Questionados pelo ministro Joaquim Levy, que alertou o Banco Central, BNDES, Caixa Econômica, Banco do Brasil e Banco da Amazônia tiveram que refazer sua contabilidade e corrigir seu patrimônio líquido (para baixo), informou a “Folha de S. Paulo”. BNDES encurtou seu patrimônio de 66 bilhões para 35 bilhões de reais. A Caixa teve que encurtar o seu em 36 bilhões, o Banco do Brasil em 8 bilhões e o Banco da Amazônia em 1 bilhão. Um “furinho” contábil de 80 bilhões. Quase nada. Por falar em BNDES, quando saberemos o que na verdade ocorreu nas combinações do governo petista com as ditaduras como Cuba e Angola, envolvendo empreiteiros já denunciados em outros esquemas, obras entregues de mão beijada, e o próprio BNDES? Quando serão esclarecidos esses possíveis desvios de recursos que tanta falta fazem nas escolas, nos hospitais, na segurança pública e na infraestrutura dos brasileiros, tanto mais necessitados quanto mais sacrificados no pagar seus impostos?