erico Verissimo, o petista encardido Luis Fernando Verissimo comparou, em crônica feita para “O Globo”, todos os que fomos às ruas no dia 16 a “cachorros correndo atrás de automóvel”. Para defender assim a bandalheira, só com muita revolta. Mas é compreensível. Não é fácil carregar a mediocridade sendo filho do genial escritor gaúcho.

O calvário dos presos políticos em Angola

A “Folha de S. Paulo” contou o calvário de mulheres e parentes de presos políticos do ditador angolano José Eduardo dos Santos, ocupando o poder há 36 anos no país africano. Confinados em solitárias no interior, esses perseguidos do regime raramente podem receber visitas dos parentes, e vivem em condições precárias de alimentação e saúde (têm apenas 15 minutos de banho de sol por dia). Os familiares perderam os empregos, por perseguição do governo e têm que esmolar para sobreviver. Protestos não são permitidos. Só para lembrar, Isabel dos Santos, filha do ditador, bilionária, é a mulher mais rica da África, e ganha um quilo de mandioca quem me mostrar origem honesta dessa fortuna. José Eduardo dos Santos é cliente vip do petismo, e recebe gordos recursos do BNDES para obras em Luanda e no interior do país, construídas a maioria pelas empresas lavajatianas.

Por que Rodrigo Janot não “pegou” nenhum petista até agora?

Há que se ter cuidado com os heróis. O ex-delegado da Polícia Federal e ex-deputado do PCdoB Protógenes Queiroz, na ânsia de aparecer nos jornais e televisões como paladino da honestidade, acabou pondo a perder a Operação Satiagraha, e foi o único condenado na história toda. Paga pena por violação qualificada do sigilo funcional, além de ter perdido o cargo de delegado. O trapalhão gastou um mundo de dinheiro público, não obteve qualquer resultado prático e se encalacrou. Os integrantes do Ministério Público do Trabalho, que adoram encontrar um trabalhador em condições precárias de alojamento em fazendas e fazem barulho na frente das televisões, apontando fazendeiros como culpados de “trabalho escravo”, sabendo que isso agrada aos petralhas, fazem que não veem os milhares de médicos cubanos recebendo uma pequena fração de seu salário e fiscalizados por esbirros de sua ditadura aqui dentro. Acovardam-se diante do governo. E Rodrigo Janot não encontrou até hoje razões para denunciar na Lava Jato um petista ou um membro do Executivo. Só Eduardo Cunha e Fernando Collor se aproveitaram?

Frei Betto ataca evangélicos mas defende ditadura de Cuba

Espécie de Marilena Chauí da Igreja Católica, o “petista” ignora a existência do mensalão, mostra-se favorável a José Dirceu e não critica os malfeitos do PT

A orfandade política dos brasileiros

Se Dilma Rousseff cair, o que se tem à vista para sucedê-la não é nada animador ao País

Dilma mostra despreparo ao dar bronca em ministros

[caption id="attachment_38738" align="alignnone" width="620"]Presidente Dilma Rousseff: uma fala que põe ministro em suspeição | Foto: Lula Marques Presidente Dilma Rousseff: uma fala que põe ministro em suspeição | Foto: Lula Marques[/caption] Dois excelentes jornalistas e dois furos de reportagem: Natuza Nery, da “Folha de S. Paulo”, em reportagem do dia 12 deste mês relata uma fantástica reunião de Dilma com auxiliares, a fina flor do petismo da antecâmara governamental: os ministros José Eduardo Cardozo, Edinho Silva e Aloizio Mercadante; e mais o assessor Giles Azevedo. Foi no dia 26 de junho passado, no Palácio da Alvorada. A presidente estava bastante autêntica nesse dia de espinafração geral, e pelo menos três frases merecem registro. Teriam sido ditas por uma Dilma furiosa, andando em círculos e gesticulando muito, e se referiam à delação de Ricardo Pessoa, da UTC, que é um dardo envenenado na direção da presidente: -- “Eu não vou pagar pela m... dos outros!” – disse Dilma sem explicitar a quem se referia. -- “Você não poderia ter pedido ao Teori para aguardar quatro ou cinco dias para homologar a delação?” – fuzilou a presidente em direção a José Eduardo Cardozo. -- “Cardozo, você f... minha viagem!” – mencionando sua ida aos EUA, ainda para o ministro da Justiça. Comentários: a primeira afirmação e a última mostram que a presidente definitivamente não tem nível educacional nem serenidade para estar onde se encontra. A última demonstra de sobejo que José Eduardo Cardozo, tivesse um mínimo de dignidade, teria pedido demissão. A do meio levanta uma sombra de suspeita sobre um ministro do Supremo. Deixa-se Teori Zavaski levar pela presidente, tendo como menino de recados o ministro da Justiça? Isso tudo é Dilma em estado puro, na sua mais alta autenticidade. Gerson Camarotti, da Globo, relata um estranho, para não dizer surreal, encontro ocorrido no Porto, em Portugal, no dia 7 deste mês, onde Dilma escalou em sua viagem para Ufá, na Rússia. Participantes do tête-à-tête: Dilma, Cardozo (sempre ele) e Lewandowski. Encontro que não constou da agenda de nenhuma das três autoridades, e que poderia (e deveria) ter-se realizado no Brasil, já que, segundo Cardozo, tratou do reajuste do Judiciário, votado pelo Congresso e em vias de ser vetado pela presidente. O encontro realizado assim, às escondidas, entre duas autoridades de um executivo na mira do Supremo, por várias acusações de corrupção na operação Lava Jato, e um ministro daquela corte, que no momento, além do mais a preside, muitas vezes acusado de simpatia pelo petismo, dá margem a muitas especulações.

Ditador boliviano desrespeita os católicos ao receber o Papa Francisco

Evo Morales se comporta de forma baixa com o Sumo Pontífice, como nem Fidel Castro ousou fazer